Artistas da política e artistas do subsídio…

Unidos no TV Fest. Uma vez mais a RTP ao serviço de parasitas, dizem-nos que é cultura. Sei onde procurar, ouço o que quero, não preciso que dêem música na Páscoa, muito menos que ressuscitem canastrões frustrados que sairam da ribalta há várias décadas, a quem apenas favores e amizades políticas mantêm o acesso ao palco mediático.
Cantores e demais músicos têm acesso aos apoios que o governo decretou aos portugueses afectados pela presente crise que atravessamos. É lamentável, mas nada surpreendente, o oportunismo agora revelado, do qual muitos respeitáveis artistas já se demarcaram.

Actualização às 16h30 – Avança o Expresso que após um coro de protestos, o evento terá sido cancelado. O Ministério da Cultura permanece em silêncio, provavelmente em ponderação, buscando a melhor estratégia para subsidiar os amigos…

Um inferno português…

A ideia que Holanda e Irlanda são paraísos fiscais, deixa implícita a existência, por simples oposição ao conceito de paraíso, que existirão infernos fiscais. Nada impede os que acusam tais países de concorrência desleal, de passarem a defender que os seus próprios países concorram com os demais. As empresas não são corpos estranhos, seguem a lógica das pessoas, porque até ver, por muito que recorram à robótica ou inteligência artificial, ainda são dirigidas por pessoas. Se um cidadão não encontra condições para se desenvolver numa localidade, desloca-se, de cidade, região, por vezes até de país, emigra. As empresas é igual. Cabe aos governos atraírem investimento, inteligência e capitais, para isso precisam ser concorrenciais. Agilizar processos e baixar impostos. Não acusem empresários de mudarem a sede das empresas, acusem o governo de não ter uma política fiscal que as mantivesse em Portugal. [Read more…]

Todos os empregos importam, mas há empregos mais importantes que outros…

Causaram indignação as palavras do CEO da padaria portuguesa. Já se sabe que o rapaz tem dificuldade em passar a mensagem, que nem interessou muito à maioria, ávida por bater no mensageiro. Era o que faltava um patrão ter dificuldade em pagar salários ou ameaçar despedir. O governo já indicou o caminho às empresas, endividem-se e logo se vê. A conta há-de chegar.
A cereja em cima do bolo para a turba que exulta com o aproveitamento da crise que atravessamos para promover a sua agenda ideológica, foi a graçola do primeiro-ministro dirigindo-se ao líder da Iniciativa Liberal, sugerindo que mudasse o nome para Iniciativa Estatal, a qual mereceria logo ali a resposta que após impor restrições aos portugueses, António Costa faria bem promover a mudança de nome do partido que lidera para Partido Fascista. [Read more…]

Joe Biden


Salvo algum imponderável, Joe Biden terá garantido ontem a nomeação pelo partido Democrata à candidatura a presidente dos Estados Unidos da América. O antigo vice-presidente de Barack Obama obteve três vitórias esmagadoras nos estados da Florida, Illinois e Arizona sobre o opositor Bernie Sanders e só não foram quatro porque o governador republicano do Ohio adiou à última hora as primárias para Junho, decisão bastante controversa que agradou aos apoiantes do senador do Vermont, tendo a sua porta-voz elogiado a decisão. [Read more…]

Caminho perigoso…

Tenho vários amigos brasileiros, há uns tempos brincando com um deles por saber que tinha votado Bolsonaro, me respondeu, “eu não sou Bolsonaro, como eu, somos milhões. A gente não quis eleger Bolsonaro, era mesmo qualquer um, o que a gente queria mesmo era correr com o PT do poder. Já não os suportávamos…”
Ontem lembrei-me desse amigo a propósito desta notícia. O fanatismo de quem nos (des)governa e tenta impor uma agenda é de tal ordem, que mais dia menos dia, os portugueses acordarão da letargia em que mergulharam e irão livrar-se destes trastes, só que provavelmente não será para eleger quem estiver de turno na liderança do PSD, que todos sabem há décadas, ser mais do mesmo. Exemplos não faltam por esse mundo fora…

Tal como o algodão, o PSD nunca engana…

Pelo menos a mim deixou de enganar após 2002, quando um cherne de má memória chegou ao governo e não cumpriu a promessa eleitoral do choque fiscal. Mais tarde, sob a liderança de Pedro Passos Coelho, ofereceu aos portugueses um brutal aumento de impostos. Hoje, com o pretexto das contas certas, sob a liderança de Rui Rio, deu uma mãozinha ao governo, recusando descer o IVA na electricidade, à semelhança do que Manuela Ferreira Leite havia feito em relação a impostos durante o governo de José Sócrates.
Em matéria de esbulho aos rendimentos dos cidadãos, não encontro diferenças substanciais entre PS e PSD. E mesmo que algum líder do PSD no futuro faça promessas eleitorais, o histórico recomenda cepticismo, porque credibilidade é algo que não abunda no partido laranja.

