Números da palermia

Cada vez mais convencido, que a gravidade da doença, é mental, afectando os decisores pulhíticos, influenciados pela histeria. E assim se vai destruindo uma economia frágil, condicionando a esmagadora maioria da população, em particular, as gerações mais jovens…

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Exactamente, era uma oportunidade de ouro para nos livrarmos da peste grisalha, até nos podíamos reformar ainda mais cedo e tudo, só para vendermos mais pastéis de nata.
    Restava assim ainda mais capital a juntar ao PRR para as grandes empresas que certamente nos mijariam em cima tanto valor acrescentado por não termos medo da peste. Bom, desde que não precisássemos de assistência hospitalar, aí, azarito, merecesses, mas juntávamos a eugenia natural ao fim dos velhos e nada correria mal.
    Alguém avise aí os xuxalistas dos Países Baixos ou da Áustria da oportunidade, que não chegaram ao iluminismo liberal de Bolsonaro, prestes a levar o país a ultrapassar o crescimento de, por ex, países asiáticos que levaram a coisa a sério.

    • Filipe Bastos says:

      Incrível esta gente, não é? Querem matar os velhos! Sacanas!

      Quer dizer, podiam ter escolhido um meio mais eficaz: o covid só mata uma pequena percentagem… e muitos teriam morrido de outras coisas. Mas é a intenção que conta!

      Ah, que sonho viver nos países asiáticos. Lá sim, levam as coisas a sério. Ditadura a sério, lockdown a sério, máscaras em todo o lado… não gostas? Polícia! Cadeia! Porrada!

      Assim é que era, não acha Paulo? Até sermos formiguinhas mais obedientes, como os chineses. Eles sim. Eles sim.

      • POIS! says:

        Sim, mas os chineses (refiro-me aos do poder) também não deixam de ter razão. Não em tudo, mas em parte…

        São muito eficazes no combate à corrupção. Político que seja apanhado em situação de corrupção é logo condenado à morte.

        Isto é que é malhar! A punição pode ser um pouco exagerada, é certo, mas não deixam de ter parcialmente razão.

        Já no que diz respeito à liberdade de expressão e tal, isso não! São uns pulhas. Uns pulhíticos, mas em chinês.

        • Filipe Bastos says:

          Político que seja apanhado em situação de corrupção é logo condenado à morte.

          Pois é não só excessivo como falso: o que lá não falta é corrupção, como em todos regimes pseudo-comunistas. Basta ter o cargo certo e pertencer ao partido certo – o que não é escolha difícil, pois só há um.

          A fortuna da família do todo-poderoso Xi, por exemplo, chegava há anos às centenas de milhões. Em todo o lado há pulhíticos e ganância. O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente.

          Daí a necessidade de uma democracia mais directa. Não só é justa como pragmática. O poder não pode ficar tão concentrado. Todos os partidos, todos os políticos dizem no fundo a mesma coisa: “isto melhora se fizermos à minha maneira!”. Todos são parte do problema.

          • POIS! says:

            Pois, mas, ó Bastos…

            Eu só quis auxiliá-lo um bocadinho. A ver a parte positiva do regime.

            Assim, estilo, o combate aos “corruptos” que fez o Hitler, particularmente antes de chegar ao poder. Foi muito positivo.

            O pior veio depois, mas não lhe retira o brilho. Aquilo é que foi bater em “pulhíticos”! Escusava era aquilo dos campos de concentração. Isso já foi um bocadinho negativo. Talvez até excessivo.

          • Filipe Bastos says:

            Pois isto talvez o choque, mas Hitler está mais no seu campo do que no meu: também ele era contra dar as decisões aos cidadãos. Era ele que decidia. Ponto.

            Na ‘sua’ democracia pseudo-representativa só muda a duração do mandato e a fachada paralamentar; no resto vai dar ao mesmo. Os pulhíticos decidem tudo sozinhos. Nós acatamos e pagamos as decisões.

