O ano está a acabar e sempre me convenço mais de que todos os anos são iguais. Começa com o primeiro bebé do ano e reportagens muito giras, há dia dos namorados e reportagens à porta dos shoppings, há dia do pai, há dia da mãe, há temperaturas altas no verão, há temperaturas baixas no inverno. Só isto? Não, haverá muito mais, mas também foram incluídos neste rol estudos que apontam que há racistas em Portugal. É algo chocante, ninguém esperava que houvesse racistas num aglomerado de 10 milhões de pessoas. Choque. Horror. Tragédia. E outras quantas emoções.
Desta vez, vemos um estudo que revela que os portugueses querem menos imigrantes indostânicos e mais ocidentais. Esta gente não deve estar a falar do mesmo país que não se importa de falar mal de franceses, que detestava a gorda da Merkel, que fica doente quando ouve um espanhol sem fazer o mínimo esforço em roçar o português, mas pronto. Continuamos a ler o estudo e percebemos que os inquiridos dão respostas que facilmente seriam de centro-esquerda há alguns anos. Mas, hoje em dia, a preocupação com as tensões que podem ser geradas devido a imigração tornou-se algo de extrema-direita e esta mesma ganha com isso. Parece que ouço uma celebração na casa de cada facho sempre que lhes dão material.
Sempre que há um estudo assim, aparece logo o braço armado da esquerda a alertar que Portugal é racista. Primeiro, sempre adorei esta frase, porque eles mesmos são Portugal. Soa um pouco como as pessoas que vão para um shopping num domingo reclamar das pessoas que vão para um shopping num domingo. Segundo, parece-me difícil atribuir a um país características individuais por causa de uns inquéritos. Portugal também é o segundo país da UE com maior número de diabéticos e não vejo ninguém a gritar que Portugal é diabético. Até porque depois o Chega tinha de fazer mais uma manifestação a afirmar que Portugal não é diabético e eleger um deputado que bebe 31 refrigerantes por dia sem contrair qualquer doença.






Ouvi um debate a defender que o portuga devia ter vergonha de ser racista, porque também não gosta de ser alvo de racismo noutros sítios. Como Brasil. Estados Unidos. África. Ásia. Norte da Europa.
Ou isso ou devíamos admitir que racistas sempre houvd e sempre haverá em todo o lado.
Portugal é claramente um país com fortes indícios de racismo estrutural, cultural, chamem-lhe o que quiserem. Mas o pior mesmo é eu como cidadão branco, nascido no ultramar, perceber que os emigrantes portugueses da diáspora, os chamados retornados, e, acabando nos emigrantes portugueses na Venezuela, no Brasil, nos EUA, África do Sul, França, Alemanha, Suíça e por aí fora, são os mais racistas de todos, em especial com as etnias africanas e asiáticas.
O racismo existe. Sempre existiu. A globalização económica e demográfica só veio evidenciá-lo.
Já diz o velho ditado:
Nunca peças a quem pediu, nem nunca sirvas a quem serviu
São os piores.
Deviam seguir os comportamentos dos imigrantes africanos e brasileiros, que se integram e mesclam entre eles sem qualquer problema. Infelizmente o racismo está impregnado no homem branco, ainda aziado pelo fim do colonialismo europeu.
O 25 Abril ainda trouxe alguma esperança de reversão na geração seguinte, mas claramente entrou-se num caminho de reversão
Podem sempre emigrar para os Estados Unidos do Trump, qud virá a ser um espaço seguro para essa gente.
Os gusanos e colonialistas são sempre os mais racistas, nem que seja por acharem que têm que provar alguma coisa.
O que é a maioria estava a fazer no ultramar, mesmo?
Esfrega-se um liberalocas e encontra-se um facholas.
Há muitos racistas, a começar pelos betos fozeiros de blaser parolo até aos retornados ressabiados e agora juntam-se nos esgotos das “redes sociais” a vomitar ódio.
Subscrevo.
Os liberachos bem se tentam esconder por baixo do verniz bem-falante, mas não enganam os verdadeiros cidadãos de esquerda. Felizmente ainda há democratas que praticam o humanismo e tolerância, bases da real democracia de esquerda essencial para uma Europa progressista.
O Inverno é frio? Mentira, sempre estiveram 17º no dia de Natal.
