Evangelização científica new age

A Scientific American não vende Ar de Fátima, mas vende milagres.

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Prós e Contras das Vacinas

Um dos cientistas participantes do último Prós e Contras da RTP sobre a questão das vacinas, é financiado pela fundação de Bill Gates.

A actual discussão pública em torno da questão das vacinas revelou, mais uma vez, algumas características muito peculiares desta sociedade “democrática”, nascida com o 25 de Abril de 1974. Se durante a Ditadura havia dogmas indiscutíveis, como Deus ou a Pátria, a Democracia trouxe-nos o ar fresco de outros dogmas indiscutíveis. Não falemos da “Crise Permanente”, nem da “Dívida Eterna”. Atentemos, por ora, na absoluta e inviolável segurança científica das vacinas e na infalibilidade da Ciência, coisas da ordem do dia.

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O Método Científico

Nos últimos oito dias, o Instituto Doutor Ricardo Jorge registou apenas um caso [de Sarampo] confirmado novo. O que significa que a mensagem que nós procurámos passar aos portugueses e às famílias de que vale a pena confiar no Sistema de Saúde, vale a pena confiar nas autoridades de Saúde, nos médicos, nos enfermeiros e também nas famílias, está a dar resultado.

Adalberto Campos Fernandes, Ministro da Saúde do Governo de Portugal

 

Análise circunstanciada do Método Científico aplicado pelo Senhor Ministro:

1/Observação
Há uma “epidemia” de Sarampo em Portugal, país onde se registaram, nos últimos meses, 20 casos confirmados da doença. Nos últimos 5 dias, depois de uma intensa campanha na comunicação social em favor da “Verdade Científica”, houve apenas 1 caso novo de Sarampo.

2/Formulação da Hipótese
A “mensagem passada aos portugueses” sobre a “Verdade Científica” estancou a “epidemia” de 20 casos de Sarampo em apenas 5 dias.

3/Experimentação
Ir à televisão dizer isto com um ar solene.

4/Conclusão
Pela análise dos dados verifica-se que a “mensagem passada aos portugueses” sobre a “Verdade Científica”, estancou uma perigosa “epidemia” de Sarampo com 20 casos confirmados.

Agora um pouco de Pensamento Mágico a sério:

Controlo

No início deste lindo mês de Abril, do ano da Graça de 2017, havia em Portugal uma “epidemia de Hepatite A fora de controlo”, segundo a Direcção Geral de Saúde. Em poucos dias foram detectados mais casos do que nos últimos 40 anos. O Ministro da Saúde veio informar a população de que “os nossos comportamentos contam”. Entretanto, o assunto foi ultrapassado pela “verdade científica” de vinte casos de Sarampo e pelo comportamento “negligente” dos pais que não vacinam os seus filhos.

É claro que uma coisa não tem nada que ver com a outra. Não se apressem, os partidários das teorias da conspiração, em vir acusar as autoridades, entre as quais se encontram as que detêm o  poder da comunicação, de inventar uma “epidemia” de vinte casos de Sarampo para esconder uma outra, “fora de controlo”, não com origem no comportamento anti-científico de pais que não vacinam os seus filhos, mas de cidadãos cultos e responsáveis, conscientes dos seus deveres, que apenas gostam de se divertir.

 

A verdade científica

A questão da “Verdade Científica” é, desde sempre, um problema controverso. Houve gente que ardeu na fogueira por contestar essa “verdade”. Nos tempos que correm, por exemplo, temos várias e prestigiadas instituições científicas internacionais, ligadas à ciência da Economia, entre as quais algumas Universidades, que defendem que “não há alternativa” às políticas de Austeridade. Essa foi uma “verdade científica” que Portugal experimentou durante mais de quatro anos, e, em certa medida, ainda experimenta.
Há quem não esteja de acordo com esse dogma e ouse contestá-lo, pondo em prática princípios divergentes da ciência económica e testando outras hipóteses. Entre essas hipóteses está uma que se chama Geringonça. Por acaso, a Geringonça resulta da queda de um outro dogma, de uma outra “verdade científica”, esta da Ciência Política, segundo a qual havia um “arco da governação”, fora do qual não era possível o exercício democrático do poder.


Na Ciência, por enquanto, não há “verdades”. Há hipóteses.

A Ciência

Há quem pense que Ciência é vestir uma bata branca e sentar-se ao microscópio.
Mas Vítor Gaspar, por exemplo, é um cientista e faz Ciência.

