Frozen

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Só pode ser brincadeira. Então o OLAF, intervindo no âmbito de um pedido de apoio que lhe foi dirigido pelas autoridades portuguesas, declara taxativamente que houve fraude na gestão dos fundos europeus atribuídos, entre 2000 e 2013, aos projectos da Tecnoforma e o MP português arquiva, em Setembro de 2016, por falta de provas, o processo? Sem sequer fazer referência, no respectivo despacho, à investigação que correu naquele organismo da Comissão Europeia especializado no combate à fraude?

Uma boa altura para evocar Sebastião Pereira

Sair da zona de conforto. O desemprego é uma oportunidade. Emigrar. Será desta que veremos Passos Coelho seguir os conselhos que deu aos outros? Ou continuará a aquecer a cadeira de deputado por mais dois anos?

Boas notícias para o PS

O maior seguro de vida da Geringonça não se demitiu. Mas, pelo discurso de Passos, percebe-se que será preciso algo mais em breve.

O cheirinho da diferença

Para os saudosos e para os da memória curta, eis o que teria sido outro governo PSD/CDS.

Um bom momento para começar a cumprir promessas

Abaixo o crescimento do país!

Passos Coelho, enquanto foi primeiro-ministro, aumentou a dívida pública, provocou mais desemprego, causou a perda de rendimentos dos que tinham menos rendimentos, agravou radicalmente a perda de qualidade de muitos serviços públicos (graças também à privatização cega de áreas que não deveriam ser privatizadas) e pisou direitos laborais e, portanto, humanos, praticando uma subserviência cega a ditames de uma aparente união europeia que, na realidade, está ao serviço de poderes económicos que se caracterizam por uma absoluta desumanidade, ansiando por salários baixos e direitos sempre mais mínimos. Passos Coelho, relembre-se, fez tudo isto, depois de ter garantido que faria o contrário, ganhando eleições com base num chorrilho de mentiras.

Depois de quatro anos de destruição, Passos Coelho, sempre com a mesma falta de vergonha na cara de quem é capaz de inventar suicídios, aparece agora a dizer que, com ele no governo, o país estaria a “crescer mais”. Desde que Luís Montenegro, essa luminária do passismo, declarou que o país estava melhor, mesmo que as pessoas não estivessem, fiquei insensível ao conceito de crescimento que povoa a mente desta gentinha alimentada a doses de cavaquismo e a restos da universidade de Verão e para quem as pessoas são abstracções, objectos puramente mentais que, portanto, não precisam de se alimentar ou de viver.

Declaro, portanto, que sou radicalmente contra o crescimento do país. Onde é que assino?

Não ter ponta de vergonha na cara é isto

Fazer de conta que o passado não existiu.