Ólhó atestado médico, ólhó atestado, é para o profe, tá fresquinho

Deve estar a cair bordoada da grossa sobre os zecos (no acto de retenção do IRS para quem não se recorde designam-se por professores), tendo ontem o Diário de qualquer governo (não foi só o Saramago quando por lá passou, aquilo no DN não é estigma, é mesmo causa, um húmus onde todos os rotativos do poder plantam notícias) proclamado uns fantásticos números de atestados médicos.

Não tendo lido o jornal feito da mal arrancada árvore com que o imprimiram, crime para o qual não pago, nem ouvisto o posterior folhetim televisivo mas apenas a condensada versão online aproveito para recordar que atestado só é válido se confirmando na forma de Centro de Saúde ou Hospital.

Havendo processos de investigação sobre os médicos que atestam teriam de ser aos pares, ao que atestou, e ao que confirmou.

Força. Quando perceberem que essa duplicação idiota de gastos da anterior campanha para a domesticação do funcionário publico não serviu para nada vocês, os que vão comentar já a seguir repetindo que os zecos isto e aquilo, quando lá chegarem, talvez acordem.

Então vossas mercês pagais o atestado do médico via ADSE (não pagam nada, mas pensam que sim) e a confirmação noutro médico e os profes não deixam de estar doentes e as profes ainda por cima emprenham?