
Ironicamente, o atentado terrorista do Hamas contra civis israelitas, a 7 de Outubro do ano passado, foi o último prego no caixão do regime de Bashar al-Assad.
Como?
Assim: Israel reagiu com a brutalidade genocida que é conhecida, o que levou o Irão a ordenar que o seu proxy Hezbollah explorasse as (alegadas) fragilidades do exército israelita a norte.
Como essas fragilidades não existiam, Israel respondeu com a aniquilação total do topo da cadeia de comando e destruiu a infraestrutura dos fundamentalistas libaneses, deixando o Hezbollah a soro.
E com o Hezbollah ligado às máquinas, Assad ficou sem um importante aliado na contenção dos diferentes grupos rebeldes sírios, sobretudo na zona da capital, que faz fronteira com o sul do Líbano, controlado até então pelos terroristas de mão de Teerão.
Sem o Hezbollah defender Damasco, os terroristas do HTS foram promovidos a freedom fighters e, em poucos dias, tomaram os escombros sírios, obrigando o Vladimir a evacuar o Bashar.
Agora é uma questão de esperar pela Primavera, cruzar os dedos e esperar que corra bem. E não é o facto de ter corrido mal no Iraque, na Líbia, no Afeganistão ou até no Irão de Mossadegh que nos deve alarmar. Desta vez é que vai ser.






O Irão não manda no Hezbollah, e a entidade sionista “ganhou” um cessar-fogo que sabia que não ia ter que cumprir, e não cumpre, chacinando o povo que acredita que vão parar pelo sul. Damasco sancionado financiava o exército com patacas, enquanto o império financiava os guerrilheiros com milhares de “dinheiro dos contribuintes”, e enquanto colapsava, Assad reteu as forças da resistência achando que podia continuar a negociar com as pessoas “civilizadas” pela normalização de relações.
O genocida de Filadélfia lá arranjou uma vitória para se eternizar no posto democraticamente.
Isto sim, isto é anályse!
Poys claro!
Como vay a vydynha ay pelo Brasyl? O tempo tem estado baryl? E o fuzileyro? Tem cumprydo?
São factos, mesmo.
Concordo. Fatos irrefutáveis.
O Hamas não atacou civis comuns mas sim ocupantes de territórios ocupados. Não se pode equacionar o usurpado com o usurpador.
O ataque de 7 de Outubro de 2023 expôs a hipocrisia ocidental de dois pesos e duas medidas.
Quanto à queda do regime de Assad, os seus soldados e as respetivas famílias passavam fome com salários de 50 dólares por mês. O regime caiu de podre. Não foi o Hamas que causou o fim do regime.
É provável que haja quem se excedesse, é normal na guerra – então os exércitos civilizados, ui ui – e muito mais na libertação, onde não se pode ser esquisito. Mas só uma completa alienação é que permite ver um ataque deliberado a civis quando nem estes sabiam com antecedência onde ia ser a festança, ou quando a ocupação disparava contra tudo o que se mexia (como habitual), com danos a condizer. Para nem falar de corpos movidos, locais limpos antes de investigação, bebés decapitados que nunca ninguém viu, violações em massa em que não há vítimas – se foram assim tão assassinos, para quê inventar tudo isto, e muito mais?
Sim, é isso que aconteceu. As mentiras dos bebés decapitados e de mulheres violadas continuam a ser divulgadas pelos hásbaras já conhecidos.
Felizmente ainda há quem não se deixe enganar pela propaganda liberacha.
Israel, EUA, pobre Europa deixa-se levar porque já nem conta. O poder vigente contra a ascensão dos BRIC, o resto é fogo de vista. Na Ucrânia, na Síria.
Mendes, deixa de fumar essa porcaria que isso só faz e mal.
A Siria estava a ser alvo de sanções homicidas, mais tarde ou mais cedo teria de cair e foi agora.
E se as fragilidades dos assassinos sionistas não existissem esses monstros já teriam conquistado todas as terras do Grande Israel que incluem todo o território da Jordania e Libano, a maior parte da Síria e mais de metade dos territórios iraniano e saudita.
Claro que mataram muita gente porque matar os dirigentes da resistência e o que fazem desde sempre, o líder do Hezbollah foi só mais um e eles também já sabem que quem se opoe a esses monstros dificilmente morre na cama.
Se continuam a resistir e porque sabem que a vida sob o domínio de gente supremacista e racista até a medula e um inferno na terra e pior que a morte.
Os israelitas são os novos nazis e podes limpar as mãos a parede com a tua alegria pela queda do governo sirio e a tomada de poder por um bando que desfoca a imagem de mulheres e se esta nas tintas para defender o seu território preferindo entreter se a cortar cabeças.
Vai ver se o mar da choco.