Esta saiu mal a André Ventura…

Joacine Katar Moreira avançou com uma iniciativa que me parece descabida de razoabilidade, mas sendo uma proposta política, merece naturalmente a meu ver reprovação política. André Ventura na busca de protagonismo avançou com uma resposta parva e xenófoba, ao afirmar que a deputada eleita pelo Livre deveria ser deportada para a sua terra. Aguardo próximos deslizes do deputado eleito pelo Chega para perceber se além de xenófobo, também é racista. Não tenho qualquer dúvida que a sua tentativa de graçola saiu totalmente ao lado, acabando por funcionar como idiota útil para Joacine, que além de vítima neste episódio, ganhou força na disputa que o partido mantém com ela, tornando mais difícil que lhe seja retirada a confiança política.

Socialismo sem contas feitas…

R.I.P. Kobe…

Espaço político não socialista…

Optei esperar pelo congresso do CDS/PP para escrever este post, sobre o espaço político não socialista. Se preferirem, espaço político à direita do PS, pessoalmente não me revejo na dicotomia esquerda/direita, fruto da revolução francesa, já lá vão mais de 2 séculos.
Após as últimas legislativas, que resultaram na vitória e reforço político do PS, liderado por António Costa, o panorama político português alterou-se de forma substancial. Se é para ficar ou foi mera conjuntura, veremos o que nos reservam eleições futuras. Para já o que temos é um governo liderado pelo PS, com maior ou menor grau de influência dos partidos à sua esquerda, sem alternativa política de governo. [Read more…]

Legitimidade dos mandatos parlamentares

Não me identifico com o Livre, nem simpatizo politicamente por aí além com Rui Tavares e ainda menos com Joacine Katar Moreira, em quem jamais votaria. Mas isso é irrelevante para a questão que me leva a escrever estas linhas.
O partido Livre aposto na deputada para conseguir finalmente entrar no parlamento, objectivo que o seu líder e fundador falhara nas anteriores legislativas. Uma vez eleita a deputada e garantida a subvenção estatal, entram num processo autofágico, que inevitavelmente acabará mal para todos, talvez pior para o partido que se tornará irrelevante no futuro. Joacine Katar Moreira, se quiser, poderá andar por aí, não lhe faltarão oportunidades dentro ou fora da política, eventualmente acabará no PS, preenchendo um nicho eleitoral que garante alguns votos. [Read more…]

Também quero saber o que se passou, mas tudo o que se passou…

Alguma esquerda, em particular a folclórica, protesta contra os órgãos de comunicação social, em particular os que se dedicam a analisar fenómenos criminais, pelo facto de não noticiarem o suposto assassinato de jovem cabo-verdiano em Bragança, por habitantes locais.
Concordo em absoluto, mas quero saber os factos todos, não apenas parte da história, contada a partir de determinado ponto. O que terá levado uma dezena de cidadãos a espancarem outro? Terá sido um problema de cor de pele? Terá existido alguma acção ou ameaça prévia, por parte da vítima que motivou e exacerbou a reacção dos agressores? É frequente em Portugal, grupos de pessoas espancarem alguém apenas por ser diferente? [Read more…]

Feliz Natal

Países desenvolvidos não são para governo de marxistas…

Apesar dos britânicos estarem fartos das trapalhadas políticas dos conservadores, apesar do Brexit, apesar da impopularidade do político errante Boris Johnson, os eleitores do Reino Unido deram uma derrota colossal à esquerda radical, liderada pelo marxista Jeremy Corbin, provavelmente o pior resultado do labour desde a 2ª guerra mundial. Longe vão os tempos de Tony Blair, os militantes trabalhistas podem agora escolher continuar o caminho que os leva ao precipício, ou regressarem ao bom senso e voltarem a merecer a confiança da sociedade britânica.
Faço votos para que do outro lado do Atlântico, o partido democrático não caia na tentação de eleger Sanders ou Warren, oferecendo de bandeja mais 4 anos a Trump. Por muito graves que sejam os problemas no presente, não é com ideologias do passado, que serão resolvidos. No século XXI ninguém quer ser governado por socialistas de inspiração marxista, pelo menos nos países desenvolvidos.

A música portuguesa ficou hoje mais pobre…

José Mário Branco foi um músico excepcional.
R.I.P.

Abstenção

Seriedade política seria financiar os municípios em função do número de votantes em vez do número de eleitores…

Boas notícias para a liberdade…

Enquanto eleitor em Lisboa, fico satisfeito por ter votado na IL. Principalmente por perceber a irritação em alguns talibãs do politicamente correcto, do PSD à extrema-esquerda…

Para ver e reflectir…

O vídeo da polémica música de Valete.