            Quanto aos campos, pois serão excessivos, mas é um facto que temos de malhar e vigiar os pulhíticos. Só otários e cornos mansos acham que não.

          • POIS! says:

            A democracia representativa não é “minha” nem deixa de ser. Você não sabe nada do que eu penso a esse nível. Só palpites, mais nada.

            Quanto ao resto…

          • Filipe Bastos says:

            Sei aquilo que aqui escreve a respeito. Sempre que falo em democracia mais directa, e só eu falo dela, v. critica ou faz pouco. Como todos aqui, vê a pseudo-representativa como se fosse a única.

            A menos que pense algo diferente e o não diga. Está no seu direito; mas isso não adivinho.

          • POIS! says:

            Pois vá lá!

            Que o Bastos reconhece que “os campos (de concentração do Hitler) eram excessivos”.

            Vá lá!

            Quanto ao resto: você diz não saber o que eu penso sobre o funcionamento de uma democracia.

            Sabe tanto sobre o assunto, como eu sei sobre o que você preconiza. Isso de “democracia mais direta” é uma coisa muito vaga. É, aliás, semelhante à tal necessidade de “uma nova constituição”. Até hoje ainda não vislumbrei nem um único ponto que o Sr. Bastos lá quisesse incluir.

            A não ser o tal Direito a Malhar nos Políticos. O que deveria, aliás, atrair os nossos melhores sado-masoquistas para a vida política.

      • Paulo Marques says:

        Sim, na Ásia só existe a China, nem existem, oh, sei lá, ex colónias do mais melhor antigo império do mundo, que se portaram bem até a necessidade de alimentar os amigos chamasse por eles.

    • balio says:

      era uma oportunidade de ouro para nos livrarmos da peste grisalha, até nos podíamos reformar ainda mais cedo e tudo

      É exatamente isso que penso.

  2. balio says:

    Enfim, uma doença de velhos que os políticos utilizam para torturar os novos.
    É o que se chama a socialização do prejuízo. Espalhar a merda pelo passeio todo para garantir que toda a gente fica cagada.

    • Paulo Marques says:

      Socialização era empregar as pessoas para ficar em casa, ou fazer tarefas que continuavam, e continuam, a fazer falta, e não a aumentar as rendas aos mesmos.
      Isto foi o meio termo que permitiu manter a porta giratória dourada bem aberta.

  3. POIS! says:

    Pois, mas o pior…

    É que há quem tenha aproveitado a “palermia” para outras coisas ainda mais graves.

    Os sindicaleiros, alegando falta de condições sanitárias, desataram a provocar greves, umas selvagens outras ainda piores, na Autoeuropa.

    A tropa comunesca quer é ficar em casa a fazer campanha eleitoral no “instagram” e borrifa-se para economia do país e de todos nós!

    Sim, mas vão ter surpresas. A deslocalização para as Filipinas está a ser acelerada todos os dias. Um porta-contentores à porta da fábrica em Palmela não passou despercebido.

  4. Tuga says:

    “Cada vez mais convencido, que a gravidade da doença, é mental,”

    Concordo plenamente. Mas diga-me uma coisa, para alem desses sintomas, teve outros, quando apanhou o Covid ?

  5. J.Maurício says:

    Números da palermia!!!
    Não será noticia da caverna?
    Um olhar rápido sobre a imagem e nota-se de imediato a discrepância do tamanho do texto a vermelho.
    A seguir consultei o site do Expresso e qual não é o espanto, os números a vermelho não constam da notícia.
    Segundo os historiadores, o homem de neanderthal desapareceu da Península Ibérica à 28 mil anos, mas parece que se enganaram, continuam a viver entre nós.
    VERGONHA! Os historiadores andam a enganar-nos.