O estudo é uma treta, serve para validar a novilíngua das “as tensões que podem ser geradas devido a imigração”, alimentando a imaginação de problemas onde não existam para que os governos neoliberais possam fazer de conta que fazem alguma coisa à medida tudo decai, e nem balas conseguem fazer.
O que nada tem a ver com o país ser racista; é racista porque as pessoas são tratadas de forma diferente, independentemente das regras e da lei – e nem os excelentíssimos, os suínos, ou os senhorios disfarçam.
Os indostânicos vivem no seu mundinho, até pela barreira da lingua, quiça com algum crime á mistura. Mas o que salta á vista são os inumeros brasileiros desrespeitando os costumes tugas, munidos de esquemas para enganar o pagode, achando que o tuga é que tem que saber entender os termos do português do Brásíu e não eles que têm que se esforçar por falar a nossa lingua. No meu dia a dia, não ouço nada de especial sobre os monhés, mas sobre brasileiros…..é cada historia…..Ops, não fica bem dizer estas coisas que sou logo catalogado de racista, xenofobo, de extrema direita ou extrema esquerda ou o raio que os parta., forma elegante de dizer a pqp
Muito simples
Quando algum zuca começa a papiar os gerundios do costume, eu digo.
não percebo, não percebo. Crioulo só percebo o da Guine Bissau
Entäo V. Exa. também näo deve entender o “crioulo” alentejano…
Mas isso diz mais de V. Exa. do que dos “zucas”!!!
Comparar o sotaque alentejano, algarvio ou do Porto com o papiar crioulo dos zucas, só provavelmente de um zuca
papiar quer dizer falar em crioulo da Guine Bissau
Pois fica registado o comovente respeito de Vosselência pelo crioulo da Guiné Bissau.
Nota-se, aliás, que Vosselência terá sido papiado por algum crioulo, impelido que foi pela necessidade de treino das bués qualidades linguísticas que amplamente demonstra.
E como grita o povinho, lá na minha terrinha…
“Morte ao pérfido gerúndio, que leva uma língua decente ao fúndio!”.
Grita o povinho. Lá na minha terrinha.
Porque é que alguém havia ser considerado racista lá por fazer de propósito para descrever pessoas de forma e termos racistas? Tá tudo woke.
Quando à variante linguística, deitar fora as relações comerciais com uma economia daquela dimensão é uma oportunidade a explorar.
Podem-me explicar o que é racismo? Em meu entender esta terminologia não passa de uma moda que ninguém quer assumir. Será que se um branco chamar preto a um preto é ser racista? Ou um preto chamar branco a um branco é ser racista? Para mim o termo racista está bem clarificado, ou seja, só é racismo se um preto chamar preto a um branco ou um branco chamar branco a um preto. É confuso, não é?
O caro amigo está confuso sim senhor.
Mas não é por acaso .
Racismo não é chamar, é tratar ou destratar conforme a cor da pele ou cultura ou mesmo religião, é a nossa ou diferente
E em seu entender quem é que trata ou destrata quem? Continuo a não entender.
“Continuo a não entender”
Claro !
Continua a não ser assim tão confuso desde a última vez que lhe respondi: tratar um grupo de pessoas como menor por razões étnicas ou culturais sobre as quais há uma relação de poder. Também se aplica quando o agora chefe da NATO disse que nós só gostamos de beber e dormir.
A cambada esquerdalha sempre tem que erigir símbolos do mal para se colocar no lado oposto a suscitar que a associem a símbolos do bem.
O racismo é um desses expedientes e dos mais despropositados, salvo que lhes rende uns patacos e linhas na imprensa..
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Estimado Salazarento Menor
De racismo sabe o caríssimo de sobra. Essa era uma matéria dada na escola da PIDE em Sete Rios, ou já esta esquecido. Compreendo, já la vão 50 aninhos, e não parece
Bons tempos, não foi. Que saudados parece ter da ditadura do Botas
Engraçado, o Menos e o camarada chama cambada esquerdalhada a toda a gente de que discorda, do Papa a Putin.
O Salazarento menor é mais Salazarento que o Saketti da Pide que ia de Coimbra para Lisboa para dar formação ideológica fascista na Escola da PIDE de Sete Rios. Dizem que o menor era dos alunos mais atentos.
Bons tempos não eram, Salazarento menor ?
