Eu gosto.
O meu amigo José Magalhães parece que não. Gostos não se discutem. Agora a pseudo-diferença entre pornografia e erotismo, discuto, discuto.
A burguesia sempre achou, no intervalo dos seus vícios privados e públicas virtudes, que porno é coisa de pobre. Pois que seja. Mas com IVA igual para todos.
É o que acontece quando não se compreende que a fome de cultura não é um luxo, nem um vício. É mesmo uma necessidade que deve ser de todos. Mas entendi-te: pobre inculto não faz greve embora cuspa no chão.






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