Já muito se escreveu sobre os exames e a experiência do Fernando.
Ficai a saber, seus ingratos professores, que não dais o devido valor ao facto de o Fernando colocar Portugal na linha da frente.
Vejam como estamos lado a lado com o que se passa nas américas, mais concretamente, no México.
Se tem AI, controlo por webcam e prova 100% digital e remota o que é que poderia correr mal? Perguntem lá ao Fernando se ele não apoiaria toda esta inovação.
É certo que houve alguns soluços e que a UNAM vai repetir a prova a 58 mil candidatos devido a suspeitas de copianço generalizado. Uns desconfiados, é o que é. Consta que entre 2021 e 2025, 3,5% dos candidatos obtiveram 100 ou mais pontos na prova (em120) e que este ano a percentagem foi 16,3%. E que entre 2021 e 2025, 0,9% dos candidatos obtiveram uma nota igual ou superior a 110 valores, tendo este ano subido para 5,5%. Mas, seus desconfiados, isto apenas demonstra como os alunos aproveitaram o tempo da deslocação à universidade, onde iriam realizar a prova, para estudar mais e os resultados estão à vista!
Apesar dos excelentes resultados que este método trouxe, a tese dos incrédulos ganhou terreno, houve uma escandaleira e as provas terão que ser repetidas.
Valha-nos o nosso Fernando que não cai em desnorte como o reitor da UNAM. Cá, a inovação é levada a sério e a digitalização das provas de resposta, cortadas em tirinhas para que não haja cá arredondamentos de “, 1” na nota final, é um sucesso retumbante, pese embora alguns ingratos alunos que teimam em querer ver a prova completa e apenas com as suas repostas. Uma cambada não inclusiva, é o que esta gente que rejeita as respostas de outros na sua prova é.








Parece que os professores, poucos felizmente, se querem pôr á margem da evolução tecnológica, já em marcha, com vista a submeter os alunos a um novo sistema de ensino e avaliação. São os derrotados á partida porque são os próprios alunos a exigirem a mudança. A estes um conselho, desistam do ensino já que, ao que parece, não vão conseguir acompanhar a mudança mas não a tentem pôr em causa.
Pois claro!
É impressionante o movimento dos alunos a exigirem a mudança!
Ainda há pouco vi num canal de TV um aluno a dizer com toda a firmeza e convicção: tive 4 e devia ter 19, mas prefiro 100 vezes um 4 tecnológico a um 19 em papel! Prá frente Xando, dá-lhes com toda a força! Cambada!
“Julio á margem e á partida”! Vê-se que tiveste uma instrução tech. Nem sabes usar acentos.
Vá lá que escreveste conselho correctamente.
“Evolução tecnológica” é quando se resolve um problema que não existe de forma a dar mais trabalho e fornecer pior serviço criando mais uma renda aos monopólios amigos das empresas familiares.
Ficamos à espera da “evolução” de passarem a ser corrigidos por “IA”, já que os jovens adultos têm que começar a aprender a enganar os algoritmos de alucinação desde cedo para ter algum sucesso.
É melhor não ir pesquisar o que disse o Júlio Santos sobre a “evolução tecnológica” do SIRESP, imagino.
Ora lá está, o México é gerido por um cartel de traficantes comunistas anti-sionistas vassalo do CPC para destruir o nosso dono ‘mericano, e ainda por cima não sancionam a Rússia, é evidente que temos que fazer o oposto, a bem dos valores europeus!
” sr. Professor derrotados” A sua censura á minha falta de acentos no que escrevi, certamente se deve ao facto de não o ter tido como meu professor. Paciência se não compreendeu a minha mensagem.
Todos sabemos que as mudanças são sempre chatas e a verdade é que nem sempre agradam a todos. O que se verifica mais tarde é que os que hoje a criticam irão ser os mesmos a dizer que sempre foram a favor das mudanças. Vai levar algum tempo, mas vão lá.
Pois lá para os lados…
…de Vosselência as tascas estão a fechar muito cedo. Talvez devido à época de férias, Toda a malta quer ir enfiar-se no Atlântico em vez de trabalhar no duro para aumentar a produtividade, como faz o Dr. Muitanegro lá pelos Algarves.
Sendo assim, Vosselência lá tem de antecipar a conversa de tasca à hora do fecho. Ossos do ofício!
Algum exemplo do aforismo tirado do rabo? Principalmente sobre destruir uma coisa que funciona para substituir com uma que não pode funcionar?
As 81 primaveras, distanciam-me desta polémica.
Todavia pelo ruído que tem causado, parece que o fernandinho pôs o carro à frente dos bois e a coisa não está a correr bem!
Por outro lado, está no nosso adn reagir negativamente a toda e qualquer mudança que não traga proveitos imediatos, sejam eles merecidos ou não!
Nem mais, sr. Luís coelho. Apesar dos seus 81 anos, eu estou um pouco mais avançado 88 e, apesar disso, queremos a mudança em contraponto com os que se julga serem mais novos. Estes não querem a mudança, preferem a ignorância, porque será?
Se calhar porque fomos ensinados que mudança não é antónimo de ignorância. E se calhar porque as únicas reformas que os “mais novos” conhecem resultam quase todas em tornar tudo pior. Principalmente com objectivo puramente economicista desinteressado na realidade de quem trabalha, confundido meritocracia com redes sociais de pessoas que não fazem ideia e têm raiva de quem sabe como alguma coisa funciona.
Não se apoquente, apesar de alguns retrocessos, o processo de destruição e rentismo continuará a acelerar para ao abismo.
Retrocessos não, impedimentos temporários.