A luxúria do menino Adolfo

Diz o menino Adolfo que o Estado é que depende da iniciativa privada para existir e não, como sugere toda a evidência epistemológica desde Tales de Mileto ou, até, sem transigir, a clareza dialéctica dos comentários de Confúcio ao I Ching, sem relevar, ainda, por parcimónia maiêutica, os milhares de milhões de euros roubados aos cidadãos portugueses, ou seja, ao Estado, por insignes instituições bancárias privadas operando “no mercado” de predilecção do menino Adolfo sob siglas esotéricas tais como BPN, BES, BANIF, BPP. Entre outros.

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“São Horas de Matar”


“(…) intervir de uma forma eficaz (…), matar, matar, matar.
A resposta poética à crise (…)”

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