EXEMPLAR

MANIFESTACION EN BARCELONA ” NO A LA GUERRA “

Exemplar a todos os níveis:

  • 500.000 pessoas na rua, a expressarem repúdio pelo terrorismo e a recusarem submeter-se ao medo
  • Participação, lado a lado, de todos: cristãos, muçulmanos, gente de esquerda e de direita, unidos contra a violência
  • Não à islamofobia
  • Afirmação da diversidade, da tolerância, da solidariedade, da força dos cidadãos.
  • Não à guerra.

Os professores foram em excursão a Lisboa

Em férias interrupção lectiva desde o dia 4 de Abril, 1500 professores fizeram uma pausa no seu merecido descanso para se manifestarem em Lisboa. Um teste, pelo que diz a Fenprof, para uma contestação que pode chegar à greve.
Na rádio, uma professora do ensino secundário dizia que foi a Lisboa porque está sobrecarregada. Que os professores trabalham demasiado.
Felizmente, pensei, teve os últimos 15 dias para retemperar forças. E se no próximo mês e meio, coisa fácil!, atingir de novo a exaustão, terá mais dois meses e meio para preparar as planificações do ano lectivo seguinte.
No meio das queixas da professora, só não percebi se o seu dia livre é à segunda ou à sexta-feira.

Táxis versus plataformas Uber/ Cabify /…

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Serviços iguais, transporte de passageiros, neste caso, devem ter regulamentação igual. Por isso, o projecto de lei das plataformas é um erro. Não se deve criar um novo contexto para as ubers, deve-se, isso sim, criar um enquadramento comum.

Neste lado a lado entre táxis e ubers, é notório que o negócio dos primeiros exige um investimento muito superior ao dos segundos. Dizem que o serviço da Uber é muito melhor do que equivalente em táxi. Talvez o seja, mas isso deve ter impacto na escolha dos clientes e não na produção legislativa. Esta deve ser neutra.

O protesto dos taxistas

Como cliente, quero o melhor serviço possível e com o mais baixo preço que conseguir. E como cidadão quero que as empresas de transportes compitam entre si em igualdade de circunstâncias. Por isso, é preciso regulamentar o sector de forma homogénea, em vez de se criar um contexto especial para caberem as ubers dos transportes.

A manifestação dos taxistas decorre da alteração de forças no mercado. Um sector hiper-regulado passou a estar sujeito a uma concorrência que conseguiu furar as malhas legislativas. É a luta de quem não quer concorrência, quando devia ser o protesto pela igualdade de oportunidades.

Manifestação pela escola pública: a estranha cobertura do Público

O Público, numa reportagem de Clara Viana, anunciou que a manifestação a favor da escola pública começou com duas mil pessoas. Nada mau, se tivermos em conta que uma manifestação pode começar com uma pessoa. No entanto, espera-se que a reportagem seja objectiva, pelo que o artigo é algo estranho, como se pode constatar, por exemplo, pela necessidade de corrigir o título da notícia. Com efeito, o título inicial “Manifestação pela escola pública começa em Lisboa com cerca de duas mil pessoas” foi entretanto mudado para “Manifestação pela escola pública junta alguns milhares de pessoas em Lisboa”.

O título inicial da notícia pode ser encontrado no Twitter e no Facebook, já que estas redes não actualizam as suas publicações quando a origem muda.

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Luzinha aqui tão perto

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Cavalgando célere o seu ginete de ganância desumana, içando, desfraldado, o espectro do desemprego e da pobreza, avança imparável o garboso ideal neoliberal, submetendo, na sua conquista global, governos e povos aquém e além mar, amarfanhando a dignidade, desmantelando direitos conquistados ao longo de duras e longas lutas, restaurando a escravidão, arrasando o planeta.

Impossível fazer-lhe frente? Parece bem que sim. A chaga social da precariedade alastra incessantemente, a vulnerabilidade torna mansa a mão-de-obra e ideologias de extrema-direita ganham terreno. [Read more…]

Pê-éSse-Dê: unidade sindical!

Montenegro

A luta dos camaradas da direita regressa às ruas no próximo dia 4 de Março para pedir a queda do governo. Na foto podemos ver o deputado líder sindical Luís Montengro que participou, por momentos, na pequena mas muito simbólica manifestação que os camaradas da PàF organizaram no passado dia 10 de Novembro, a tal que alguma imprensa tentou agigantar mas que afinal não chegava para encher um autocarro da Rede Nacional de Expressos.

Mas desta vez é que vai ser: o sindicalista Mário Gonçalves, líder do movimento “Por Portugal”, diz pretender com esta manifestação mostrar a força popular “do pessoal da direita com a bandeira de Portugal (à Frente?) em punho e com gritos de revolta. Depois do sucesso que têm feito “a estética neo-bolchevique da candidatura à liderança do PSD” de Pedro Passos Coelho, e do tão anunciado regresso da social-democracia, não tarda teremos os TSD, aos milhares, a lutar por melhores condições de trabalho na função pública. Quem sabe um acampamento no Terreiro do Paço onde tias de Cascais em fato-de-treino se misturarão com a plebe. Desta vez, os camaradas da direita não estão para brincadeiras.

A luta continua!