Sacanice, a doença infantil dos cobardes

Quem anda à chuva molha-se. Quem escreve, num blogue ou nas paredes de um retrete, está sujeito ao contraditório, à crítica e mesmo ao insulto. Tudo bem.

Mas há um mínimo. Quando se comenta de alguma forma o que outro escreveu linka-se, ou no mínimo nomeia-se a pessoa a quem se refere. Referido pelo nome ou endereço, o outro tem os seus meios para saber que alguém se deu o trabalho de o criticar, insultar, etc. etc.

Poderia achar que quem nunca soube escrever um texto, e muito menos um hipertexto, está fora destas regras, não sendo exigível a um asno regras de gente. Mas não acho.

Funcionando o google como o azeite, calhou encontrar este nojo: sem nunca me referir copipasta um texto do Reitor limpando todos os links que lá estavam para o Aventar. Reitor que me critica, mas que civilizadamente soube linkar, e de resto num comentário aqui avisou que o tinha feito. Trocámos uns piropos, acontece, mas soube respeitar o mínimo da netiqueta. Como se não chegasse sou mimoseado com este parágrafo hilariante, mas ofensivo:

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Biblioteca Digital Mundial

Com apoio da Unesco, pode encontrá-la em www.wdl.org e saber mais no estrolabio.

Uma pausa para café

Nos últimos tempos não tenho estado tão activo como costume na blogosfera. Confesso, ando em “serviços mínimos”. Não estando “ainda” de férias é uma espécie de fase “sorna”.

Nos próximos 15 dias vou estar como o outro, a “andar por aí”. Assim, a convite do Delito de Opinião terei um texto sobre o “meu” Porto; desafiado pelo Rodrigo vou “PiaR” uma posta  sobre comunicação e em breve vou escrevinhar umas coisas pelas bandas do “Estrolabio” enquanto a auto-estrada “A1 blogue” sem portagens ligando o Norte ao Sul não abre aos utentes (lá para o Outono se tudo correr como desejado e com uma equipa de luxo!).  Já no Albergue, depois do jantar maravilhoso (e não glorioso) da passada semana (que bem que se come no “Clube de Jornalistas”) tudo se conjuga para mais uma escapadela gastronómica em Setembro, em terras do Douro, marcando a reentré da blogolândia política. Por falar em AE, a não perder o fantástico trabalho de Luís Naves,  “A Caminho da República“. Já no nosso Aventar, estou ansioso para começar a ver os nossos rapazes e as nossas raparigas a postar sobre o novo ano lectivo que se avizinha sem esquecer a revisão da Constituição e a Liga que está quase, quase (este ano não escapa!).

Falando no Rodrigo e no seu PiaR, estive na sua última “PR After Work” e só posso enaltecer a qualidade da iniciativa. E sim, caro Rodrigo, o desafio está aceite, vamos então organizar uma “Oporto PR After Work” aqui na Invicta e tu não podes faltar!

Boas Férias – em Portugal, por solicitação do M.I. Presidente da República…

Suicídios famosos…

No Estrolabio, uma série de artigos  sobre suícidios de gente famosa neste país de “gente triste” !

“Manuel Laranjeira haveria de se suicidar passados menos de quatro anos sobre esta carta a Unamuno. Seria o último de uma lista aterradora de suicidas que começa em 1876 com José Fontana e que continua com o médico Francisco da Cruz Sobral, em 1888, com o escultor Soares dos Reis, em 1889, Camilo Castelo Branco, Júlio César Machado e o sertanejo Silva Porto em 1890, Antero de Quental, em 1891, o militante operário Luís de Carvalho, em 1893, o escritor operário Henrique Verdial, em 1900, Mouzinho de Albuquerque, em 1902, o escritor e jurista Trindade Coelho e o jornalista Alberto Costa, o «PadZé», em 1908, o almirante Cândido dos Reis, membro da Carbonária Portuguesa, em 1910, Guedes Quinhones, velho militante socialista e jornalista operário, em 1911. E, depois de Manuel Laranjeira, em 1912, suicida-se o poeta Mário de Sá-Carneiro, em 1916, e Florbela Espanca, em 1930.”