Vamos para casa, disse o esturjão.*

 

A Fundação de Serralves recebe financiamento público. Todos sabemos o que está a acontecer com as questões das pessoas que lá trabalham e que viram interrompido esse trabalho. Queixas foram feitas a quem de direito (ACT e Ministra da Cultura).  O assunto prossegue, de acordo com notícias recentes.

São PPs (prestadores de serviço e/ou precários). O caso será de tribunais, com o consequente desgaste quer da instituição, quer das pessoas em causa.

O que se pergunta é :  O que fizeram os representantes  (Isabel Pires de Lima e José Pacheco Pereira) do Estado Português na Administração da Fundação? Zelaram pelo interesse público? Pelo cumprimento da Lei? Informaram quem de direito o que se estava a passar?

Bem me parecia.

*Novos contos do Gin-Tonic”, Mário-Henrique Leiria, Ed. Estampa, 1976

Comments

  1. POIS! says:

    Pois mas…

    Será que não fritaram o Pacheco Pereira?

  2. Filipe Bastos says:

    O que fizeram os representantes (Isabel Pires de Lima e José Pacheco Pereira) do Estado Português na Administração da Fundação?

    Não sei se entendo a pergunta: é retórica, satírica?

    Alguém, em algum universo, imagina que estas fundações, comissões, ‘observatórios’ e demais entidades – há alguns anos eram 14.000 a mamar no OE – são mais do que meras fábricas de tachos para pulhíticos e afilhados?

    Alguém sonha que o chuleco Pacheco, por trás da retórica semi-esquerdista, é mais que um mero chuleco laranja? E que só malhava no fantoche Passista por ressabiamento?

    “Desgaste da instituição”? O que há para desgastar? A ilusão de isto – Serralves, Lima, Pacheco, a ‘democracia’ – é mais que putedo à cata de teta?

    • Paulo Marques says:

      Era preciso deixarmo-nos de subcontractar os deveres do estado por questões de eficiência.
      Pacheco, de esquerda, lol.

  3. Albino Manuel says:

    Comeram

  4. Paulo Marques says:

    Então o estado não é um empecilho e os colaboradores não são mais livres não tendo direitos? Saiam da zona de conforto, pá.


  5. Os bichos mijam nas redondezas para marcar território.
    O funcionário público português onde pousa o cu, é prá vida.
    E querem universalizar um tal método!
    E quem vai trabalhar para lhes assegurar o privilégio?

    • POIS! says:

      Pois já não é necessário mais quem!

      V. Exa. é um mouro de trabalho tal, qual besta de carga a trabalhar duro que nem um galego de sol a sol a suar sangue que nem um pé de boi, que não é preciso mais ninguém.

      A Nação agradece-lhe! Bem merece ser condecorado com a Cruz da Ordem da Jarreteira e, finalmente, promovido a Chefe de Quina.

    • Paulo Marques says:

      O defensor do baixo défice estrutural vem agora queixar-se de que não há emprego… Haja hipocrisia.

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