Os fascistas

  • Os fascistas de esquerda são piores do que os de direita pelo elementar motivo de terem mais poder.
  • AG – com um discurso de fascismo larvar – faz de MRS um Homem de Estado. Justifica totalmente o desprezo do couto mafioso urdido na toca do Rato e na Suíça, couto cujo fascismo é assumido, totalmente legítimo e com respaldo normativo com jurisprudência fixada. À martelada.
  • Chega a ser doloroso ouvir MM, cujo discurso fascista não é larvar, mas ostensivo, saído do armário aos trambolhões. Do mesmo armário onde habita a corja de bufos burgueses atingidos pela diabetes e pela necrose que invadiu a cultura e, pior do que isso, a Escola. Numa palavra: fascistas, cobardes e parasitas.
  • Os liberais venderam-se à narrativa Covid. É congruente, uma vez que essa é uma narrativa do mercado. Mas é mentira. O que faz dos liberais mentirosos. O que é congruente.
  • AG disse que leu o artigo do professor JT. Mas por aí se ficou. Leu. Enquanto espia experiente das festas de embaixada – frequentada por toda a espécie de animal pedante -, AG conhece melhor do que quase todos nós o holocausto em curso. Mas decidiu calar-se quando não decidiu pior: mostrar-se.

O nojo é uma enfermidade com origem biliar ou hepática. Deve prevenir-se com banhos de lama, férias em altitude, clisteres de Carvalhelhos em casca de limão e, sobretudo, reserva. Muita reserva.

Tino é uma false flag cozinhada no Rato. Vamos todos morrer, facto já conhecido desde Darwin e claramente previsto aquando da descoberta – e domínio – do fogo. Mas não vamos morrer em Peniche.

Nas presidenciais, vou votar nos velhos que morreram nos lares. À sede.

Le Quatre Cents Coups

Le Quatre Cents Coups é um filme de 1959, realizado por François Truffaut, que retrata a vida atribulada e subversiva de um jovem parisiense cujo temperamento o coloca em luta permanente com a figura da autoridade, representada nos seus pais e nos seus professores.
Antoine Doinel – assim se chama o jovem – cresceu na cidade de Paris durante a década de 50 do século XX, revelando, no seu desenvolvimento e diálogo com o mundo, um grau acentuado de incompatibilidade entre a sua natureza intrínseca e as figuras, dispositivos, códigos, instituições e estruturas normativas representativas do poder ortopédico. O seu confronto com esse sistema de produção dos corpos, controlo, vigilância e punição, constitui um exemplo paradigmático das tensões que naturalmente se geram no embate entre a liberdade do indivíduo, enquanto Sujeito soberano de toda a sua potência vital, e os mecanismos sociais e institucionais de adestramento e constrangimento dessa liberdade e dessa potência, colocados em prática e acção repressiva em nome de uma Ordem necessária ao funcionamento do organismo social e ao exercício do verdadeiro e legítimo poder soberano, exercício esse cuja exclusividade pertence ao Panóptico, ao sujeito detentor do monopólio da violência legítima, corporizado pelo Estado Civil.

Paradigmas jurisprudenciais

Quanto ao Estado de Direito, Portugal parece agora inspirar-se no paradigma angolano – com alguns traços doutrinários da Serra Leoa -, embora se tenha consensualizado na jurisprudência um uso ainda moderado da catana, que não da lobotomia.

Fernando Nobre sobre a “pandemia”

“Um ataque frontal aos Direitos, Liberdades e Garantias dos Cidadãos”.

É preciso defender a Democracia

Os acólitos das «teorias da conspiração», os «anti-vacinas» e os «fake newers» já se preparam para criticar os nossos incansáveis governantes e os seus especialistas científicos que estudaram vários anos nas universidades superiores, quase todos pessoas que vão à televisão, a propósito de questões de lana-caprina relacionadas com a vacina para a Covid-19.

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O céu facultativo

Na escola, a disciplina de Cidadania é obrigatória e a miudagem faz educação física de máscara, mas a cura para a maior peste que algum dia assolou a humanidade é “facultativa”. Trata-se de cognição quântica, processos de decisão inspirados nos diários de Schrödinger.

