A minha corporação defende a tua contra os diabéticos

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Caiu a máscara à associação profissional, dita Ordem, dos enfermeiros. Uma juíza também ficou mal na fotografia.

A única vez em que sentei o cu no mocho, como arguido (a priori já “condenado”) em processo, foi por chamar distraído a um juiz, e amnésico a um meirinho. Já em democracia, mas vítima do corporativismo.

Foi por delito de liberdade de imprensa, a única benesse foi pagar a multa, que ressarciu os ofendidos, em prestações. E lá se foi o vencimento de de mês e meio, ou dois, que, pelos vistos, era o que valia a honra de Suas Excelências.

Anos mais tarde, num jantar em casa de amigos, acabei por conhecer a delegada do Ministério Público que deduziu contra mim a acusação numa terra então perdida entre caciquismos, terra sumida atrás dos montes. O funcionário, pelos vistos, tantas fez que acabou demitido; o juiz, ao que me foi dito, acabou mais tarde “desterrado” para os Açores – já não havia colónias – e por lá ficou, não sei se como juiz, mas por certo jubilado e com uma pensão muito superior à minha, que a multiplica por cinco ou seis, ou… Malgré tout! [Read more…]