
O ano é 2024 e ainda existem dezenas de crianças a casar por imposição dos pais.
Algumas com apenas 10 anos.
Não tenho qualquer preconceito racial com a comunidade cigana, responsável pela esmagadora maioria destes casos, mas o Estado de Direito está acima de TODAS as convicções religiosas e tradições, e a lei estipula que a idade mínima para casar é de 16 anos.
Este abuso infantil tem que acabar. É uma obscenidade e não pode contar com o nosso silêncio.






O Estado dificilmente pode impedir uma criança de se casar.
O que pode é considerar inválido, para efeitos legais, qualquer casamento que tenha sido celebrado na infância.
Pois tá bem, ó balio!
O Iniciativismo Liberalesco já lhe trepou tanto pelo cérebro acima que V. Exa. está a ver a realidade toda búzia!
Por acaso sabe V. Exa. que um casamento, para ser válido, tem de ser celebrado de uma forma legalmente predeterminada, ou seja, é um ato sujeito a um certo regime de declaração de vontade, já que é um ato formal e solene, realizada perante um oficial público?
Por acaso já viu, ouviu ou apalpou algum oficial público (ou padre católico, por via da Concordata) a celebrar um casamento entre menores de 16 anos?
Porque o casamento, se não for celebrado perante um oficial público, e descontando uma rara exceção que não se aplica a menores de 16 anos, é inexistente. Ou seja, não produz quaisquer efeitos.
Casamentos celebrados na tasca, ou no quintal, mesmo por algum Xamã Liberalesco, não valem! Não é preciso o Estado ter o trabalho de os invalidar.
É exatamente o que eu disse: se o casamento não é celebrado de forma regular (o que implica que os cônjuges tenham mais de 16 anos de idade), então não deve ser considerado legal pelo Estado. Não deve produzir efeitos legais.
Da mesma forma que um muçulmano pode casar-se com quatro mulheres, mas para o Estado somente o primeiro dos quatro casamentos é legal.
Pois, tá bem, afinal qualquer um se pode casar só porque resolveu fugir à burocracia asfixiante do Estado.
Vestem um tipo de padre, ou de oficial do Registo Civil (embora, neste caso, não haja nenhuma farda obrigatória, aliás nem vestuário, pode estar nu/a) e casam-se lá em casa, em ritual liberalesco, seguido de almoço e, se calhar, um quartito livre para os nubentes ficarem à vontade a jogar à cabra cega, ou coisa assim.
Mas o Estado acha que isso não vale e dá-se ao trabalho de escrever isso em códigos e tudo. Vá lá, desta vez, um bocadito de burocracia até não é mau…
Digamos que o título é um bocadinho fake news pois que nenhum casamento pode ser validado antes dus 16 anos. O que efectivamente há e promessas de casamento e sim, são os pais quem manda.
Mas achas o Mendes que nas famílias tradicionais e de bem os meninos e as meninas casam com quem querem?
Se calhar ainda acreditas no Pai Natal.
Por falar em crianças:
“O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que Israel poderia realizar a “limpeza étnica” de Gaza se a comunidade internacional não tomar uma posição determinada para impedi-la.
Guterres fez seu apelo em um momento de crescentes vítimas civis do bombardeio israelense ao norte de Gaza. Um ataque na terça-feira no distrito de Beit Lahiya matou pelo menos 93 pessoas, no que a ONU disse ser apenas um dos pelo menos sete “incidentes de vítimas em massa” em Gaza na semana passada.
Ao mesmo tempo, as entregas de ajuda a Gaza caíram para seu nível mais baixo desde o início da guerra, levando a crescentes alegações de que a verdadeira intenção de Israel é expulsar a população palestina restante de pelo menos parte de Gaza.
O secretário-geral da ONU, falando à margem da conferência de biodiversidade da COP16 na Colômbia, sugeriu que a “limpeza étnica” de Gaza havia sido impedida até agora pela recusa de seu povo em sucumbir à intensa pressão para fugir de suas casas e pela determinação árabe de não aceitar transferências populacionais em massa.
