Eu sei que ele gosta mais de sonhos de menino mas, profissionalmente, esta canção é-lhe mais útil.
Na canção:
Nasce na Estrela o Mondego
Vai passar junto à Felgueira
Atravessando Coimbra
Vai parar junto à Figueira
“Estamos no limiar da capacidade possível para conter estas águas do rio Mondego. A palavra é de tranquilidade porque tudo aquilo que pode ser feito está a ser feito, incluindo a evacuação. E tudo o que puder ainda ser salvaguardado vai ser: do ponto de vista da gestão do caudal, do ponto de vista técnico e ainda de interação com os nossos vizinhos espanhóis, que aliás é uma matéria que vem sendo feita desde o início do mês de janeiro.” Luís Montenegro, citado por num artigo fofinho do Polígrafo.
*erro meu, e está explicado, o nosso primeiro-ministro estudou pelo Porto







“Nasce na Estrela o Mondego
Vai passar junto à Felgueira
Atravessando Coimbra
Vai parar junto à Figueira”
Pois fiquei surpreendido! Não sabia que o rio parava!
Ir á Figueira deve ser mesmo um perigo! (*) Deve haver um mosquital gigante, com aquela água toda estagnada! E o pior é que lá na Figueira aproveitam tudo para gastronomia…
De qualquer modo, o J. Cordeiro está desatualizado. A balada, desde anteontem, é assim:
Nasce na Estrela o Mondego
Vai passar junto à Felgueira
Leva um grande empurrão
Na Barragem da Aguieira
Atravessando Coimbra
Vai na bisga para a Figueira
Só abranda ao desaguar
lá p’rá Ilha da Madeira.
(*) Pois, bem me lembraram. Já havia o Santana Lopes, mas isto deve ser pior!
Afinal, a notícia da passagem académica por Coimbra do Dr. Muintanegro será um tanto exagerada.
Terá ficado abrigado de pecados à sombra da Sagrada Academia do Porto.
Por isso, “ninfas”, só de foi na Playboy. Ou na “Gina”, para proezas ninfais mais ousadas…
Com efeito. Está explicado.
Ou, dada a preferência clubistica, nas “amas” do “Calor da Noite”…
Podia ser!
E, para dar mais realismo, até podiam encher o jacuzzi com águas do Mondego. (*)
(*) Está muito barata! A oferta é colossal!
Extraordinário, o fado de Coimbra.
Gostou? Já há mais uma atualização:
“Nasce na Estrela o Mondego
Vai passar junto à Felgueira
Leva um grande empurrão
Na Barragem da Aguieira
Atravessando Coimbra
Vai na bisga para a Figueira
Pelo caminho deixa isolada
A aldeia da Ereira
A velocidade é tal
Que nem pára na Figueira
Só abranda ao desaguar
lá p’rá Ilha da Madeira”.
E não ficará por aqui! De onde esta vem, há lá mais!
Não é só o desordeiro zarolho espadachim que faz versos de qualidade!