
Um dia, a narrativa será “a culpa foi político X”.
E de facto foi.
Do político Donald Trump.
Mas não será do abusador corrupto, das suas tarifas, ameaças, ou da sua guerra idiota que estaremos a falar.
Será do “culpado”.
Quem?
O primeiro-ministro que estiver em funções quando a bolha rebentar. Seja Luís Montenegro ou quem lhe suceder. A culpa é sempre do tipo que administra, com as mãos atadas por Bruxelas, nunca do sindicato do crime económico internacional que fabrica crises financeiras, golpes de estado e guerras. E lucra com elas. Com juros da dívida pública de países expostos e em apuros, por exemplo.







Ajudava de não tivesse o apoio de practicamente todos os regimes ocidentais, a sua comunicação social, e uma suposta oposição para quem o único problema é a incompetência a implementar o projecto para o Novo Século Americano(tm). Podia a eurolândia perceber que vai pagar a factura da tentativa de monopólio energético, mas prefere enterrar o pouco capital, relevância, ou credibilidade que lhes resta na falhada expansão a leste ou em sanções para matar à fome. Adequado, pelo menos.
a mim parece-me que no caso das crianças abandonadas a culpa é da próprias crianças.
mm
Para o João Mendes, bom bom seria o mundo em que os Estados pudessem pedir dinheiro emprestado à sua vontade sem terem que pagar juros por ele.
Bem lembrado, esqueci-me da parte em que escolher mais uma vez pagar uma renda mais elevada ao capital financeiro para que retire investimentos da economia não só não vai fazer com que apareçam poços de petróleo e bens derivados, como vai aumentar a dependência de quem escolhemos apoiar como monopolista.