E Tancos?

Mais um Panama Papers? Artistas.

A FAPAG e o estacionamento para deficientes


A FAPAG – Federação das Associações de Pais de Gondomar – acabou de lançar uma petição pública para a existência de estacionamentos de deficientes em todas as escolas do país.
Não vale a pena. Já existem em muitas escolas e, a exemplo do que acontece por todo o lado, de hospitais a supermercados, estão quase sempre ocupados. Não por deficientes, mas por filhos da puta cidadãos cuja único problema é a nível da falta de escrúpulos, de valores de cidadania e de respeito pelo próximo.
Pois, não sei… A petição até é meritória, mas se calhar o melhor é perguntar a opinião do presidente da República.

Marcelo, o pastor

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Isaac Pereira

Em Oliveira do Hospital, Marcelo Rebelo de Sousa comprou uma ovelha, e negra, ainda por cima. Chamou-lhe Oliveirinha. Depois abraçou um pastor rosado que lhe disse do alto do bigode:
– Morreram-me vinte e cinco cabeças. A vida de pastor é dura.
O presidente dos afectos abraçou-o, como não poderia deixar-se ser, e disse, afagando-lhe o pêlo:
– Eu sei. Eu sei.
E foi nesse momento que fiquei a saber que Marcelo já foi pastor.

Presidente veta lei do financiamento dos partidos

O Presidente da República devolveu à Assembleia da República o Decreto 177/XIII, conhecido por Lei do financiamento dos partidos, “com base na ausência de fundamentação publicamente escrutinável”. Isto quer dizer que o processo legislativo que produziu este Decreto não foi, no entender do Presidente da República, transparente nem, por essa via, democrático.

O veto, e a respectiva fundamentação, do Presidente da República representam o sentimento de uma grande parte – para não dizer esmagadora maioria – da população portuguesa e é uma vergonha para os partidos envolvidos nesta tentativa de fraude legislativa .

 

Cristiano Ronaldo a Belém!

Ex-footballer George Weah to become Liberia’s president

Cartão de Natal ao Presidente da República

Querido Presidente da República,

este ano trouxeste-nos o presente de Natal muito cedo. Recebêmo-lo no dia 09.12.2017, com uma mensagem dizendo: „Embora suscitando algumas dúvidas específicas, a coerência com uma linha fundamental da política externa portuguesa explica que, após longa ponderação, o Presidente da República tenha assinado a ratificação do Acordo Económico e Comercial Global entre o Canadá, por um lado, e a União Europeia e os seus Estados Membros, por outro, assinado em Bruxelas em 30 de outubro de 2016 e aprovado pela Assembleia da República em 20 de setembro de 2017”.

Apesar de saberes que não queríamos receber este presente envenenado, já estávamos preparados para que o pusesses junto à árvore de Natal. Tínhamos-te pedido repetidamente para nos receberes, para falarmos sobre esse acordo que vai roubar-nos soberania e embrulhar-nos mais ainda nos liames das multinacionais, que adquirem direitos especiais para processarem estados. Uma vez, foi-nos respondido que a agenda não permitia. Continuámos a tentar, mas parece que aquela resposta era para sempre, pois nunca recebemos mais nenhuma. Para nós, nunca há agenda. Na última carta, éramos quinze organizações da sociedade civil – e sabemos que em Portugal não é fácil que as pessoas se empenhem voluntariamente por causas comuns de advocacia – solicitando uma audiência sobre o CETA; mas somos pouco mediáticos e o que queríamos não era compaixão, mas sim a defesa dos direitos dos portugueses. [Read more…]

A degradação das instituições públicas

Despacho do Presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues

 

O episódio recente ocorrido com a página oficial do Ministério da Administração Interna, que publicou uma ligação de acesso a um blogue que classifica o actual Presidente da República como “Jumento”, é um sinal muito preocupante da falta de urbanidade que se atingiu no seio das instituições públicas e do modo como elas se relacionam entre si.

