Estupidez e malícia

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Lembra-nos a navalha de Hanlon que não devemos atribuir à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez. Eis-nos chegados ao momento em que a única atenuante que podemos conceder a este governo é acreditar que é formado por estúpidos. Isso não retiraria, longe disso, gravidade à situação que vivemos; sabemos bem quão penoso pode ser para um país o flagelo de ser governado por estúpidos.

Tão estúpidos que, tendo colocado a ênfase da sua actuação no conserto das finanças do país, doesse a quem doesse, falharam sucessivas previsões, necessitaram de três orçamentos rectificativos para que as contas continuassem a não bater certo, promoveram a destruição de milhares de postos de trabalho, e agora, com fervor quase beato, pedem o milagre de que as previsões não se confirmem, porque afinal, e nisso são consequentes, “são só previsões”. [Read more…]

Demissão já, ontem era tarde

Nunca se viu nada assim. Um governo que desgoverna um país alimentado-se de mentiras, sobrevivendo por inércia, destruindo toda a economia, calcando e recalcando os governados. Um povo reduzido a números, vidas que se destroem no belo prazer de alimentar negócios, salvar a banca, vingar o paraíso perdido do Estado Novo.

Para um governo que é um erro não basta uma borracha: delete. Fim, finito, the end, emigrem, para Angola, para a China, para o raio que vos parta.

demissão já
Este texto será partilhado na página Demissão do Facebook, onde apelo a que outros surjam e os leitores cliquem. Desde já deixo esse desafio ao Luís Januário, ao Rui Bebiano, ao José Simões, ao Luís M. Jorge  e à Joana Lopes.