A Aleivosa Prosopagnosia do Regime

Relvas e tal e não sei quê… Acho uma seca, não que se embirre com Cavaco, mas ser obrigado a aturar os esbirros do socratismo a embirrar com ele, basicamente uns merdas indefectíveis de um tipo de escondimento no anonimato vil, próprio de quem assaltou monumentalmente um Banco e se pôs à sombra por uns tempos, até que a poeira assente. Sobre Cavaco, fale quem quiser o que quiser e será pouco. Falarei também o que quiser, mas como se atrevem a abrir a boca nada mais que umas emanações prostitutas, anónimas, em sistemática defesa do Roubo Devastador que possibilitou o Esbulho em Decurso, Roubo consequência do Roubo?! Não ocupa a Presidência da República alguém menos inócuo e mais omisso que todos os demais anteriores titulares no cargo, tirando o facto de o primeiro mandato deste presidente ter decorrido em face da mais asquerosa incumbência de um mentiroso sociopata, alguém que não suportava a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições, alguém que não tolerava ser contrariado nem admita que se pensasse de modo diferente daquele que organizara com as suas poderosas agências de intoxicação a que chamava de comunicação, alguém, em cujo ideal de vida, todos seriam submetidos ao Regime Disciplinar da Função Pública, revisto e reforçado pelo seu Governo com intuitos controleiros, patrulheiros, intimidatórios, alguém que foi a mais séria ameaça contra a liberdade, contra a autonomia das iniciativas privadas e contra a independência pessoal que Portugal conheceu nas últimas três décadas, nas palavras definitivas de António Barreto. [Read more…]