Declaração de voto

Decidi votar na Iniciativa Liberal, porque gostaria de ver mais partidos representados no parlamento. Não me revejo na actual Constituição da república portuguesa, não acredito no sistema político, mas é o que temos, não acredito que algo vá mudar nos próximos tempos, porque há demasiados interesses instalados a viverem à sombra do Estado. De empresários a subsidio-dependentes, passando por uma intocável casta de funcionários e políticos, são milhões à sombra do Estado, que se financia à custa do verdadeiro investimento e iniciativa empresarial, ou dos rendimentos do trabalho. [Read more…]

Não há regra sem excepção

Desta vez, completamente de acordo com Raquel Varela…

Madeira, as eleições que todos perderam…

-Bem sei que em eleições há sempre quem interprete os números da forma que lhe convém, procurando exaltar a derrota do adversário, mesmo que não tenha razões para cantar vitória.
-O PSD perdeu a maioria, para governar precisará uma coligação ou acordo pós-eleitoral com o CDS.
-O PS apostou forte na vitória, sonhou que poderia ultrapassar o PSD ou no mínimo construir uma geringonça. Apesar do crescimento, perdeu.
-O CDS viu fortemente reduzida a sua representação parlamentar, apesar de se ter tornado indispensável à formação do próximo governo regional. Perdeu.
-A CDU conseguiu eleger in extremis 1 deputado, o que lhe valeu ainda assim ficar à frente do partido rival à esquerda. Perdeu.
-O BE foi riscado do mapa parlamentar regional madeirense. Foi o grande derrotado, porque além de ter perdido, passou a ser irrelevante.
-O PAN continua irrelevante na Madeira. Perdeu.
-O JPP, partido com expressão na região autónoma, também perdeu 2 deputados.

(mau) resultado da opção ideológica de Costa y sus muchachos

A factura, essa será paga pelos suspeitos do costume, os contribuintes…

E que tal voltarmos à idade da pedra?

-Defende-se a aposta nos carros eléctricos, mas combater em simultâneo a exploração do lítio. São os mesmos que anteriormente combateram a prospeção do petróleo, enquanto defendiam a redução da factura energética. Ao que parece temos barragens a mais, provavelmente o Alqueva nem deveria ter sido construído, bom mesmo era continuarmos a importar azeite, porque isso de exportar é uma opção política discutível… Claro que algumas alminhas mais exaltadas não se ficam por tiradas mais ou menos divertidas, procuram mesmo impor uma agenda, proibindo o consumo de carne e promovendo o veganismo. Nada contra cada um comer o que quiser, mas porque me estou nas tintas para estes talibãs, hoje almocei um excelente naco na pedra e agora se me dão licença, termino o post porque à minha espera para jantar tenho um bacalhau à lagareiro…
Um conselho, vivam a vossa vida, desfrutem, sejam felizes, mas não tentem impor aos outros a vossa agenda, porque nem todos estão interessados. Pela minha parte, ide-vos…

Quotas raciais…

Segunda-feira – Febras de porco bísaro
Terça-feira – Costeleta de malhado de Alcobaça
Quarta-feira – Lombinho de porco ibérico
Quinta-feira – Posta mirandesa
Sexta-feira – Naco de vitela barrosã
Sábado – Bife alentejano
Domingo – Medalhões de vitela açoreana

Ser do contra…


Ao que parece protesta-se contra a exploração de lítio em Portugal. Na sua maioria serão os mesmos que protestaram anteriormente contra a pesquisa de petróleo ou insultaram quem ousasse sequer discutir sobre uma eventual opção nuclear. Também condenam o consumo de carne, defendem a diminuição da criação animal, o fim dos eucaliptos que alimentam as celuloses, criticam a cultura do olival. Também são contra o turismo, aviões, automóveis e indústria em geral, assim de repente não me lembro de alguma que seja do agrado desta gente, à excepção dos computadores, smartphones e gadgets tecnológicos. Ainda não consegui perceber se querem mais subsídios da U.E. ou regressar à idade da pedra.
Portugal está longe de ser um país do terceiro mundo, em que cada um faz o que quer, tem na sua legislação preocupações ambientais, mas há quem esteja sempre contra tudo o que sai da agenda que tentam impor. Depois admiram-se quando o povo se farta e elege políticos que roçam a boçalidade.

