Sobre o falecimento de George Michael (1963 – 2016)

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Entretanto, na galáxia das redes sociais, o feed entupiu-se de exéquias virtuais de ocasião, não raras vezes escritas por indivíduos para quem o falecido mais não foi do que aquele cantor gay que foi apanhado numa casa de banho pública em preparos pouco ortodoxos. Mas hoje a comunidade social-tecnológica está de luto pelo que se torna obrigatório aderir à movida.

A partir de hoje, e durante os próximos dias, as rádios serão tomadas pelo mesmo ímpeto hipócrita que este ano permitiu que músicos geniais como David Bowie e Prince voltassem a ter espaço entre os excrementos que pululam nas playlists das rádios reprodutoras de qualquer aborto musical imposto pelas editoras. E não, não estou a falar da Last Christmas, essa sempre aparecia pelo Natal.  [Read more…]