
O presidente da ARSLVT, Luís Cunha Ribeiro, declarou em audição parlamentar:
O edifício da MAC não tem as condições a que as nossas grávidas têm direito.
Revelou ainda uma despesa de um milhão de euros para reparar o telhado e canalizações da maternidade. A seguir utilizou argumentos reveladores de falta de bom senso – ou de vergonha? – de quem é responsável supremo da gestão de unidades e actividades na Área Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Teve, por exemplo, as seguintes tiradas:
[…] o Hospital de Santa Maria perdeu partos, por causa da abertura do Hospital de Loures…
ou estoutra:
[…] a MAC faz cerca de cinco mil partos e o previsto para o Hospital de Todos os Santos são três mil. “Se hoje fazem 5400 partos, é possível irem todos as equipas para o futuro Hospital de Todos os Santos? Não me parece.”
Paremos aqui, porque o conjunto de topetes e incoerências já é suficiente.






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