    • Tuga says:

      Temos que desculpar os liberocas, representados neste post pelo autor, Sr Antonio Almeida. Eles precisam de marcar a sua presença agora que Rui Rio lhes deu alguma hipótese de aparecerem. As eleições são daqui a 2 meses

  6. Daniel says:

    Outra vez arroz?!
    Já dizia o Passos: “Estado deve fazer tudo para salvar vidas mas não a qualquer custo”

  7. Elvimonte says:

    Cerca de 50% da população apresenta imunidade cruzada ao SARS-Cov-2, conferida pelas células T, de acordo com os artigos científicos:

    “Targets of T Cell Responses to SARS-CoV-2 Coronavirus in Humans with COVID-19 Disease and Unexposed Individuals”,

    “SARS-CoV-2-specific T cell immunity in cases of COVID-19 and SARS, and uninfected controls”,

    entre outros, mas a palermia nem faz ideia da existência de células T e pensa que tudo se resume a anticorpos. No artigo científico

    “Infection fatality rate of COVID-19 inferred from seroprevalence data”,

    publicado no Bulletin of the World Health Organization, afirma-se:

    «In people <70 years, infection fatality rates ranged from 0.00% to 0.31% with crude and corrected medians of 0.05%.» e

    «If one could sample equally from all locations globally, the median infection fatality rate might be even substantially lower than the 0.23% observed in my analysis.»,

    valor este corrigido para 0,15% em Abril último.

    Oremos.
    Venha a nós outra pandemia e que a palermia nunca acabe. Abençoados todos os vírus, o medo que geram e os lucros grotescos que nos proporcionam com estas fabulosas oportunidades de negócio. Bendita a vacinação em massa a partir dos seis meses de idade com reforços trimestrais. Benditos os testes e as máscaras e os confinamentos.

    Amen e A-women. Palavra da salvação.

    PS – E sobre efeitos adversos agudos das vacinas ocorridos até 31/10/2021 em Portugal?
    Clinicamente importante: 3 893
    Incapacidade: 1 607
    Hospitalização: 654
    Risco de vida: 188
    Morte: 96
    (Relatório de Farmacovigilância, Monitorização da Segurança das Vacinas contra a COVID-19 em Portugal, Infarmed)

    • POIS! says:

      Pois claro, Doutor Elvimont D’Ordure. Mostre aos palermísticos como é!

      E acrescento que V. Exa. pode encontrar apoio para a sua Douta Explicação num artigo publicado na revista “Annals Of
      Greenmeat Butching” que resume um conferência dada pelo conhecido investigador da Universidade de Edimburgo Mota Snailstair.

      Consta que a certa altura ele terá querido espicaçar a polémica tendo afirmado: “não está provado que o consumo de gomas cor de laranja seja prejudicial aos doentes com hiperplasia das fossas nasais, a não ser que apresentem concomitantemente paralisia do lóbulo da amígdala cerebelosa”.

      Após uns instantes de silêncio (mais ou menos 43 minutos e 54 segundos) o Professor israelita Joshua Offthejoan, que assistia como convidado, terá retorquido “lá na minha terra os cortadores de carnes verdes não usam suspensórios por motivos religiosos”.

      Por aqui se vê que não se vê a razão para os que dizem que não se vê a existência de um visível consenso científico sobre os assuntos. E que não haja acordo sobre coisas importantes. E que todos concordam que o fim da pandemia só estará próximo quando faltar meia hora.

    • Paulo Marques says:

      Sim, os hospitais enchem onde não há protecções ou vacinas por conspiração, até inventam agora um Omorcão só para dizerem que estão infectados outra vez! Isso não era um gajo que previa o fim da pandemia no início deste ano?
      Acho piada a não sabermos das células T, quanto ainda há pouco o foco era dizer que não adiantava fazer nada porque os anticorpos iam embora.
      Olhe, além dos efeitos verificados em quem tomou vacina, já olhou para os efeitos verificados em quem adoeceu? Antes de condenar os tais 0.15%, uns míseros 10500000 da população mundial, a morrer com um tubo na goela. Pelo menos, enquanto houver camas e etc. para isso.

      Começo a ter certezas que é daqueles pagos para isto.

  8. British says:

    What ?

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