Tempos de Esperança
Que maçada, o fascismo
Tão inconveniente. Quer dizer, é uma chatice. Uma espécie de escândalo.
Jorge Nuno Pinto da Costa
De que é que o senhor Jorge Nuno Pinto da Costa está à espera para sair em defesa de Rui Pinto? Como é que V. Exa. julga que a História o vai tratar?
O Poder dos 22
Este é um princípio aplicável a todos os sistemas sociais e políticos derivados da geometria do duplo cubo, matriz da civilização judaico-cristã e também conhecida por Cabala – o Poder dos 22 (As 22 letras do alfabeto – 2020 é ano curioso):
– o “eleito” não pode ser julgado pelos homens nem pelas suas instituições, a não ser em casos absolutamente singulares, quando a acção desse “eleito” colocou em risco a estabilidade do próprio sistema – o Radical Livre. E mesmo aí, em sua defesa se ouvirão várias Hierarquias de Anjos.
Tribunal de Contas arrasa Câmara de Gaia
RELATÓRIO Nº 13 /2019
(…)
16 – CONCLUSÃO
De tudo o transcrito, não se pode concluir no sentido de que a verificação interna da presente conta reúne as condições para a homologação pela 2.ª Secção, conforme artigo 53.º, n.º 3, da LOPTC, já que, as situações descritas nos pontos 9 e 10 deste Relatório (ver também Mapa de Eventuais Infrações Financeiras) consubstanciam infrações financeiras.
17 – VISTA AO MINISTÉRIO PÚBLICO
Do Projeto de Relatório de verificação interna de conta foi dada vista ao Ministério Público no TdC, nos termos do disposto no artigo 29º, n.º 5, da LOPTC. A Excelentíssima Senhora Procuradora-Geral Adjunta emitiu o Parecer do Ministério Público n.º 67/2019, concluindo que, “No PR ficaram evidenciadas duas situações que podem ser analisadas numa perspetiva de possível efetivação de responsabilidade por infrações financeiras. Contudo, só uma análise mais detalhada de toda a documentação relacionada com as irregularidades apontadas, bem como sobre a intervenção concreta de cada um dos indigitados autores e da sua eventual culpa, poderá o Ministério Público tomar uma posição definitiva sobre as situações descritas no PR.
Nestes termos, por ora, nada mais temos a acrescentar sobre a matéria em causa nos autos.”
O regresso de Esopo
Em Julho de 2017 houve um rapaz que citou aqui Esopo da seguinte maneira:
“Os mentirosos conseguem apenas uma coisa: é a de ninguém acreditar neles quando disserem a verdade.”
José, chama o António
A divulgação dos nomes de membros do Grande Oriente Lusitano – Maçonaria Portuguesa, com indicação das respectivas Oficinas, foi feita por um “anónimo” na caixa de comentários de um blogue, no dia 1 de Agosto de 2012. Há pouco mais de 7 anos atrás.
Quem tinha acesso a esta informação?
Eu digo-vos: a Secretaria do Grande Oriente Lusitano e o Grão-Mestre.
Quem é responsável pela “fuga” de informação?
Eu digo-vos.
Porfírio Alves Pires (1944-2019)
“Discurso sem verdade e sem ética,
sem razão e sem sentido,
sem princípio e sem fim.
Antes do sempre lá está movente, fluído,
agarrado ao improvável.”
Porfírio Alves Pires
“A Rutura do Improvável
dizia o homem”
2015, Chiado Editora
“Porfírio Alves Pires nasceu em Montalegre.
Fez parte da vaga de emigração clandestina nos anos sessenta.
Trabalhou e estudou e trabalhou em Paris, tendo também ensinado “desenho de observação”.
Depois, em Portugal, coordenou uma equipa de projeto num “bairro da lata”. Nos anos setenta, disso falou nas faculdades de Arquitetura de Genebra e Turim e no Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa.
Sobre isso escreveu e publicou.
Nos anos oitenta, regressou à escrita, agora sobre artes visuais, colaborando em publicações periódicas, entrevistando pintores e escrevendo textos de catálogos.
Nos anos noventa voltou ao ensino, nas áreas de desenho e projeto, monitorizando agora aulas de pintura numa Universidade Sénior.
E sempre o desenho e a pintura. Expôs pela primeira vez, coletivamente, em 1966 e regularmente a partir dos anos oitenta.
