
Terminada que está a Final da Liga Europa, sinto um enorme orgulho pela prestação do Benfica e pela forma como se superiorizou claramente ao Chelsea durante todo o jogo. Perder assim custa muito e desta vez ninguém pode assacar culpas ao treinador ou à postura da equipa. O Benfica não jogou para empatar, como no Dragão, jogou para ganhar, dominou e atacou. Atacou quase sempre. E só não ganhou porque lhe faltou uma ponta de sorte. A tal que se conquista, é verdade, quando se marca um golo no último minuto, ou quando, em sentido contrário, se deixa um adversário cabecear à vontade dentro da área.
Como portista, sei exactamente aquilo que os benfiquistas estão a passar. Era um jovem adolescente quando vi o meu Porto a sofrer em Basileia a mais injusta das derrotas contra a Juventus, numa Final da Taça das Taças que foi roubadinha por um tal de Prokop.
O grande Benfica foi hoje o maior Benfica das últimas décadas. Fez jus aos seus pergaminhos e honrou o nome de Portugal. Nada que interesse muito aos benfiquistas, suspeito. Perderam e isso é que fica para a história. As vitórias morais são muito bonitas mas é para os outros.
No Domingo há mais, na semana seguinte também e depois vem aí o defeso, que é onde se prepara a próxima época. É esta a magia do futebol. Há sempre novas vitórias para conquistar.
Obrigado, Benfica.






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