Temas da silly season – II

Ao que parece o BE pretende cancelar a visita do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, a Portugal, por não o considerar bem vindo. Nada que surpreenda vindo de quem pratica o folclore político. Como se fosse possível ignorar os 500 anos de história comum, as centenas de milhares de portugueses que vivem no Brasil, os brasileiros que vivem em Portugal, a língua, tudo porque os meninos amuaram quando os brasileiros elegeram quem bem entenderam, como se nós não fizéssemos o mesmo, quer os outros países gostem ou não das nossas escolhas democráticas enquanto povo livre. A democracia tem destas coisas, claro que percebo a dificuldade dos que tentam impor uma agenda à sociedade em lidarem com a divergência.
Não vou gastar uma linha em defesa de Jair Bolsonaro, estou-me nas tintas para o político, interessa-me mais o que se passa cá no rectângulo, em matéria de relações entre estados, os políticos passam, os países ficam. Os meninos mimados da política portuguesa precisam crescer e aprender…

Temas da silly season…

Chego tarde ao assunto da silly season, porque só hoje o li, e nem pretendo entrar na discussão sobre o texto de Maria de Fátima Bonifácio, vou passar ao lado do coro de indignados e virgens ofendidas, regra geral em Portugal nesta matéria reina a hipocrisia e abunda a ignorância e pouco me interessa o pensamento da senhora, que afinal representa quem? A mim, de certeza que não.
Ao que parece há quem defenda que o problema da integração dos ciganos e africanos se resolve com quotas. Quanto aos primeiros, será lógico que pergunte, mas quais ciganos? Os que teimam continuar nómadas? Ou aqueles que estão perfeitamente integrados na sociedade? É que os últimos não representam os primeiros, até se desprezam mutuamente. E se formos falar em africanos, deixem que pergunte, quais? Os angolanos? Os cabo-verdianos? Os guineenses? Os moçambicanos? Basta visitar um bairro na periferia de Lisboa para perceber que não frequentam os mesmos estabelecimentos, muitas vezes nem se misturam. E se mergulharmos um pouco mais fundo, acabamos a perceber que entre negros de pele mais escura e mulatos por vezes também se gera fricção. Antes de mandarem bitaites, há que perceber a realidade do outro. [Read more…]

Este país não é para as pessoas…

Começo por dizer que não tenho qualquer interesse no prédio Coutinho em Viana do Castelo. Não conheço quem lá habite, não visito a cidade há cerca de 20 anos, escrevo por isso com total distanciamento e isenção sobre este assunto.
Ao que parece o município com o apoio do Estado, decidiu que uma obra devidamente licenciada, vendida aos proprietários há vários anos, por uma questão estética, estamos então a falar de gosto, o que é sempre discutível, deveria ser demolida e decidiu expropriar os proprietários. Não dei conta que alguém tivesse sido acusado pelo licenciamento ou construção da obra, nada pende sobre o construtor ou autarcas, mas sobre os proprietários que um dia compraram a sua habitação.
Pior, como vivemos num país onde existem sempre dois pesos, duas medidas, sempre que um proprietário pretende expulsar inquilinos para rentabilizar imóveis, aqui d’el rey que não pode ser, imediatamente a indignação toma conta dos noticiários, normalmente com o apoio de políticos ávidos por recolher uns votos na mercearia do bairro. Neste caso, o Estado pratica bullying sobre pacatos cidadãos e ninguém se parece importar por aí além. Se os vários municípios demolirem todos os mamarrachos que se construíram em Portugal nos últimos 50 anos, posso compreender a medida, de contrário, porquê apenas o prédio Coutinho? Porquê este desbaratar de dinheiro do contribuinte em indemnizações e realojamento?

Imagem superior: prédio caixa geral de aposentações – Viseu.
Imagem inferior: prédio com vista serra – Covilhã.

Sobre o PAN

15 – O PAN defende a criação de um serviço público de saúde eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas e terapias alternativas, de qualidade e eficácia comprovada e exercidas por pessoas habilitadas, como a homeopatia, a acupunctura, a osteopatia, o shiatsu, o yoga, a meditação, etc. Estas opções, bem como os medicamentos naturais e alternativos, devem ser igualmente comparticipados pelo Estado.
(retirado da declaração de princípios do PAN)

Até aqui não liguei pevide ao PAN, partido com 1 deputado eleito na A.R. que vai debitando teorias com as quais genericamente não concordo. Mas 5% de votos nas últimas eleições para o Parlamento Europeu fizeram com que olhasse um pouco mais atentamente para perceber ao que vêm. Nada tenho contra o veganismo, desde que seja opção individual, tal como nada tenho contra homossexuais, alcóolicos, drogados, religiosos ou ateus. Por mim, cada um viva a viva como entender e que no final todos se sintam felizes. Ao PAN repugna a ideia de comermos carne, segundo a declaração de princípios da seita, ainda não estamos preparados para abandonar os hábitos alimentares, mas assumem que irão procurar progressivamente mudar a nossa forma de viver. A mim repugna-me mais proporem no parlamento que os portugueses através do SNS tenham que pagar crenças que cientificamente estão longe de comprovadas. E já que é sábado, aproveito para desejar um bom fim de semana, vou almoçar uma excelente picanha e quero que o PAN se…

O custo do voto

Uma análise interessante.