Vacinas e Autismo

Uma sociedade que aspire a ser livre, não pode permitir-se ser tratada com condescendência pelas instituições que representam o poder, antes deve pugnar pelo melhor esclarecimento disponível sobre os assuntos que lhe dizem respeito.

Não é aceitável que os instrumentos de comunicação seja utilizados com o propósito de afirmar um pensamento único e impedir que visões diversas sobre o mundo e os problemas que o afectam sejam partilhadas, discutidas com liberdade e responsabilidade, por todos aqueles a quem esses problemas afectam ou que se dispõem a sobre eles pensar. Sempre com o propósito de afastar, tanto quanto seja possível, o erro, o preconceito e a ignorância.

Com base numa notícia que dá conta da identificação de vinte casos de Sarampo em Portugal, uma intensa, unívoca e dogmática campanha foi posta em marcha por praticamente todos os meios de comunicação. Essa campanha teve três propósitos: estigmatizar os cidadãos que têm legítimas dúvidas sobre o uso das vacinas e recusam dá-las aos seus filhos, instigar o medo entre os que não têm dúvidas e os vacinam e, finalmente, introduzir na discussão pública o tema da obrigatoriedade da vacinação, chegando a haver quem considere que ela deve ser compulsiva. Um quarto propósito manteve-se razoavelmente discreto: atacar as chamadas “medicinas complementares”. Informação sobre o tema, não houve praticamente nenhuma. O que houve foi manipulação de factos, mentiras e ocultação.

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A ciência e as opiniões

Vinte casos de Sarampo levaram o Ministro da Saúde ao prime time televisivo para afirmar que “a Ciência está a perder a batalha contra a opinião”. Aproveitou também para introduzir a discussão sobre a obrigatoriedade da vacinação, o que de imediato suscitou o aparecimento de opinadores a defender que, mais do que obrigatórias, as vacinas devem ser compulsivas, ou seja, o Estado deve vacinar os cidadãos, mesmo contra a sua vontade. É um assunto a estudar, mas é pena que esta polícia administrativa, tão característica de um Estado Novo, não seja colocada nos hospitais do SNS, onde todos os dias morrem, em média, doze pessoas, vítimas de infecções que não tinham antes de lá entrar. Não deixa, aliás, de ser curioso que vinte casos de Sarampo estejam a ser tratados como uma epidemia, enquanto as infecções contraídas em meio hospitalar, que vitimam em Portugal mais de quatro mil pessoas por ano, permaneçam inscritas no âmbito dos danos colaterais do Ajustamento. Aceitáveis, portanto. Outro facto curioso merece adequada atenção. Desde que a Dra. Margaret Chan assumiu a direcção da OMS, todos os anos há uma tremenda epidemia nos jornais e nas televisões. Se não é nos porcos, é nas galinhas. Se não é gripe, é sarampo. Indague-se.

Pandemias

Wolfgang Wodarg é um médico alemão, membro do SPD, e foi Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. Em Janeiro de 2010 fez declarações polémicas, afirmando que “a Gripe A (H1N1) foi uma falsa pandemia e um dos maiores escândalos médicos do século”.

Por essa altura, a comunicação social dava nota de que o fabrico das vacinas contra a Gripe A tinha proporcionado à indústria farmacêutica ganhos na ordem dos 5 mil milhões de euros. Portugal previu, na altura, a ocorrência de 75 mil mortes, entre 2 a 3 milhões de infectados, em consequência da pandemia, tendo gasto, segundo a comunicação social, cerca de 45 milhões de euros só em vacinas. Faleceram 122 pessoas.

Nem a OMS, nem a DGS, explicaram satisfatoriamente este assunto. Nem nenhum outro. Nomeadamente o motivo pelo qual a prevalência de Autismo nos EUA passou de 1/10.000 nos anos 80, para 1/68 na actualidade.

Abrir Abril

As emoções sociais, não tendo exactamente as mesmas características das emoções básicas, têm uma origem neurofisiológica muito aproximada, ou mesmo comum. As emoções básicas, como o amor, o medo ou a repulsa, são, contudo, do ponto de vista neurofisiológico, muito mais antigas, resultando as emoções sociais, como, por exemplo, a admiração ou a compaixão, de estados evolutivos alcançados em tempos mais recentes, sendo a expressão do processo contínuo de aperfeiçoamento do ser humano.
Ainda assim, António Damásio distingue dois tipos de admiração e de compaixão, conforme a sua filiação neurofisiológica e anatómica ao aparelho músculo-esquelético ou ao meio interno e às vísceras.

