é o que parece afirmar esta peça do I.
Camilo Mortágua, resistente antifascista (1934-2024)

Se estivéssemos a falar de um venezuelano anti-Maduro que tivesse tomado um paquete ou um avião de assalto, a direita radical e a extrema-direita fariam dele um herói. E como até um relógio avariado acerta na hora duas vezes por dia, teria que lhes dar razão. Qualquer um que resiste a uma ditadura, que arrisca a sua vida para a derrubar, é um herói da liberdade. Camilo Mortágua foi essa pessoa, goste-se ou não do homem. As acções em que esteve envolvido fizeram parte do caminho para a libertação do regime fascista de Salazar. Sou-lhe grato como sou grato a todos os resistentes antifascistas que lutaram para que eu pudesse viver em liberdade. Que descanse em paz.







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