E sempre a escrita. Publicou, pela primeira vez, num jornal regional, no final dos anos cinquenta e agora vai continuando.”
O Firo é um dos mais altos representantes da civilização de Montalegre.
Merece, agora que se embrenhou “nas aparências da morte”, que a Nação Barrosã lhe reconheça o incansável labor, o talento, a coragem, a generosidade e o Amor que dedicou à Vida, sob os auspícios do Deus Larouco donde, sussurrou um dia, se via o Mar.
Bruno Santos
24 de Dezembro de 2019
A festa de Macau
O Portugal institucional não foi convidado. Mas vão lá estar os filhos de Lisboa, criados dos ingleses, a canga do Bairro Alto, os podadores da Árvore. Há gente que, numa só noite, queima 20 ou 30 milhões de euros na roleta e no meridiano do fígado, enquanto o Centeno se enfrasca com água tónica num hotel de Bruxelas e manda dizer ao Dr. Costa que não há dinheiro.
#VERGONHA
E se o Senhor Presidente da Assembleia da República tiver feito de propósito?
A Loja Maçónica do Hospital de Gaia
A nova sede da Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Gaia tem um chão inspirado nos templos maçónicos.
Não deveria. Não fica bem, nem honra, os homens bons. É que no corredor das Urgências há gente estendida a mijar-se sem se poder mexer e sem que ninguém repare, ou a morrer em macas sem que ninguém note.
Tende vergonha nessa cara. Ponde a venda no Coração.
O recibo de vencimento dos liberais
Alguns “liberais” ainda não perceberam que o que permite a uma empresa pagar salário a um homem é esse homem ter abdicado, em nome da sua segurança e da civilização, do direito natural a tomar posse da empresa e do que ela afirma, com base em convenções jurídicas artificiais, ser sua propriedade.
Tiago Braga
Acabo de sair do Debate Instrutório do Processo Judicial que Tiago Braga, presidente da Metro do Porto, me moveu, a propósito de um artigo que escrevi sobre o vergonhoso processo disciplinar que me foi instaurado no PS Porto (permaneço militante de pleno direito, com quotas pagas até 2022). A instrução foi pedida por Tiago Braga, depois de o Ministério Público ter decidido pelo arquivamento.
O corajoso Tiago Braga não apareceu.
Nos vários processos judiciais que me foram movidos por Eduardo Vítor Rodrigues (presidente da Câmara de Gaia), Albino Almeida (presidente da Assembleia Municipal de Gaia), João Paulo Correia (ex-futebolista, presidente de Junta e Deputado) e Tiago Braga (ex-chefe de gabinete de Vítor Rodrigues e presidente da Metro do Porto), os acusadores são todos representados, com a excepção de JPC, pela mesma sociedade de advogados e pelo mesmo advogado – Carlos Dias.
Até há pouco tempo, o Curriculum Vitae público de Carlos Dias continha a informação de que o causídico pertencia à “Ordem dos Templários”.
Essa informação já não consta do referido Curriculum público.
Desde que Eduardo Vítor Rodrigues foi eleito presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a sociedade de advogados a que pertence o Dr. Carlos Dias já facturou cerca de 500.000,00 euros, em ajustes directos, só com o município gaiense. Sendo o Dr. Carlos Dias advogado e, portanto, conhecedor da Lei, presume-se, evidentemente, que todos estes ajustes directos sejam legais.
O futuro do PS
Medina é apoiado pela corda Maçónica lisboeta, vendida e estrangeirada. É necessário derrotá-lo politicamente. Não estritamente por ser apoiado pela corda Maçónica lisboeta, vendida e estrangeirada, mas por ser nulo. Absolutamente nulo. E pernicioso por isso.
Medina não defenderá Portugal.
A primeira fila
Apologia do Voluntariado
O voluntariado, assim como o serviço pro bono, destina-se, geralmente, a prestar ajuda aos necessitados ou a causas frágeis que sem esse auxílio encontrariam inultrapassáveis dificuldades de sobrevivência. É o caso de uma grande parte das “startups” da Web Summit, as quais nascem quase todas de cesariana e com malformações congénitas e desaparecem ao fim de alguns meses em funerais invisíveis.
Por artes misteriosas de metempsicose e transmigração aparecem na Web Summit seguinte com nova “app” andróide revolucionária, daquelas que provam que a água é molhada ou fazem disparar um alarme no smartphone a avisar que é hora de cortar as unhas ou passear o cão.
