Sábios e adivinhos

“O Homem tornar-se-á incomensuravelmente mais forte, mais sábio e mais subtil; o seu corpo tornar-se-á mais harmonioso, os movimentos mais rítmicos, a voz mais musical. O tipo humano médio elevar-se-á às alturas de um Aristóteles, de um Goethe, ou de um Marx. E acima deste cume novos picos se erguerão”.
Trotsky, 1925

Processo nº 6348/18.0T9VNG: Eduardo Vítor de Almeida Rodrigues

Departamento de Investigação e Ação Penal Regional do Porto
1ª Secção – Porto – Crime Económico-Financeiro e Crime Violento

Processo nº 6348/18.0T9VNG
Data: 18-11-2020

“Declaro encerrado o inquérito.
Em processo comum, perante tribunal singular, o Ministério Público acusa

Eduardo Vítor de Almeida Rodrigues, casado, professor do ensino superior, nascido em 30/03/1971, natural de Miragaia, Porto, filho de (…), titular do CC nº (…), com domicílio profissional na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Rua Álvares Cabral, 4400-017 Vila Nova de Gaia,

Porquanto:

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Modernidade líquida

Não vai há muito que alguns jornais eram farrapos panfletários do neoliberalismo passista, pafiento e troikano, opressores do proletariado de sofá e mariscada no gaveto. Agora são “informação científica” certificada e consensual, com carimbo diabético.

Como classificar-te, miserável?

Fascismo pós-humanista

Ainda que imposta sob os auspícios de uma estratégia linguística e semiótica diversa, o que é a Pandemia senão o aprofundamento da biopolítica da Austeridade? Qual a verdadeira filiação das práticas e discursos de demolição material e imaterial das instituições – o cidadão, a família, os rituais, as leis?
Não há descontinuidade material, nem ideológica, entre o estado de excepção que corporizou as políticas ditas de Austeridade e a criação de uma Pandemia que não apenas as aprofunda, mas as eleva a um patamar de total demolição institucional e definitivamente conquista e subjuga o último reduto da liberdade simbólica do Homem enquanto Ser Vivo.
A nova ordem é um pós-humanismo e uma luta desigual pela própria liberdade da Alma.

Teófilo

Teófilo, Amigo de Deus. Rei das Antas.

Suar a Camisola NOVE ao serviço de Portugal