
Lembram-se daqueles princípios que a extrema-esquerda gritava histérica como se fossem a única razão de vida que eles tinham, género a “auto-determinação” dos povos, a “não-ingerência” das potências, o respeito pelas “deliberações populares”, etc. Pois, já naquela altura soava a falso. Obviamente não os princípios que esses são inatacáveis, mas a forma como eram freneticamente apregoados. O evidente tom “falsete” indiciava o pior. E agora, caíu a máscara. Nunca, mas mesmo nunca aqueles princípios significaram o que quer que fosse para a extrema-esquerda. Eram apenas argumentos vazios (para eles) que usavam quando lhes dava jeito.
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