Acometidas de fatal sucesso, tombam outra vez mortas.
O ciclo, ou melhor dito, o Circo, repete-se em rotina algorítmica. O Estado apõe a sua chancela em camisolas de 800 euros que um “bate-punho” internacional manda urdir no Vietname. Chamam-lhe “futuro”, mas não é.
O futuro pertence ao Deus parido na calçada e salvo do contentor do lixo por um empreendedor de rua que lá tentava matar a fome.
Tolentino será Papa
Pedro Bingre do Amaral fez ontem um esforço tremendo, nas declarações que proferiu pelo Canal 2, para evitar dar razão póstuma e apócrifa a Angela Merkel, Passos Coelho e Vítor Gaspar. E, já agora, a António Costa.
É verdade que usou o termo “frugalidade” em vez de “austeridade”, precisão linguística com que procurou contornar o determinismo escatológico e judaico-cristão da Goldman Sachs, inflectindo para uma epistemologia neo-budista, com crescente aceitação, aliás, entre os filhos da encriptação dos dados com que Deus, segundo dizem, nunca jogou.
Concluiu, sem surpresa ou desilusão, que os pobres devem manter-se assim, pobres. E que o seu número deve diminuir por via do controlo vital, ou seja, esperando que os que existem morram e impedindo que, antes disso, se reproduzam. Nem que para tal seja forçoso vaciná-los contra o bicho mau.
Não é certo que não tenha razão.
Não se percebe, aliás, nada disto.
Entretanto a vida, essa brutalidade carbónica, emergiu em Lisboa de um caixote do lixo pelas mãos, precisamente, de um frugal.
Tolentino será Papa.
O Concílio
A Web Summit é um acontecimento relevante sob vários pontos de vista. Para Portugal é-o duplamente, uma vez que é aqui que se realiza, sendo que esse facto é visto e tido como uma vantagem pela generalidade dos agentes do poder.
Em nada isto contraria o facto de se tratar de uma assembleia evangélica, similar, em todos os aspectos fundamentais, a uma cerimónia de culto religioso, promovida e levada à prática segundo códigos, símbolos, discursos, encenações e rituais em tudo semelhantes aos que as maiores igrejas utilizam nas suas próprias celebrações e estratégias de evangelização.
Não sendo isto, à partida, bom nem mau, é assim. Tudo na Web Summit está de acordo com os princípios reguladores de uma cerimónia extática, hipnótica e persuasiva, cujo propósito é unir em torno de uma verdade sacra e de uma vontade de transcendência, a enorme massa de almas hoje rendidas ao esplendor universal da máquina.
Repete-se: isto não é, à partida, nem bom, nem mau. Há quem ache que é bom e há quem ache que é mau. O que é mau, por ser injusto, é negar à Web Summit o seu lugar de direito na História da Magia e na Antropologia das Religiões. Porque esse é um truque que os “tecno-laicos” utilizam recorrentemente para ocultar o seu monoteísmo visceral, a sua religiosidade fanática e a sua intolerância irredutível.
Joaquina Moreira
Super Rosa
A Super Bock, que é uma grande Marca, decidiu que seria boa política de marketing entrar em guerra com outra grande Marca, Rosa Mota.
Alguém na Super Bock se terá esquecido que Rosa Mota é uma Marca-Cicatriz, ou seja, penetrou um tecido que pertence ao património imaterial e ao inconsciente colectivo de um grupo muito grande de pessoas, pelos feitos heróicos que realizou. A Super Bock só atinge esse nível do inconsciente colectivo quando manda caloiros em coma alcoólico para o hospital. Convenhamos que é um pouco diferente.
Assim sendo, e para que todos vejam defendidos os seus interesses legítimos, ainda que nenhum desses interesses seja mais legítimo do que o daqueles que se libertaram da lei da morte – pois representam o interesse de todos – proponho que o Palácio de Cristal se passe a designar Arena Super Rosa.
Açores
Carlos César poderia ter chegado a Presidente da República, se além da inteligência conhecesse a virtude.
Gaia, a silenciosa hecatombe do PS
Vila Nova de Gaia: das Autárquicas de 2017 para as Legislativas de 2019, o PS perdeu em Gaia cerca de 35% dos votos. Passou de 85.118 para 57.891. Acresce que em 2019 houve quase mais 20.000 votantes que em 2017.






















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