Se pode aceitar-se o texto do blogue em causa, mantido por um cidadão, ou conjunto de cidadãos, que não se apresentam como estando investidos em funções, públicas ou privadas, que os obriguem a um outro nível de recato, já não se admite o mesmo a um órgão de soberania, no caso, o Governo da República, representado no Ministério da Administração Interna.

Este tipo de boçalidade institucional é totalmente incompatível com a gravidade – no sentido de gravitas – que se exige às instituições públicas, bem como aos seus transitórios representantes, pelo motivo evidente, não relevando nenhum dos outros, de ser neles, nos representantes e nas instituições, que o cidadão comum assimila o exemplo que vai fazer reflectir na sua própria civilidade e no seu exercício quotidiano da cidadania.

A verdade, porém, é que à pompa dos rituais protocolares do Estado e das grandes formalidades e construções cénicas com que esse Estado se apresenta aos cidadãos, nem sempre corresponde uma verdadeira consciência, por parte dos representantes do poder, do dever que lhes cabe de oferecer aos que representam o exemplo público da sobriedade e de serem dignos dos cargos que exercem.

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Somos inimputáveis

A estratégia adoptada pelo governo, pelo Presidente da República e por todos os partidos com representação parlamentar, sem excepção, na gestão política da tragédia de Pedrógão Grande, é a da afirmação da suprema inimputabilidade do poder.

Foi perceptível, no próprio dia dos acontecimentos, que o Estado tinha falhado o seu dever de protecção dos cidadãos e do território. Foi igualmente claro que esse fracasso não resultava de um episódio agudo, fortuito e extraordinário, mas de uma condição degenerativa e crónica do poder público e das suas estruturas fundamentais.

Ê claro que essa degeneração não começou ontem, nem teve início com este governo. Ela é um processo gradual de captura e diluição do interesse comum pelas redes dos interesses económicos privados. É o roubo quotidiano da soberania e dos instrumentos que a podem garantir.

Se uma tragédia desta magnitude não leva os responsáveis públicos nela implicados a um acto de brio cívico e dignidade política, nada levará. É essa a mensagem que o poder político quis fazer entendida pelo povo que ainda se ocupa em procurar entender: somos inimputáveis.

É preciso evitar falar em responsáveis

A verdade sobre o que aconteceu em Pedrógão é insuportável. É esse o motivo pelo qual os agentes políticos e os seus porta-vozes evitam, a todo o custo, falar em responsabilidades. Foi conhecendo já a verdade insuportável que o Presidente da República se apressou a dizer que “fez-se o máximo que se podia ter feito”. Mas não fez. E a própria declaração apressada do Presidente foi o primeiro sinal de que uma gravíssima negligência tinha ocorrido e que a estratégia de protecção mútua dos responsáveis políticos tinha começado.

Enquanto os bombeiros apagam o fogo e as televisões facturam, por detrás da cortina há reuniões permanentes de gabinetes, encontros assessorados por empresas especializadas na gestão da comunicação em ocasiões de crise, há snipers anónimos espalhados pelas redes sociais, cooptados nas juventudes ou entre dirigentes partidários arruaceiros contumazes, mais propensos à cacetada e ao vernáculo de taberna, cuja missão é insultar quem questione a palavra de ordem: é preciso proteger a imagem do governo. É preciso evitar que se fale em responsáveis. Daqui a uma semana já ninguém se lembra disto.

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O senhor Presidente da República está enganado

O senhor Presidente da República publicou uma nota na página oficial da presidência felicitando o actual Primeiro Ministro, António Costa, e o anterior, Pedro Passos Coelho, pelo “trabalho dos respectivos governos”, que permitiu a decisão tomada pela Comissão Europeia de retirar Portugal do Procedimento por Défice Excessivo.

