O último voo da TAP, sob o comando do corretor Fernando Pinto

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Antes do mais, sublinho que a oposição a Fernando Pinto, quanto ao seu empenho na privatização da TAP, não é acto de xenofobia, por ele ser brasileiro. Poderia ser chinês, japonês, sueco, jamaicano ou mesmo um dos muitos “bons e patrióticos” gestores portugueses que andam por aí, em roda livre, a criar fama e proveitos.

Na verdade, o que  está em causa é  a racionalidade e a defesa do interesse público em privatizar a TAP, cujo posicionamento no mercado é definido por Pinto nos seguintes termos:

“A TAP está no auge da sua posição estratégica”, tem “um recorde de resultados muito bom” e tem uma posição estratégica nos mercados de África e Brasil “que passa a ser interessante para outros grupos que estão a formar-se pela junção de empresas”. [Read more…]