Debate Costa vs. Passos fez cair consumo de pornografia

Em 6%. Há que saber qual é o sucedâneo, se o debate, se a pornografia. Mas o mais intrigante é perceber porque raio 94% dos utilizadores portugueses de internet ainda preferem o softcore.

Escândalo em Ponte de Lima

governo

Imagens do governo exibidas na via pública.

Contribuintes depressivos aliviam a sua dor

Depois de ler este artigo, só me resta sugerir que em Portugal se siga a mesma ideia. Como a grande causa de depressão entre nós está relacionada com as relações sexuais virtuais não consentidas com o desgoverno da pátria, apresento aqui uma lista de livros eróticos a aviar nas bibliotecas ou noutros locais:  [Read more…]

Novamente os vídeos pornográficos da professora

Isto começa a ficar complicado – então agora o MEC publica uma portaria para empurrar os profs pela porta fora e o pasquim do país vem logo dizer que os pais estão em choque com a senhora que andou a contribuir para a cultura lusa? Não me parece bem este aproveitamento parental da legislação publicada e, logo assim, em cima da hora?

A professora nem tem tempo para se vestir.

Vamos lá ver uma coisa – que Nuno Crato queira obrigar as professoras a participar numa espécie de factor X, parece-me uma perfeita estupidez, quase ao nível de um Rui Machete!

Agora, Nuno Crato, poderia, por exemplo, solicitar a realização de um vídeo a cada candidata a professora. Os serviços do MEC colocavam as realizações no youtube e os pais votariam na Docente mais adequada, segundo os critérios absolutamente rigorosos a definir pelo Bispo. Há ainda uma outra dimensão a considerar com esta proposta de seleção youtubista das Professoras – o MEC não precisava de se dar ao trabalho de contratar nem chulos, nem abutres!

O país vota sem segredos na candidata com melhores atributos! Depois, é só contactar com o José Manuel Fernandes e fazer um ranking!

Sexo, sexo e mais sexo

Um tipo escreve sobre educação e tem meia dúzia de acessos.

Um tipo escreve sobre educação, mas faz um título sobre o vídeo da Professora e tem uns milhares.

Moral da história?

O vídeo Pornográfico da Professora na sala de aula

Nas escolas o ano lectivo já vai longo, considerando o trabalho já desenvolvido e que basicamente se divide em duas grandes dimensões:mirandela

 – a administrativa que é da responsabilidade do Director e que passa pela definição dos cursos que vão funcionar, da constituição de turmas, da distribuição de serviço e da elaboração dos horários; infelizmente, nos últimos anos estas funções, que deveriam ser geridas no âmbito da autonomia de cada projecto educativo, são cada vez mais comandadas pelo poder central numa lógica que faz cada vez menos sentido. Continuo sem perceber como é que alguém, sentado num gabinete de Lisboa consegue definir que cursos poderão existir, por exemplo, na minha freguesia.

– a pedagógica que é dinamizada, em primeira linha pelos docentes e que passa por recolher e analisar informação sobre os alunos, bem como preparar, geralmente em equipa, as aulas para todo o ano lectivo (as chamadas planificações). É também o momento de aferir critérios de actuação, por exemplo, ao nível da gestão da indisciplina.

E, obviamente, uma parte muito significativa do sucesso ao longo do ano lectivo depende em grande parte do trabalho desenvolvido neste mês. Há tempo para emendar a mão, mas é quase impossível mudar algumas coisas com o ano lectivo em andamento. [Read more…]

Só sei que estou vivo porque me esporrei

Calma, é só uma passagem do livro de Hugo Santinhos Pereira, «Quando dormes nunca te odeio», que a Caixa Geral de Depósitos pretendia oferecer aos seus clientes.
Uma passagem que, de resto, não tem nada de especial. E que não deixa de ser verdade. O Hugo Santinho Mendes só está vivo porque alguém se esporrou. É mesmo assim.
Pornográfico, isto? Mais pronográfica é a política do actual Governo para a Caixa Geral de Depósitos. Quem tem um instrumento como a Caixa para dinamizar a economia e insiste em ignorá-lo durante 2 anos é verdadeiramente pornográfico. Tão pornográfico que merecia sabem o quê? Perguntem ao Hugo Santinhos Pereira.