
Um dia, a narrativa será “a culpa foi político X”.
E de facto foi.
Do político Donald Trump.
Mas não será do abusador corrupto, das suas tarifas, ameaças, ou da sua guerra idiota que estaremos a falar.
Será do “culpado”.
Quem?
O primeiro-ministro que estiver em funções quando a bolha rebentar. Seja Luís Montenegro ou quem lhe suceder. A culpa é sempre do tipo que administra, com as mãos atadas por Bruxelas, nunca do sindicato do crime económico internacional que fabrica crises financeiras, golpes de estado e guerras. E lucra com elas. Com juros da dívida pública de países expostos e em apuros, por exemplo.






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