Em Portugal é quase mais fácil uma pessoa divorciar-se do que despedir um trabalhador. (14:29)
— Cecília Meireles, 08/12/2025Quantas pessoas se casariam, se fosse proibido o divórcio? (11:58)
— João Cotrim de Figueiredo, 11/12/2025
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Em Portugal é quase mais fácil uma pessoa divorciar-se do que despedir um trabalhador. (14:29)
— Cecília Meireles, 08/12/2025Quantas pessoas se casariam, se fosse proibido o divórcio? (11:58)
— João Cotrim de Figueiredo, 11/12/2025

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
O desejo de controlar a vida dos outros está-lhes na ideologia.
Tadinhos!
Dão-lhes subsídios, podem procurar melhor destino, mas….
A sanha dos patrões, em preferirem despedi-los a explorá-los, é uma aberração capitalista que só pode ser obra do diabo…. a quere-los no inferno!!!!
Não preferem despedi-los a explorá-los. Querem é ter facilidade em despedi-los para os manterem sob constante ameaça e, assim, melhor is explorar.
É evidente que o JgMinion sabe muito bem disto, não quer é que venham factos estragar-lhe a narrativa.
… e pagam indemnizações por despedimentos sem justa causa, tal é a possessão!
Também o estado subsidia a segurança da propriedade dos capitalistas, não vá quem trabalhar querer comer e ter tecto invés de dívida eterna e impagável.
Pois…”pagam”? Talvez…com sorte…
Eu já fui vítima de uma dessas cegadas (há muito tempo, diga-se de passagem). Foi caricato: a entidade patronal atribuiu-nos uma tarefa impossível de cumprir e despediu-nos (a quatro pessoas, eu e três mulheres) por “falta de interesse pelo trabalho”.
O caso é ainda mais caricato se se levar em conta que eu fui despedido “por falta de interesse”… seis dias depois de cessar o período de experiência!.. E depois de ter ido trabalhar um fim de semana inteiro, mais de 10 horas por dia, fora do horário, apenas em troca de refeições e um dia de folga, em tarefas que nada tinham a ver com as do nosso trabalho, e que faziam parte de outros negócios do patrão.
O objetivo do despedimento era mesmo fazer cessar a nossa exploração, substituindo-nos por umas senhoras da preferência da gerência que dessem maiores garantias de não se importar de serem exploradas.
Em tribunal, o patrão, ouviu do Ministério Público que se deixasse de ridicularias e assumisse a responsabilidade. Foi então que o advogado veio com uns papéis a dizer que a sociedade era agora gerida por uma filha do dono que, sabia-se, sofria de fortes perturbações mentais, embora nunca ninguém tivesse pedido a declaração de incapacidade…
Mas não deu em nada. Foi condenado a pagar uma indemnização de um ano de salários, pelas leis da época. A reintegração tornou-se impossível por encerramento da empresa.
Foi feito um plano de pagamento, mas só recebi dois meses de salário. Depois deixou de cumprir e declarou insolvência.
Mas, realmente a nossa exploração cessou. Sobre isso não há dúvidas!
Tens que perceber o risco do patrão de ter trabalho de graça e por baixo da mesa: ter um juiz a dar-lhes uma palmada na mão e ter que pagar parte. Um horror que estes criadores de colaboração não merecem.
Ninguém lhes “dá” subsídios, a miséria do subsídio de desemprego é mais do que pago por quem trabalha.
Ora pois!
Por isso é que certos patrões, muito altruisticamente, metendo a mão que estava noutro lugar na consciência, preferem fechar o negócio e mudar os trabalhadores para casa, numa medida radical para fazer cessar a exploração.
Depois, passado uns dias, abrem outra no mesmo local, esperando que, a partir daí, a exploração seja caso encerrado. Se não resultar, repetem a coisa até acertarem.