O Boss, sobre os esbirros de Trump

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  1. Quando Obama deportava números maiores, tava tudo bem. Quando colocava crianças em campos de concentração, ninguém se importava. Quando a polícia treinava com o exército de ocupação colonial; quando bateu e assassinou quem protestava contra um campo de treinos para aplicar as mesmas tácticas em casa, quando os prendeu e levou a tribunal por serem crime organizado; quando o novo holocausto foi apoiado e defendido; quando a liberdade de protestar e de expressar foi forte e violentamente violada em defesa dos crimes confessados da colónia era tudo muito democrático e liberal. Quando se raptaram chefes de estado e se apoia, com base em aldrabices do costume, a destruição de um país de 92 milhões para ver se se distrai de nós, é o sistema de regras. Quando o fascismo regressa a casa, ai o fascismo!, surgiu agora do nada graças ao homem mau!

    Hoje como antes, o boomerang imperial continua a não perdoar.

    «before they were its victims they were its accomplices; that they tolerated that Nazism before it was inflicted on them, that they absolved it, shut their eyes to it, legitimized it, because, until then, it had been applied only to non-European peoples; that they have cultivated that Nazism, that they are responsible for it, and that before engulfing the whole edifice of Western, Christian civilization in its reddened waters, it oozes, seeps, and trickles from every crack.» – Aimé Césaire

    • E quando for, em breve, a vez da Eurolandia entregar à extrema-direita as mesmas instituições que silenciam e detêm protestos, juntam-se a entidades neo-nazis, espiam os seus cidadãos com software do império e da colónia, sancionam juízes do tribunal internacional, e sancionam os seus próprios jornalistas a deixar de existir financeiramente sem crime e sem recurso, depois façam mais umas cançõeszinhas e discursos que de certeza vai mudar.

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