António José Seguro é um inútil. Sempre foi. Quer como líder da JS, quer como secretário-geral do PS, quer como presidente da República.
Bem, como presidente sempre evitou a vitória do facho-mor, mas a esse até o rato Mickey ganhava.
O país está a ferro e fogo, mas ele nunca tem nada a dizer. Não disse depois da primeira carga policial; não disse depois da segunda carga, a não ser as banalidades que costuma bolçar e que tanto davam para se pôr do lado da polícia como dos manifestantes; e continua sem dizer nada depois da terceira carga policial desta madrugada.
O ministro Luís Neves, que já teria sido corrido há muito se não tivesse todos os poderes presos pelos tomates, tal é a lista de ilegalidades que cometeu na PJ, só se ri dele. Aliás, ele e todos os outros.
António José Seguro, o inútil, deve pensar que vai conseguir passar pelos pingos da chuva. Não vai. As suas mãos estão manchadas de sangue – e não estão menos que as de Pedro Duarte, Luís Montenegro ou Luís Neves.






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