Uma vez vencido o caso do Álvaro, outra demissão se cruza no horizonte das decisões do chefe do governo. Desta vez, é mesmo uma demissão das estridentes, de gritos e apitos. Tem por alvo a troika (FMI-CE-BCE). Sim a troika!, nem mais nem menos.
A História
Era uma vez Pedro Passos Coelho a ler com rigoroso desvelo a notícia do ‘Sol’, um órgão fiel e até oficioso do governo. De súbito, o nosso Pedro ficou próximo de séria apoplexia, ao perceber que, no eco da avaliação reportada ao ‘memorando de entendimento’, a troika havia dito raios e coriscos:
A ausência de sinais de crescimento económico futuro e a deterioração da situação orçamental em Espanha são as principais preocupações da troika face a Portugal.
O sentimento junto dos credores externos é que o programa português está a correr dentro do previsto, embora nada esteja assegurado acerca do seu sucesso…
Um dos maiores riscos para esse sucesso é não haver, até agora, qualquer sinal credível e sustentável de que a economia vá crescer no médio prazo…






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