A admiração que sentimos pelos feitos extraordinários de um grande militar ou de um grande atleta, é uma emoção social com uma origem neurofisiológica diferente, embora simétrica, da admiração que sentimos por um homem santo ou um grande benemérito da humanidade. O mesmo acontece com a compaixão, outra das emoções sociais mais importantes, que sentimos perante quem é exposto a sofrimento físico ou, diversamente, a sofrimento moral ou “mental”.
Existe, contudo, uma diferença importante entre estes dois tipos de emoções sociais. A admiração pelo atleta e a compaixão pela dor física, são emoções que se instalam e também desaparecem com mais rapidez do que a admiração pelo Santo e a compaixão pelo sofredor moral. Dir-se-ia que são emoções mais superficiais, reacções da pele, ligadas neurológica e anatomicamente ao aparelho músculo-esquelético, a estrutura do corpo que permite o movimento no espaço, a deslocação. Numa palavra, a transitoriedade.

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Paulo Borges, do vazio ao cais absoluto

 

Paulo Borges segundo as suas próprias palavras:

“Procura seguir a via do Buda desde 1983 segundo a tradição Nyingma do budismo tibetano, integrando a partir de 2012 os ensinamentos de Thich Nhat Hanh e pertencendo por esta via desde 2015 à escola Linji (Rinzai) do budismo Ch’an / Zen. Professor de meditação e filosofia budista desde 1999, tem orientado centenas de aulas, cursos, workshops e retiros em todo o país. Professor de Filosofia da Religião, Pensamento Oriental e Filosofia e Meditação na Universidade de Lisboa. Cofundador e ex-presidente da União Budista Portuguesa (2002-2014). Ex-presidente (2005-2013) e membro da Direcção da Associação Agostinho da Silva. Cofundador e presidente do Círculo do Entre-Ser. Tradutor de livros budistas, como Estágios da Meditação, de Sua Santidade o Dalai Lama (2001), o Livro Tibetano dos Mortos (2006) (com Rui Lopo), A Via do Bodhisattva, de Shantideva (2007), O Caminho da Grande Perfeição, de Patrul Rinpoche (2007) e O que não faz de ti um budista, de Dzongsar Jamyang Khyentse (2009). Autor e organizador de 45 livros, entre os quais O Budismo e a Natureza da Mente (2006, com Carlos João Correia e Matthieu Ricard), O Buda e o Budismo no Ocidente e na Cultura Portuguesa (organizador, com Duarte Braga) (2007), Descobrir Buda (2010), Quem é o Meu Próximo? (2014) e O Coração da Vida. Visão, meditação, transformação integral (guia prático de meditação) (2015). “

Os Vândalos

Nenhum vandalismo é admissível. Mas há graus.
Um bando de ex-estudantes da London School of Economics, vestidos com fatos de três mil euros e transportando pastas de pele de crocodilo, deslocaram-se a Portugal para um período de férias de três anos. Há quem diga que ainda cá estão. Ao longo da sua estada no nosso soalheiro país, que os recebeu de joelhos e braços abertos, destruíram mais de trezentos mil empregos, dizimaram a economia, expulsaram centenas de milhares de portugueses da sua própria terra, pilharam o sistema financeiro e os recursos públicos, arruinaram a vida a milhões de famílias, fizeram regressar a fome ao país, demoliram o Serviço Nacional de Saúde, desmantelaram a Segurança Social e destruíram a Escola Pública.
Verdade seja dita, não consta que tivessem posto uma televisão na banheira.

Offshore

Subsídio para uma arqueologia do paraíso fiscal:

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António Costa e a natalidade

A chegada de António Costa à função de Primeiro-Ministro teve reflexo na Natalidade. Este é um feito extraordinário. Muito mais do que o défice.

A Rota da Sede

A Rota das Patacas, Lisboa-Macau, continua a levar ao Oriente “charters” cheios de jovens alfacinhas de aspecto muito saudável, doutores em leis e cheios de bons princípios, que mal põem o pé fora do avião já têm emprego bem pago, ali, perto do Senado, no Pátio da Dissimulação.
Trânsito em que um bom jornalista daria como bem empregue o seu tempo, para que se perceba, ao menos, como está a ser preparada a nossa elite política dos amanhãs que não cantam, pois a voz já dói. Mas assobiam. Para o lado.

