
Abundance of Fruit (1860) – Severin Roesen
Aproveitei a pausa de almoço para ir às clementinas numa das poucas mercearias que por aqui resistem. Ao meu lado, entre os caixotes da fruta, uma mulher ia consultando a estátua maciça que a esperava à porta.
––Queres bananas, Zé?
A estátua não se moveu. Silêncio absoluto.
Ela escolheu um cacho e pô-lo no cesto.
––Queres ameixas, Zé?
E assim sucessivamente.
Quando o cesto já estava cheio e o Zé na mesma posição, ela mudou de táctica. [Read more…]







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