
Se estivéssemos a falar de um venezuelano anti-Maduro que tivesse tomado um paquete ou um avião de assalto, a direita radical e a extrema-direita fariam dele um herói. E como até um relógio avariado acerta na hora duas vezes por dia, teria que lhes dar razão. Qualquer um que resiste a uma ditadura, que arrisca a sua vida para a derrubar, é um herói da liberdade. Camilo Mortágua foi essa pessoa, goste-se ou não do homem. As acções em que esteve envolvido fizeram parte do caminho para a libertação do regime fascista de Salazar. Sou-lhe grato como sou grato a todos os resistentes antifascistas que lutaram para que eu pudesse viver em liberdade. Que descanse em paz.






Devemos prestar a nossa homenagem a um antifascista? Sim!
Era provavelmente um dos últimos terroristas liberais que respaldado pela OTAN e a Agência Central de Inteligência («CIA») executou vários acções de terrorismo e roubo com objectivo de prejudicar Portugal, os Portugueses, e o Estado Novo.
Pois claro!
Várias operações terroristas, com desfecho fatal, tais como:
a) o assalto ao Santa Maria, que durou tanto tempo que morreu muita malta de ataque de ansiedade a ouvir pela rádio;
b) o desvio do avião da TAP, onde foram lançados panfletos que atingiram em cheio e foram fatais para cidadãos com a moleirinha sensível;
c) e o assalto ao banco na Figueira da Foz, que obrigou portugueses a percorrer a pé milhares de quilómetros para trocarem as notas de 500 escudos de chapa 9 que o Oliveira da Cerejeira decretou como falsas e, pior que isso, levaram ao suicídio várias peixeiras que não conseguiram vender uma sardinha sequer porque o Camilo e companhia levaram o dinheiro todo e os Pides não gostavam de peixe.
Mas Prejudicar Portugal e os Portugueses ainda vá!
Agora o Estado Novo, isso não se fazia!
Estava tão novo que ainda não se tinha acabado de pagar as prestações e ficou tudo escangalhado! A pintura então, ficou um horror! Nunca mais foi o mesmo!
A última coisa que devia querer era comparações com os fascistas que nem com tentativas de golpe, de assassinato, ou de populismo conseguem uma revolução colorida para desbaratar aquilo tudo.
… resiste a uma ditadura, que arrisca a sua vida para a derrubar, é um herói da liberdade… ?
Não , não é, porque o que o fdp queria é instituir uma ditadura mil vezes pior.
“Fui vítima de Salazar, mas as ditaduras comunistas eram muito piores” Edmundo Pedro Jornal i 23-10-2017
Mas o comuna do mendes ainda sonha com uma ditadura comunista.
Joana Quelhas
Ó cuelha vai dormir que o teu mal é sono, deixa lá o crucifixo que ainda te magoas.
Tchchchch, ó Qwelllhhhhasss!
“Uma ditadura mil vezes pior”? Assim tipo a que o Trump promete? Nem consigo acreditar!
Tava tão habituado ao lápis azul que achou que era uma invenção portuguesa.
Quelhas
Deves ser marrana. Se não sabes o que é, o que duvido vai ao wili.
Marrana porca judia
Tem cara de judeu e nome de judeu (os apelidos portugueses que são nomes de terras são usualmente de origem judaica). Provavelmente é descendente direto de judeus.
A filha Joana também tem cara de judia, embora a filha Mariana não.
O segundo legado do sionismo é re-banalizar o anti-semitismo patético, incluindo a ideia do judeo-bolshevismo.