
Lebensraum. Venezuela já está. Colômbia, México, Canadá, Canal do Panamá e Gronelândia na mira. Lajes não é preciso. Já é americana.
O que é que justifica um estado capturar uma pessoa estrangeira e julgá-la, para além de dar palha ao gado na arena internacional (e interna)?
A sofisticada Europa do calibre da fruta não tem tomates para dizer à corja a evidência: O que vocês fizeram foi um crime e não têm o nosso apoio.






Não precisavam de ser contra para dizer isso?
A Venezuela não é a Síria, não está, nem vai estar. Já na eurolândia nem é preciso um único tiro para sacar investimento no armamento que controlam, mais 750 MM$ em energia e mais 600 MM$ em investimento em deslocar empresas, tudo na primeira ronda.
Sempre a cambada evita falar na Ucrânia, a mais assinalável das acções na jornada das esferas de influência ao serviço da multipolaridade.
Terminado o imperialismo das regras, voltamos ao dos territórios e das fidelidades e a cambada apercebe-se que a eficiência da força não está onde esperava… e entristece.
Para a Europa, querem-na afastada da competição pelo poder, não vá a disciplina que daí derivaria afectar os rmicocosmos em que sempre os esquerdalhos esperam encontrar agasalho.
A Europa, e que logística, produção, ordem de combate, exército, armamento, energia, e povo?
Pois evita!
Porque a malta esquerdeira está ansiosa por que a bandeira do McDonaldes Trampa esvoace por sobre os pinguins da Gronelândia!
E estar sempre a falar da Ucrânia só atrapalha! Deixem lá o Putin e os restantes filhos da Putin ficar com aquilo! Já prometeu Vodka á borla para todos! O que é que querem mais? Francamente!
E o McDonaldes pode voltar a Moscovo! Haverá melhor negócio?
Por falar em Alemanha, não sei do que estavam à espera. Esteve tudo pacífico quando lhes rebentaram o Nordstream e a seguir obrigaram a sancionar as alternativas eléctricas à falta de energia, quando a colónia bombardeou barcos e raptou europeus, quando raptou europeus no reinado de Merkel, quando foi apanhada a espiar a liderança europeia, quando afirmou “que se foda a UE, [Minsk é um disfarce para virar a Ucrânia para leste]”, quando a Alemanha foi ameaçada para não dar asilo a Assange, quando os forçam à farsa do pateticamente alegado não cumprimento do JCPOA, quando obrigaram a UE a salvar a sua banca, quando foram apanhados a espiar a Airbus, quando foram levados ao desastre que foi a captura da Nexperia, quando mal chiaram com gastar 5% em armamento practicamente americano + quase um bilião para deslocar empresas para a américa…
Qual a surpresa do comportamento dos chihuahuas, exactamente? Se pedirem a Gronelândia, dizem que sim, claro.
A culpa é do Putin. E do Fidel.