“Agressões com socos, chapadas e coronhadas”
“Vítimas humilhadas e filmadas; as gravações foram posteriormente divulgadas num grupo de whatsapp com setenta polícias”
“Um cidadão marroquino foi alegadamente sodomizado com um bastão; os agentes tentaram depois inserir um cabo de vassoura no anûs do cidadão imigrante”
“Pessoas detidas sem acusação, algemadas no carro da PSP e obrigadas a cantar os ‘Parabéns’”
”Uma cidadã afrodescendente foi algemada como se estivesse num crucifixo”
“Cidadão imigrante alvo de insultos foi obrigado a colocar-se de joelhos e a beijar as botas de agentes da PSP”
Continua…

jornal Público
André Ventura defende, apoia e exige mais violadores. Sobretudo, nas forças de segurança. É fácil: é o mais próximo dos métodos da PIDE-DGS que encontrou nos últimos tempos.
Chega acusa ministro Luís Neves de “fazer gala” de ações contra polícias e marca debate sobre forças de segurança
Sabemos, agora, que o líder a extrema-direita portuguesa tem um plano para os violadores portugueses: colocá-los na PSP e na GNR a violar imigrantes, sem-abrigo e mulheres. Finalmente um proposta concreta da extrema-direita.
A quem se achar surpreendido, nada temam, os sinais estavam à vista: André Ventura é da Opus Dei e fundou um partido destinado a pedófilos e violadores.
A todos os profissionais da PSP, especialmente ao Director Nacional, pede-se que se demarquem desta posição escabrosa dos proto-fascistas portugueses, a bem da instituição que, como é público, vai degradando a sua imagem, à custa de toda a merda que recrutou, na última década e meia.









Esta estratégia de espevitar o pior que há dentro de cada um deles, como dentro de nós existe escondido, de soltar a fera fascista, tem de ter responsáveis, dentro da hierarquia, mas sobretudo tem um: o ministro que a tutela.
Tudo leva a crer que Rui Pereira deu ordens para soltar os bichos, para amansar as feras. O pânico pela violência social que vem já a seguir explica tudo. E justifica essa mesma Grécia que cresce dentro de nós.





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