A política como exemplo de Virtude para os jovens

Não passou muito tempo pela eleição de Trump. Quase todos os líderes europeus fizeram observações apocalípticas sobre essa bizarria. Era um bronco, um ignorante, um populista perigoso. Hoje todos “compreenderam” o ataque à Síria.

Isto não é política internacional. É a política.

A entrevista de Passos Coelho

A recente entrevista do Dr. Passos Coelho à televisão só pode ser classificada como pungente.

A Democracia portuguesa precisa de oposição. Para que o sistema funcione de modo minimamente saudável, é necessário que haja um discurso de contra-poder e que esse discurso contenha um vestígio de racionalidade, de propostas alternativas, de crítica política sustentada na inteligência e na análise objectiva da realidade. Nada disso existe no discurso do Dr. Passos Coelho, que chega a ser confrangedor mesmo para quem apoia a actual solução governativa.

Se a liderança, cada vez mais ilusória, do Dr. Passos Coelho, representa, por agora, um seguro de vida para o governo do PS, ela é muito prejudicial à Democracia.

Parem de brincar com o calendário

O Dia vai da Meia-Noite à Meia-Noite. Não pára*. Nem para respirar.

Louro, de bico doirado

 

No meio da desinformação, comum nestes casos, produzida por várias fontes sobre o sistema financeiro português, não é fácil, aos cidadãos comuns como nós, compreender um longo processo de conquista que conheceu, agora, mais um momento importante, com a alienação do Novo Banco, e que, provavelmente, prosseguirá com o desmantelamento do que resta. O que está, e sempre esteve, em causa, pode resumir-se a um acto de sofisticada pirataria, longa e meticulosamente preparado, cujo propósito foi a captura total do poder financeiro português.

Podemos, e devemos, fazer juízos éticos, políticos e até judiciais, sobre os bancos e os banqueiros, cuja árvore genealógica se perde na Ordem do Templo, sobre o seu poder efectivo na governação de sociedades hoje ditas democráticas, Estados de direito e outras projecções discursivas muito adequadas a um mundo que, de facto, já não existe. Mas não podemos negar que esses bancos e esses banqueiros, herdeiros directos dos Templários, são pilares estruturantes das nossas sociedades e detêm, de facto, o poder de influenciar o destino de países bem maiores do que Portugal. Mesmo que Portugal fosse do tamanho do mundo inteiro.

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O Doutor Paulo Macedo

Nas Finanças automatizou penhoras. Na Saúde fez dos corredores enfermarias. Na Caixa fecha agências. Medalhe-se e encomende-se o busto.

 

Críticos de Arte

A Academia (Escola de Atenas), segundo Rafael:

e segundo o Google:

Paradoxo da tangência

Varoufakis ressuscitado pelo PPE.

Uma besta é uma besta

O Partido Popular Europeu pediu hoje a demissão do presidente do Eurogrupo, na sequência das declarações racistas que proferiu recentemente.

É pena que tenha sido o PPE a fazê-lo e que o Partido Socialista Europeu, família à qual pertence o político holandês, se tenha limitado a declarações de escândalo e demarcação, sem exigir a sua saída. Não é assim que se faz. O espírito de seita não pode sobrepor-se aos mínimos da decência e uma besta é uma besta, mesmo que seja nosso primo.

Contra a cobardia do assédio moral

Chegam notícias preocupantes, embora não surpreendentes, de um conjunto significativo de processos disciplinares instaurados a alguns dos seus trabalhadores por uma grande autarquia socialista. Estes processos são, segundo essas notícias, acompanhados por outras acções persecutórias, como a mudança compulsiva de local de trabalho, o esvaziamento de funções, a vigilância permanente da actividade nas redes sociais e diversos tipos de instrumentos punitivos e pidescos, característicos de outros tempos, de outras culturas e de outros regimes políticos, ofensivos da dignidade humana.

