Leão XIV e a Al-Qaeda sionista

No final do Angelus deste Domingo, o Papa Leão XIV dirigiu-se aos peregrinos presentes na Praça de São Pedro para apelar ao fim da violência israelita contra os habitantes da Cisjordânia. E instou a comunidade internacional a concretizar a solução de dois estados.

Segundo a rede de propaganda da Al-Qaeda sionista, que por cá recruta idiotas úteis em partidos, redes sociais e outros bordéis, Leão XIV é um antissemita.

Não porque verdadeiramente o seja, só um mentecapto pensaria tal coisa, mas porque a máquina de propaganda sionista é tão poderosa que consegue convencer imensas pessoas de que qualquer critica à política externa totalitária e genocida do governo de Israel equivale a odiar judeus. Uma conclusão, lá está, só acessível ao mais mentecapto dos mentecaptos.

Estranhamente, pelo menos por cá, existe um conjunto de pessoas, sobretudo de alegados conservadores e defensores dos valores cristãos, que discorda do Santo Padre. Que entende que os terroristas israelitas podem continuar a ocupar a Cisjordânia, a exercer violência sobre os seus habitantes, a roubar as suas casas, a destruir a sua propriedade e a arrancar as suas oliveiras. Que entende que massacrar inocentes civis, incluindo milhares de crianças, é compatível com os ensinamentos de Jesus.

Não é.

Jesus oferecia a outra face.

Netanyahu usa a fome como arma a mata crianças com bombas. O que o aproxima mais de Estaline e Hitler do que de Jesus.

Percebes a diferença?

Claro que percebes. Não és mentecapto.

Luís Neves?

Eis a minha reflexão reactiva e a minha reacção reflectida em relação ao caso Luís Neves:

Já agora, contextualize-se: o essencial, uma reacção e mais uma reflexão.