“A intenção pode ser que os palestinos deixem Gaza, para que outros ocupem”, disse Guterres. “Mas houve – e eu presto homenagem à coragem e à resiliência do povo palestino e à determinação do mundo árabe para evitar que a limpeza étnica se torne uma realidade.
“Faremos todo o possível para ajudá-los a permanecer lá e evitar a limpeza étnica que possa ocorrer se não houver forte determinação da comunidade internacional”, acrescentou.”
(The Guardian)
Orgulho-me deste português!!!
O Guterres é um molusco nas garras dos comunas que dominam a ONU.
Tenho vergonha deste asno com pernas.
Joana Quelhas
Comunismo é quando és contra a chacina de centenas de milhares de pessoas, e achas que torturar, violar, e matar quem lhes tenta salvar a vida ou contar a sua história com a mesma verborreia dos nazis, nem sequer disfarçada, é capaz de ser desumano.
Deves ser da raça maldita que pretende limpeza etnica na palestina
Marrana !
A branca?
Judeu não tem cor.
Apenas duas variantes, os sefarditas na Península Ibérica e os azkenazis
Qualquer. deles, esterco humano
.
Não faltam judeus, incluindo ainda sobreviventes e descendentes do holocausto, que não têm, nem querem nada a ver com aquela colónia.
Quem não gosta, não devia concordar com o regime na proclamação de que é em nome de eles todos.
Pois, mas temos de compreender…
Que o amor trás consigo desígnios insondáveis, para além de toda a lógica e racionalidade.
E a Vosselência “calhou” essa fixação por um asno, ainda por cima com pernas!
Entretanto, Vosselência caiu em si, e a vergonha sobreveio. Até porque o dito ocupa-lhe a cama toda, porta-se mal nos restaurantes e foge às tarefas domésticas.
Um horror!
Correção: na segunda linha, “o amor traz”…
Trás! Lá caiu calinada! A síndrome de Qwellllhhhass ataca à traição!
Ainda vou ver o comuna Mendes a mudar pró Chega.
Joana Quelhas
Pois é!
Desde que Vosselência se inscreveu e a puseram a tomar conta das limpezas lá da sede, é natural que se entusiasme e esteja à espera de mais um militante ou dois.
Sempre pode cair mais uma gorjeta, quem sabe!
Pois não é que não vejo por aqui expressa a beleza do multiculturalismo?
As crianças são educadas desde sempre a entender o casamento como um trato social organizado pelos pais, destinado a cumprir funções socialmente predeterminadas em que o amor romântico não tem lugar assinalável.
Por isso as tiram das escolas cedo o bastante para que não se desviem dessa cultura.
Por falar em trato social: e se lhe tirassem os subsídios sociais e os bairros para ciganos caso as criancinhas não cumprissem o tempo de escolaridade obrigatória?
Lá vinham as tendas, as ocupações, a criminalidade… vamos então prosseguir no faz-de-conta de que são vítimas de uma qualquer opressão, e a não encontrar melhor, diga-se ser do capitalismo e do seu liberalismo.
Claro, porque não libertar logo as crianças para um campo de trabalho como subhumanos, ou o desejo que morram à fome na rua consegue ser maior?
Pois claro!
Longe vai, infelizmente, a gloriosa época salazaresca em que o amor romântico tinha um papel central.
Era a época em que o cavador, romanticamente, nos bailes do vira lá da aldeia se roçava na sua cavadora e, depois de abençoada a romântica relação pelo padre da freguesia, desatavam a cavar e a fazer filhos cuja função principal era esperar pelo Pai ao fim do dia de lavoura, os meninos em farda da Mocidade Portuguesa a ler o Livro da Primeira Classe e as meninas com lacinhos no cabelo a treinar a futura vida romântica com o auxílio de bonecas.
Na cidade, o amor romântico era mais dinâmico. Havia até criadas de servir que trocavam romanticamente de lugar com as senhoras por uma noite ou outra, embora o elevador social fosse um tanto cansativo porque, de manhã, tinham de servir na mesma o pequeno almoço.
Eram tempos mesmo muito românticos!
Isso é só porque ainda não se liberalizou o casamento; os liberachos ainda não importaram essa importante batalha cultural lá da civilização de onde recebem o financiamento e o material, estão a perder tempo.