Tempos de Esperança

Tempos de esperança, estes, que nos traz a Ciência, e a sabedoria dos nossos Governantes.
Com a vacina da COVID-19 produzida e disponibilizada pelo mercado em tempo recorde – assinale-se que no início desta tremenda e mortífera Pandemia falava-se em ano e meio, no mínimo, para a produzir -, eis que, em face da urgência sanitária global e do sofrimento que tantos dos nossos semelhantes provam, por culpa da inédita bestialidade do vírus, a indústria e o incansável altruísmo dos seus epidemiologistas, biólogos, virologistas e outros profissionais da linha da frente, lançaram mãos à obra e criaram um verdadeiro milagre científico, cujo reconhecimento não poderá ficar aquém da mais inclinada vénia moral de todos nós.
É hora, assim, de felicitar os nossos representantes eleitos e os seus sábios, por esta magnífica VITÓRIA. Algo que ficará a marcar não apenas as suas histórias pessoais, mas que contaminará a própria memória humana para todo o sempre. Estamos certos de que, para dar o EXEMPLO e estimular um rápido regresso à normalidade de sociedades inteiras encarceradas há tantos meses, ninguém se importará que sejam eles, os governantes e os seus cientistas, e os seus filhos, os primeiros a ser vacinados com a poção descoberta, começando a imunização pelo topo da hierarquia do Estado e percorrendo depois todos os deputados da Assembleia da República, e respectivas famílias. Bem o merecem pelo esforço ao povo dedicado há tantos meses. Obrigado a todos! Venceremos este vírus!

Narciso Yepes no Japão

https://www.dailymotion.com/video/x1aqs0

Que maçada, o fascismo

Tão inconveniente. Quer dizer, é uma chatice. Uma espécie de escândalo.

Náusea

É verdade que isto mete nojo, mas ainda não o suficiente.

Jorge Nuno Pinto da Costa

De que é que o senhor Jorge Nuno Pinto da Costa está à espera para sair em defesa de Rui Pinto? Como é que V. Exa. julga que a História o vai tratar?

O Poder dos 22

Este é um princípio aplicável a todos os sistemas sociais e políticos derivados da geometria do duplo cubo, matriz da civilização judaico-cristã e também conhecida por Cabala – o Poder dos 22 (As 22 letras do alfabeto – 2020 é ano curioso):
– o “eleito” não pode ser julgado pelos homens nem pelas suas instituições, a não ser em casos absolutamente singulares, quando a acção desse “eleito” colocou em risco a estabilidade do próprio sistema – o Radical Livre. E mesmo aí, em sua defesa se ouvirão várias Hierarquias de Anjos.

Tribunal de Contas arrasa Câmara de Gaia

RELATÓRIO Nº 13 /2019

(…)

16 – CONCLUSÃO

De tudo o transcrito, não se pode concluir no sentido de que a verificação interna da presente conta reúne as condições para a homologação pela 2.ª Secção, conforme artigo 53.º, n.º 3, da LOPTC, já que, as situações descritas nos pontos 9 e 10 deste Relatório (ver também Mapa de Eventuais Infrações Financeiras) consubstanciam infrações financeiras.

17 – VISTA AO MINISTÉRIO PÚBLICO

Do Projeto de Relatório de verificação interna de conta foi dada vista ao Ministério Público no TdC, nos termos do disposto no artigo 29º, n.º 5, da LOPTC. A Excelentíssima Senhora Procuradora-Geral Adjunta emitiu o Parecer do Ministério Público n.º 67/2019, concluindo que, No PR ficaram evidenciadas duas situações que podem ser analisadas numa perspetiva de possível efetivação de responsabilidade por infrações financeiras. Contudo, só uma análise mais detalhada de toda a documentação relacionada com as irregularidades apontadas, bem como sobre a intervenção concreta de cada um dos indigitados autores e da sua eventual culpa, poderá o Ministério Público tomar uma posição definitiva sobre as situações descritas no PR.

Nestes termos, por ora, nada mais temos a acrescentar sobre a matéria em causa nos autos.”

Leia aqui o Relatório completo.

O regresso de Esopo

 

Em Julho de 2017 houve um rapaz que citou aqui Esopo da seguinte maneira:

“Os mentirosos conseguem apenas uma coisa: é a de ninguém acreditar neles quando disserem a verdade.”

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José, chama o António

A divulgação dos nomes de membros do Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa, com indicação das respectivas Oficinas, foi feita por um “anónimo” na caixa de comentários de um blogue, no dia 1 de Agosto de 2012. Há pouco mais de 7 anos atrás.

Quem tinha acesso a esta informação?

Eu digo-vos: a Secretaria do Grande Oriente Lusitano e o Grão-Mestre.
Quem é responsável pela “fuga” de informação?
Eu digo-vos. 

Diálogos da vagina


Porfírio Alves Pires (1944-2019)

“Discurso sem verdade e sem ética,
sem razão e sem sentido,
sem princípio e sem fim.
Antes do sempre lá está movente, fluído,
agarrado ao improvável.”

