Homem Comum

Tem quase 50 anos este poema de Ferreira Gullar, tempo suficiente para sepultar uns versos ou polir-lhes o brilho. Os braços do polvo, com o mesmo ou outro nome, não mudaram e continuamos a ser muitos milhões de Homens comuns, capazes de “formar uma muralha com os nossos corpos de sonho e margaridas”.

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