Nos 100 anos da morte de Mário de Sá Carneiro

sa carneiro
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí…
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi…

Um pouco mais de sol e fora brasa,
Um pouco mais de azul e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa…
Se ao menos eu permanecesse aquém…

(Quase)