Sendo o processo disciplinar um mecanismo previsto na lei e que, como tal, está por ela formalmente legitimado, a perseguição laboral fundada em razões políticas, delito de opinião ou motivos que se prendam com a irascibilidade incontrolada de tiranos disfarçados de homens de bons costumes, não é aceitável numa Democracia. Constitui, aliás, a sua negação e é totalmente contrária à matriz doutrinária, cívica e humanista do Partido Socialista ou de qualquer organização que se funde no primado da dignidade humana. Acresce que estes factos não podem deixar de ser do conhecimento das forças políticas que compõem a oposição ao executivo autárquico em causa, tornando, evidentemente, essas forças políticas cúmplices de uma actuação totalmente inaceitável, ilegal e anti-democrática.

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O PSD e a destruição criativa

A estratégia da próxima liderança nacional do PSD passa por uma derrota clamorosa nas autárquicas.

Li Bai

Li Bai, ou Li Po, foi um poeta chinês do século VIII, nascido em Tokmuk, na actual República do Kirghizistão. Dizia-se descendente de Lao Tsé, o patriarca do Taoismo, e viveu uma vida atribulada, peregrinando por terras da China e envolvendo-se em episódios que foram sedimentando uma lenda que hoje faz dele um dos grandes vultos da cultura chinesa.

Conta-se que, numa das suas peregrinações, Li Bai terá encontrado um grupo de soldados que conduziam um condenado à morte a caminho do seu trágico destino. Aproximando-se, Li Bai fixou o olhar do prisioneiro, observou-o profundamente e concluiu que não se tratava de um mero ladrão, mas de um homem superior. Como trazia uma bolsa cheia de ouro, herdado da última mulher com que fora casado e que entretanto falecera, despejou em frente aos soldados uma parte desse ouro, pedindo em troca que salvassem a vida do condenado. Perguntou-lhe o nome, Guo Ziyi, fixou-o nos olhos e seguiu viagem. Diz-se que muitos anos mais tarde, Li Bai e Guo Ziyi ter-se-ão novamente encontrado e que, dessa vez, terá sido Guo Ziyi a salvar a vida ao poeta.

Diz a lenda que Li Bai terá morrido afogado, quando se lançou a um lago para tentar abraçar o reflexo da lua.

 

Três poemas de Li Bai:

 

A um pirilampo
A chuva não apaga o teu fulgor,
o vento aumenta o teu ardor.
Porque não voas para o céu distante
e és, ao luar, uma estrela cintilante?

Este é considerado o primeiro poema de Li Bai, escrito aos dez anos de idade

 

Aos pardais do campo
Porquê voar como o martim-pescador?
Porquê voar como as andorinhas do palácio de Wu?
Grandes redes caçam o martim-pescador,
se há fogo no palácio, os ninho são queimados.
Melhor é voar simplesmente entre os canaviais,
nem águia nem falcão vos poderão agarrar.

 

Ode à Primavera
O coração da Primavera agitado, como vagas.
As mágoas da Primavera esvoaçam confusas, como flocos de neve.
As emoções despertas, enlaçadas em alegria e sofrimento.
Que sinto dentro de mim na mais doce de todas as estações?

O Tea Party pimba

Mandava a criada às reuniões.

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Notas sobre a ascensão do Protestantismo

A palavra Protestante tem origem no Latim, vem de Protestas, e significa atestar diante de todos. O Protestante é aquele que recusa a autoridade absoluta de qualquer Ser ou entidade, seja a Igreja, a hierarquia eclesiástica, ou mesmo a Bíblia.

A designação apareceu em 1529, na dieta de Espira, do Sacro Império Romano Germânico, quando cinco Príncipes e catorze cidades da Alemanha Imperial, incluíndo Estrasburgo, protestaram contra Carlos V, cuja intenção era revogar concessões feitas anteriormente, em 1526, repondo a hierarquia e o culto romano na Igreja. Os membros luteranos da dieta, temendo o fim do movimento entretanto iniciado, protestaram contra as medidas adoptadas, apelando em favor da sua reversão ao Imperador. É nesse momento que tem início o Protestantismo.

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Parlamento aprovou votos de condenação contra Dijsselbloem

Hoje, o plenário do Parlamento português aprovou votos de condenação, apresentados por todas as bancadas, às declarações racistas de Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo. Nenhum desses votos, tanto quanto se saiba, faz referência a um dos mais marcantes legados cívicos e humanos dos Bóeres, compatriotas do senhor Dijsselbloem: o Apartheid.

Ainda bem. Queremos uma Europa unida, a viver em paz, harmonia e austeridade.

Peta

Se Dijsselbloem tivesse sido visto a maltratar um cão já não seria presidente do Eurogrupo.