Sacanice, a doença infantil dos cobardes

Quem anda à chuva molha-se. Quem escreve, num blogue ou nas paredes de um retrete, está sujeito ao contraditório, à crítica e mesmo ao insulto. Tudo bem.

Mas há um mínimo. Quando se comenta de alguma forma o que outro escreveu linka-se, ou no mínimo nomeia-se a pessoa a quem se refere. Referido pelo nome ou endereço, o outro tem os seus meios para saber que alguém se deu o trabalho de o criticar, insultar, etc. etc.

Poderia achar que quem nunca soube escrever um texto, e muito menos um hipertexto, está fora destas regras, não sendo exigível a um asno regras de gente. Mas não acho.

Funcionando o google como o azeite, calhou encontrar este nojo: sem nunca me referir copipasta um texto do Reitor limpando todos os links que lá estavam para o Aventar. Reitor que me critica, mas que civilizadamente soube linkar, e de resto num comentário aqui avisou que o tinha feito. Trocámos uns piropos, acontece, mas soube respeitar o mínimo da netiqueta. Como se não chegasse sou mimoseado com este parágrafo hilariante, mas ofensivo:

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