Engana-se o senhor Presidente se acha que com esta declaração, discreta mas muito significativa, e que, curiosamente, omite o nome do seu antecessor no cargo, varre da memória dos portugueses a mais brutal legislatura da Democracia portuguesa, plena de intencionalidade e fulgor punitivo sobre quem “vivia acima das suas possibilidades” e haveria de empobrecer à força, além da Troika, custasse o que tivesse que custar. Essa injustiça com laivos de sadismo que, sob a batuta de Pedro Passos Coelho e Aníbal Cavaco Silva, se abateu sobre milhões de portugueses, custou um preço que a memória há-de preservar e transmitir às gerações futuras. E o senhor Presidente está enganado se pensa que pode reescrever a História com uma simples nota de rodapé onde, para mais, se esquece de felicitar também aqueles que, apoiando o actual governo, exerceram uma influência determinante na reversão de algumas das tremendas injustiças e malfeitorias herdadas e na obtenção deste resultado.

Faz hoje um ano…

Rui Naldinho


Que muitos de nós, já estávamos a contar as horas para vermos sair pela “porta dos fundos” do palácio de Belém, o mais polémico Presidente da República da democracia portuguesa. E não digo o pior, porque esse julgamento será sempre feito pela História e não por um qualquer escriba armado em dono da verdade, que se queira substituir a ela. O enfadado Aníbal Cavaco Silva acabava assim o seu estágio remunerado de político não profissional, depois de vinte e dois anos a bulir em prol do Regime.

O ar que respiramos desde esse dia, parece ter ficado mais Aventar(ado), despoluído, fruto da (des)crispação introduzida na atmosfera politica pelos dons afectuosos do professor Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

Um Santo Natal

Foram os votos do Presidente da República de Portugal ao Senhor Cardeal.
Isto está lindo.
marcelo

António Damásio é Conselheiro de Estado

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O Presidente da República designou António Damásio novo Conselheiro de Estado, na sequência da natural saída de António Guterres.
Confesso que foi a primeira decisão política, em muitos anos, que me emocionou genuinamente, interiormente. Porque Damásio é um dos portugueses mais brilhantes de sempre e porque temos um Presidente da República que soube vê-lo.
Parabéns a ambos. Parabéns a Portugal. É, realmente, a Hora!

Afecto não solicitado, aqui não, obrigado

Urge a criação de um Estatuto de Objector de Consciência dos Afectos para proteger o cidadão de manifestações indesejadas por parte do presidente da República.

Em defesa de Portugal

Fotografia: Miguel A. Lopes/Lusa

Fotografia: Miguel A. Lopes/Lusa

 

O ataque do PSD à Caixa Geral de Depósitos, o último pilar do sistema financeiro português, evidencia mais uma vez que os inimigos de Portugal vivem cá dentro e não olham a meios para destruir o que sobra do país e impedir qualquer tentativa de o reabilitar.

Se este não é um assunto sobre o qual o Conselho de Estado deva urgentemente pronunciar-se, em defesa do próprio Estado Português e em oposição aos seus inimigos internos, não ficará claro para que realmente serve o Conselho de Estado. E também ao Presidente da República, tão prolixo em considerações e comentários sobre tudo, cumpre defender o país da guerra suja contra ele travada pelos seus inimigos, mesmo que entre eles esteja, em lugar de destaque, o seu próprio partido.

O Presidente da República

O comportamento do Presidente da República vai mudar quando atingir o seu primeiro objectivo estratégico: mudar a liderança do PSD.

Respect

O gajo entrou no Cerco. Respect.

Mutus Liber

Especulação geométrica sobre o discurso inaugural do Presidente da República: o Escudo Nacional.
Modesta homenagem aos Mestres Almada Negreiros e Lima de Freitas.

 

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A liberdade está a passar por aqui…

E pronto. A partir de agora o insulto a Cavaco é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias, agravada de um terço nos seus limites mínimo e máximo se feito através de meio que facilite a sua divulgação. Por seu turno, insultar publicamente o Rebelo passa a dar prisão de 6 meses a 3 anos ou multa não inferior a 60 dias. O espaço de manobra é escasso mas existe.

