Para alguns portugueses – incluindo André Ventura, que parecia um groupie erecto a contemplar o criador – Pedro Passos Coelho é uma espécie de figura messiânica e impoluta que paira acima do comum mortal.
Ainda tenho memória das mentiras pré-eleitorais, daquilo que foi feito a Manuela Ferreira Leite, da escolha entre a aprovação do PEC IV ou eleições internas, da Tecnoforma, do “ir além da Troika” e de outros sucessos de bilheteira que demonstram, de forma categórica, que Passos não só não paira como está ao nível de qualquer comum mortal, com virtudes – eu não as conheço, mas seguramente as terá – e defeitos.






Recent Comments