
Lembra-nos a navalha de Hanlon que não devemos atribuir à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez. Eis-nos chegados ao momento em que a única atenuante que podemos conceder a este governo é acreditar que é formado por estúpidos. Isso não retiraria, longe disso, gravidade à situação que vivemos; sabemos bem quão penoso pode ser para um país o flagelo de ser governado por estúpidos.
Tão estúpidos que, tendo colocado a ênfase da sua actuação no conserto das finanças do país, doesse a quem doesse, falharam sucessivas previsões, necessitaram de três orçamentos rectificativos para que as contas continuassem a não bater certo, promoveram a destruição de milhares de postos de trabalho, e agora, com fervor quase beato, pedem o milagre de que as previsões não se confirmem, porque afinal, e nisso são consequentes, “são só previsões”. [Read more…]







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