O que vai ser o mandato de Marcelo Rebelo de Sousa

De Cavaco não sei se volto a falar. Tenho este péssimo hábito de não gostar de bater em mortos.
Acerca de Marcelo Rebelo de Sousa. Pela amostra – 10 de Junho em Paris – já se percebeu ao que vem o estacionador no lugar dos deficientes. Ou me engano muito ou vai passar mais tempo lá fora do que cá dentro. Tipo Mário Soares no primeiro mandato.
Esbanjando simpatia. Esbanjando afectos. Durante 5 anos, vai trabalhar para ser reeleito com uns 70%. E depois sim, num segundo mandato, tratará de bater no Governo que então estiver em funções, sobretudo se for de Esquerda. Tipo Mário Soares no segundo mandato, mas ao contrário.
Ainda assim, acredito que não fará pior do que Cavaco. Dificilmente um ser humano normal conseguiria tal feito.

O retrato oficial

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TYRONE: (He quotes.) “The fault, dear Brutus, is not in our stars, but in ourselves that we are underlings”. (He pauses — then sadly). The praise Edwin Booth gave my Othello. I made the manager put down his exact words in writing.

Eugene O’Neill, Long Day’s Journey Into Night

***

Este retrato oficial «passará a integrar a Galeria de Retratos dos ex-Presidentes, no Museu da Presidência da República» e é da autoria de Carlos Barahona Possollo.

O pormenor mais interessante do retrato é a caneta que Cavaco Silva ostenta. Aquela caneta, note-se, nunca serviu para adoptar o Acordo Ortográfico de 1990. Efectivamente, aproveitemos este momento para recordar [Read more…]

Retrato realizado na Técnica de Pintura a Óleo

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“Deseja ver mais retratos de artistas e personalidades?”

Cavaco Silva e a PIDE

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Encontrei esta imagem no mural da Ana Cristina Leonardo, que, por sua vez, remete para uma publicação do José Simões no Der Terrorist.

Uma imagem vale mil palavrões. Vai longa a noite. Para além de Cavaco Silva, assina Jorge Braga de Macedo.

Marcelo Rebelo de Sousa: Isto, sim, é começar em grande

No dia seguinte ao da eleição, conduziu sem cinto e estacionou num lugar reservado a deficientes. Podem achar uma coisa menor, para mim não é. Diz muito da personagem.
Num dia destes, esteve em Braga. Recebeu um prémio das mãos de António Salvador. Presidente do Braga, dono da Britalar e uma pessoa acima de toda a suspeita. Numa cerimónia em que, recorde-se, foi evocado Marcelo Caetano e o Cónego Melo (Padre Max,lembram-se?)
Para quem ainda nem sequer tomou posse, não está mau…

Hoje termina a ” rodagem ” do maior clássico da política portuguesa

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Hoje, 24 de Janeiro de 2016, termina a célebre rodagem do Citroën BX do Professor Aníbal Cavaco Silva que se iniciou no dia 19 de Maio de 1985 na Figueira da Foz.

Hoje o famoso Citroën BX, com mais de 25 anos, é considerado um automóvel clássico, com toda a certeza com muitas centenas de milhares de quilómetros.

Do mesmo modo Cavaco Silva tornou-se o maior clássico da vida política portuguesa apesar de, passados mais de 30 anos, continuar a negar ser político.

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O debate presidencial surreal

mrs.tinoOntem tivemos o esperado debate do ano na TVI 24 que reuniu Marcelo Rebelo de Sousa, Tino de Rans e mais duas personagens, provavelmente muito respeitáveis, mas que não percebi ao que vêm nestas eleições presidenciais.