Porfírio Alves Pires
“A Rutura do Improvável
dizia o homem”
2015, Chiado Editora

“Porfírio Alves Pires nasceu em Montalegre.
Fez parte da vaga de emigração clandestina nos anos sessenta.
Trabalhou e estudou e trabalhou em Paris, tendo também ensinado “desenho de observação”.
Depois, em Portugal, coordenou uma equipa de projeto num “bairro da lata”. Nos anos setenta, disso falou nas faculdades de Arquitetura de Genebra e Turim e no Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa.
Sobre isso escreveu e publicou.
Nos anos oitenta, regressou à escrita, agora sobre artes visuais, colaborando em publicações periódicas, entrevistando pintores e escrevendo textos de catálogos.
Nos anos noventa voltou ao ensino, nas áreas de desenho e projeto, monitorizando agora aulas de pintura numa Universidade Sénior.
E sempre o desenho e a pintura. Expôs pela primeira vez, coletivamente, em 1966 e regularmente a partir dos anos oitenta.
E sempre a escrita. Publicou, pela primeira vez, num jornal regional, no final dos anos cinquenta e agora vai continuando.”

Óleo sobre tela de Porfírio Alves Pires.

 

O Firo é um dos mais altos representantes da civilização de Montalegre.

Merece, agora que se embrenhou “nas aparências da morte”, que a Nação Barrosã lhe reconheça o incansável labor, o talento, a coragem, a generosidade e o Amor que dedicou à Vida, sob os auspícios do Deus Larouco donde, sussurrou um dia, se via o Mar.

Bruno Santos
24 de Dezembro de 2019

 

 

Dra. Ana Gomes

Venha cá abaixo. Deixe lá Angola. Cumpra o seu dever.

A festa de Macau

O Portugal institucional não foi convidado. Mas vão lá estar os filhos de Lisboa, criados dos ingleses, a canga do Bairro Alto, os podadores da Árvore. Há gente que, numa só noite, queima 20 ou 30 milhões de euros na roleta e no meridiano do fígado, enquanto o Centeno se enfrasca com água tónica num hotel de Bruxelas e manda dizer ao Dr. Costa que não há dinheiro.

#VERGONHA

E se o Senhor Presidente da Assembleia da República tiver feito de propósito?

A Loja Maçónica do Hospital de Gaia

A nova sede da Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Gaia tem um chão inspirado nos templos maçónicos.
Não deveria. Não fica bem, nem honra, os homens bons. É que no corredor das Urgências há gente estendida a mijar-se sem se poder mexer e sem que ninguém repare, ou a morrer em macas sem que ninguém note.

Tende vergonha nessa cara. Ponde a venda no Coração.

 

O recibo de vencimento dos liberais

Alguns “liberais” ainda não perceberam que o que permite a uma empresa pagar salário a um homem é esse homem ter abdicado, em nome da sua segurança e da civilização, do direito natural a tomar posse da empresa e do que ela afirma, com base em convenções jurídicas artificiais, ser sua propriedade.

Tiago Braga

Tiago Braga, presidente da Metro do Porto

 

Acabo de sair do Debate Instrutório do Processo Judicial que Tiago Braga, presidente da Metro do Porto, me moveu, a propósito de um artigo que escrevi sobre o vergonhoso processo disciplinar que me foi instaurado no PS Porto (permaneço militante de pleno direito, com quotas pagas até 2022). A instrução foi pedida por Tiago Braga, depois de o Ministério Público ter decidido pelo arquivamento.

O corajoso Tiago Braga não apareceu.

Nos vários processos judiciais que me foram movidos por Eduardo Vítor Rodrigues (presidente da Câmara de Gaia), Albino Almeida (presidente da Assembleia Municipal de Gaia), João Paulo Correia (ex-futebolista, presidente de Junta e Deputado) e Tiago Braga (ex-chefe de gabinete de Vítor Rodrigues e presidente da Metro do Porto), os acusadores são todos representados, com a excepção de JPC, pela mesma sociedade de advogados e pelo mesmo advogado – Carlos Dias.

Carlos Dias, Advogado. Sócio da CCSM (Caldeira, Cernadas, Sousa Magalhães e Associados)

Até há pouco tempo, o Curriculum Vitae público de Carlos Dias continha a informação de que o causídico pertencia à “Ordem dos Templários”.

Essa informação já não consta do referido Curriculum público.

Desde que Eduardo Vítor Rodrigues foi eleito presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a sociedade de advogados a que pertence o Dr. Carlos Dias já facturou cerca de 500.000,00 euros, em ajustes directos, só com o município gaiense. Sendo o Dr. Carlos Dias advogado e, portanto, conhecedor da Lei, presume-se, evidentemente, que todos estes ajustes directos sejam legais.