A cambada, que só treléu tudo que é História, não sabe distinguir um imigrante de um invasor.
Invasor é todo o coirão que vem para cá viver como se estivesse na terra dele e dos seus antepassados.
Caríssimo Salazarento menor
Tem toda a razão
A frase que escreveu para os invasores,, faz lembrar o que o poder colonial português fazia quando ocupou as suas colónias em África: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
Os colonos ocupavam aquelas terras como se estivessem na terra deles.
E o Botas tinha o topete de lhes chamar províncias ultramarinas, o bilhete.
Ignorante e presunçoso falas de territórios desertos ou tribais como se fossem Estados-Nação.
Mas desde que rime com a idiotia dominante sentes-te confortável.
Estimado Salazarento menor
Essa de territórios desertos e tribais era precisamente o argumento dos colonialistas de Salazar para ocuparem as colónias em África, ocupações reais apenas nas zonas interessantes economicamente , mas com a pretenção de politicamente dizerem que como em Angola, ocupavam o território todo, chamando província ultramarina tu
Esse argumento era ensinado na escola da PIDE em Sete Rios – Lisboa, pelo que acho natural que o estimado Salazarento o utilize
Logo o ignorante presunçoso vai elaborar sobre o que seja a nação angolana e sua raízes… esperem sentados.
O estimado Salazarento menor chama ignorância a todos que não comungavam dos ensinamentos que ele aprendeu na escola da PIDE em Sete Rios, extinta com o 25 de Abril de 74.
Temos pena
Nem as coisas mais simples sabes pôr na devida ordem: violar, torturar, chacinar.
Te embaralhas-te sempre!
Não acreditam no mercado como a segunda vinda de Cristo, não contam como pessoas; dantes, como hoje.
Nada como nada dizer usando palavras para parecer original!
Eu explico para mentalidades de 5 anos: se não é teu e te deixam-te em paz, pelo menos, não tens justificação para invadir e roubar por muito que investes palavras de um ser imaginário no céu ou umas palavras convenientes a que chames lei e ciência.
Para não dizer chacinar, violar, torturar, e por aí fora.
Nem as coisas mais simples sabes pôr na devida ordem: violar, torturar, chacinar.
Te embaralhas-te sempre!
Os praticantes e defensores sabem melhor, é verdade.
Pois claro! Há que colocar tudo em devida ordem!
Malta da esquerdaria radical! O Menos já escolheu a ordem do tratamento que exige!
A primeira fase pode arrancar já!Toca a avançar! O gajo já está de cócoras!
Pois.
O que faz de Vosselência um coirão invadido!
Não é justo!
O estimado Salazarento menor, eminente velho nazi serôdio, é muito menos perigoso do que os discipulos do ex seminarista neo nazi, que dessimulam a sua ideologia retrógrada com treta neoliberal.
Apenas de vez em quanto mostram o seu racismo, mas tentam passar uma mensagem menos radical para tentar convencer os trouxas.
O velho Salazarento menor, ao menos mostra ao que vem mas na quadrilha do ex seminarista apenas o deputado da rede bombista se esquece das recomendações do chefe.
A cambada pendura-se na raça – conceito irrecusável de diferenciação por biológico, e de incomprovada relevância quanto a capacidades mentais- para protestar contra toda a discriminação, procurando que a sua irrecusável cretinice seja abrangida nessa amnistia sobre toda a irracionalidade a que chamam ‘igualdade’.
E como o rebéubéu da escravatura que, ignorantes como são, sempre associam a questões rácicas ou tão só à coloração da pele, vivem nessa atitude de idiotas exaltados, que tomam por força de razão.
Pois mais uma importante revelação!
“A cambada pendura-se na raça”!
Pois já cá tinha chegado a notícia de que Vosselência andava pendurado! A questão agora será: qual a cor do “cabide”? Preto? Amarelo? Castanho? Mestiço? Branco? Fuzileiro?
Se é irrecusável, diga lá os marcadores biológicos únicos que não sejam a aparência exterior.
E mais uma vez, o problema não se limita à escravatura, ainda hoje existente em todo o lado, paga ou nem por isso, mas do fenómeno único de comodidade reprodutível (e quantas vezes à força) tratada pior que animais. Que inevitavelmente justificou o Adolfo, não para meia dúzia, mas para boa parte do mundo liberal “civilizado”.