Pedro Parracho
Esta semana fui surpreendido pela narrativa de uma amiga, emigrada na República Democrática do Congo, que partilhava a sua surpresa ao ir visitar o Jardim Zoológico, com uma amiga congolesa.
Ao comprarem os bilhetes, as duas foram surpreendidas com a diferença do custo dos mesmos que ambas tiveram de pagar para a mesma visita – a amiga que é natural do país pagou metade do valor do bilhete. Questionaram a razão da diferença nos preços e verificaram que a razão era a cor de pele, por ser muzungu (branca) a minha amiga teve de pagar mais.
Ao falar com ela, percebi que nos táxis e outros casos os valores são sempre superiores para as pessoas de cor branca.
Ficam-me as perguntas:
– O que têm feito os serviços diplomáticos dos países europeus para alterarem esta realidade no século XXI?
– Quando teremos este lema “Todos diferentes, todos iguais” uma realidade mundial?






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