Modernidade líquida

Não vai há muito que alguns jornais eram farrapos panfletários do neoliberalismo passista, pafiento e troikano, opressores do proletariado de sofá e mariscada no gaveto. Agora são “informação científica” certificada e consensual, com carimbo diabético.

Como classificar-te, miserável?

Fascismo pós-humanista

Ainda que imposta sob os auspícios de uma estratégia linguística e semiótica diversa, o que é a Pandemia senão o aprofundamento da biopolítica da Austeridade? Qual a verdadeira filiação das práticas e discursos de demolição material e imaterial das instituições – o cidadão, a família, os rituais, as leis?
Não há descontinuidade material, nem ideológica, entre o estado de excepção que corporizou as políticas ditas de Austeridade e a criação de uma Pandemia que não apenas as aprofunda, mas as eleva a um patamar de total demolição institucional e definitivamente conquista e subjuga o último reduto da liberdade simbólica do Homem enquanto Ser Vivo.
A nova ordem é um pós-humanismo e uma luta desigual pela própria liberdade da Alma.

Teófilo

Teófilo, Amigo de Deus. Rei das Antas.

Suar a Camisola NOVE ao serviço de Portugal