Companhia aérea de bandeira – III

-É absolutamente extraordinário que uma empresa decida criar uma filial e como reacção os seus trabalhadores convoquem greve. Mas verdadeiramente surreal é a empresa anunciar o recuo na decisão, obtendo como resposta dos sindicatos a manutenção da greve. Não me parecem estar em causa reivindicações salariais ou direitos laborais, que poderíamos concordar ou não, mas colocariam o assunto noutro tipo de discussão. A questão é uma corporação pretender afastar potencial concorrência em nome de privilégios. A aviação cívil, nomeadamente a europeia é cada vez mais um mundo à parte, causando prejuízos a contribuintes e consumidores…