Ajustes Directos no valor de cerca de 500.000,00€

O futuro do PS

Medina é apoiado pela corda Maçónica lisboeta, vendida e estrangeirada. É necessário derrotá-lo politicamente. Não estritamente por ser apoiado pela corda Maçónica lisboeta, vendida e estrangeirada, mas por ser nulo. Absolutamente nulo. E pernicioso por isso.

Medina não defenderá Portugal.

O grande demagogo

É preciso evitar que este demagogo chegue a Secretário-Geral.

A primeira fila

A primeira fila do grupo parlamentar do PS é pungente. Não admira que tenham medo do Dr. Ventura.

Hong Kong

Que grande aula de Civilização está a ser dada em Hong Kong.

Apologia do Voluntariado

O voluntariado, assim como o serviço pro bono, destina-se, geralmente, a prestar ajuda aos necessitados ou a causas frágeis que sem esse auxílio encontrariam inultrapassáveis dificuldades de sobrevivência. É o caso de uma grande parte das “startups” da Web Summit, as quais nascem quase todas de cesariana e com malformações congénitas e desaparecem ao fim de alguns meses em funerais invisíveis.
Por artes misteriosas de metempsicose e transmigração aparecem na Web Summit seguinte com nova “app” andróide revolucionária, daquelas que provam que a água é molhada ou fazem disparar um alarme no smartphone a avisar que é hora de cortar as unhas ou passear o cão.
Acometidas de fatal sucesso, tombam outra vez mortas.
O ciclo, ou melhor dito, o Circo, repete-se em rotina algorítmica. O Estado apõe a sua chancela em camisolas de 800 euros que um “bate-punho” internacional manda urdir no Vietname. Chamam-lhe “futuro”, mas não é.
O futuro pertence ao Deus parido na calçada e salvo do contentor do lixo por um empreendedor de rua que lá tentava matar a fome.

Tolentino será Papa

Pedro Bingre do Amaral fez ontem um esforço tremendo, nas declarações que proferiu pelo Canal 2, para evitar dar razão póstuma e apócrifa a Angela Merkel, Passos Coelho e Vítor Gaspar. E, já agora, a António Costa.
É verdade que usou o termo “frugalidade” em vez de “austeridade”, precisão linguística com que procurou contornar o determinismo escatológico e judaico-cristão da Goldman Sachs, inflectindo para uma epistemologia neo-budista, com crescente aceitação, aliás, entre os filhos da encriptação dos dados com que Deus, segundo dizem, nunca jogou.

Concluiu, sem surpresa ou desilusão, que os pobres devem manter-se assim, pobres. E que o seu número deve diminuir por via do controlo vital, ou seja, esperando que os que existem morram e impedindo que, antes disso, se reproduzam. Nem que para tal seja forçoso vaciná-los contra o bicho mau.

Não é certo que não tenha razão.
Não se percebe, aliás, nada disto.

Entretanto a vida, essa brutalidade carbónica, emergiu em Lisboa de um caixote do lixo pelas mãos, precisamente, de um frugal.
Tolentino será Papa.

O Concílio

A Web Summit é um acontecimento relevante sob vários pontos de vista. Para Portugal é-o duplamente, uma vez que é aqui que se realiza, sendo que esse facto é visto e tido como uma vantagem pela generalidade dos agentes do poder.

Em nada isto contraria o facto de se tratar de uma assembleia evangélica, similar, em todos os aspectos fundamentais, a uma cerimónia de culto religioso, promovida e levada à prática segundo códigos, símbolos, discursos, encenações e rituais em tudo semelhantes aos que as maiores igrejas utilizam nas suas próprias celebrações e estratégias de evangelização.

Não sendo isto, à partida, bom nem mau, é assim. Tudo na Web Summit está de acordo com os princípios reguladores de uma cerimónia extática, hipnótica e persuasiva, cujo propósito é unir em torno de uma verdade sacra e de uma vontade de transcendência, a enorme massa de almas hoje rendidas ao esplendor universal da máquina.

Repete-se: isto não é, à partida, nem bom, nem mau. Há quem ache que é bom e há quem ache que é mau. O que é mau, por ser injusto, é negar à Web Summit o seu lugar de direito na História da Magia e na Antropologia das Religiões. Porque esse é um truque que os “tecno-laicos” utilizam recorrentemente para ocultar o seu monoteísmo visceral, a sua religiosidade fanática e a sua intolerância irredutível.