TEXTO DE ADALBERTO MAR
Hoje quero somente fazer a apologia do sol do saber, da simplicidade e dos vencedores..De todos aqueles que provaram o inferno, e que subiram no elevador para novamente aconchegarem-se ao sol.
Sara é uma dessas canções intimistas que falam da vida, dos sabores, das paixões, de uma mulher que tendo tudo perdeu o dobro, de uma mulher que sendo uma cigana rainha nos vícios, partiu para supostamente não mais voltar, mas voltou.
Afogando-se na dureza de um mundo que pode oferecer tanto a uma pessoa que a assassina com farturas e ganâncias, Sara é algo que deve ser cortado da melhor carne que o Criador fez.
Enquanto falo muitos morrem, muitos amam, muitos matam. Isso já não é novidade e a banalidade torna as coisas com menor importância.
Sara é o tal «poem in my heart, never change, never stop!!»..Sara é um dia de sol, um vento de maresia, um passeio simples à beira mar, o homos erectus ao fim de 2oo mil anos, Sara é o Big End, o The End e o Fisrt
Sara, oh How I Love you so so so much






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