Um candidato supersónico que abriu as hostilidades lendo uma declaração escrita e à velocidade que entrou no debate saiu do mesmo. Tivemos Tino de Rans a discutir o tamanho dos sapatos e a altura de Marcelo. Por sua vez Marcelo a dizer-nos que Tino é um calceteiro de excelência. O professor dos óculos redondinhos roxos a contar-nos que não tem um salário, mas sim um ” secalhário “. Tino de Rans a dizer-nos que tinha um perfil muito parecido com o de Marcelo e que, por isso, a segunda volta das eleições iria ser disputada entre ambos. O professor dos óculos roxos redondinhos a dar-nos conhecimento que era o homem certo para o lugar incerto, daí que muito provavelmente tenha dito que caso não consiga sequer obter um voto será eleito Presidente da República.

Por outro lado tivemos Tino a dar-nos conhecimento que iria devolver o Palácio de São Bento ao povo porque o seu gabinete iria ser na rua. Tivemos Marcelo a dar-nos uma pequena lição de Direito explicando aos portugueses que uma coisa é ser cliente outra é ser proprietário. Tivemos ainda Tino de Rans, com um ar de grande felicidade, a dizer-nos que com ele teremos uma primeira dama com apenas 24 anos. E claro Marcelo Rebelo de Sousa a ver o jogo da bancada elogiando o candidato supersónico, o outro Professor e Tino de Rans. E o entrevistador, Paulo Magalhães, a fazer um esforço brutal para tentar passar a imagem que estávamos perante um debate presidencial sério.

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Um Presidente diferente

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Que enorme diferença. Ver Marcelo Rebelo de Sousa a ser entrevistado enquanto candidato a Presidente da República na SIC e tentar comparar com a esmagadora maioria dos nossos políticos em situações do género.

O que costumam fazer os nossos políticos quando são entrevistados em televisão? Simples, responder com a máxima ambiguidade possível e até impossível. O que fez Marcelo? Respondeu a tudo de forma clara, directa e sem “rodriguinhos”. Sem procurar agradar a Deus e ao Diabo. Sem fugir a nenhuma pergunta. Sem atacar ninguém. Limitou-se a dizer o que pensa e com bom senso. De forma séria e ao mesmo tempo descontraída. Dominando perfeitamente o meio e sabendo utilizar o modo certo. Sem artificialismos.

E arriscando. Muito. Afirmar que não vai fazer uma campanha tradicional – não aceita donativos de nenhuma espécie, só vai ter uma sede de campanha (em Lisboa), não vai colocar cartazes nem outdoors nem nada é, mesmo nestes tempos e mesmo com a notoriedade que se lhe reconhece, um enorme risco.

É um candidato diferente. Estou convencido que se vencer, como espero, será um Presidente diferente. E como Portugal precisa de um PR diferente…

“Vou ser um Presidente imperativo”, diz Marcelo à SIC

Peço desculpa, enganei-me: “Vou ser um Presidente hiperativo“, diz Marcelo à SIC.

Antonio Costa a caminho de ser Primeiro-Ministro

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Actualizado às 12h08 de 24/11/2015

António Costa irá ser recebido, dentro de 10 minutos, pelo Presidente da República.

Isto poderá indiciar que Cavaco Silva poderá indigitar António Costa como Primeiro-Ministro.

Se assim for António Costa fará história ao conseguir unir toda a esquerda em torno do seu projecto politico e do Partido Socialista.

Em actualização às 12h00:

Cavaco Silva mantém duvidas sobre a estabilidade de um governo do PS, com o apoio parlamentar do BE, PCP e Verdes e pede seis esclarecimentos a Antonio Costa.

Em actualização às 19h05:

António Costa já respondeu aos seis pedidos de esclarecimento solicitados pelo Presidente da República.

Em actualização às 12h00 de 24/11/2015

Terminou a reunião entre o Presidente da República e António Costa.

Em actualização às 12h08 de 24/11/2015.

O Presidente da República acaba de indigitar António Costa como Primeiro-Ministro.

O problema de Cavaco é apenas um cozinheiro e uma baby-sitter… e um aumentozinho na reforma

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O problema para Cavaco Silva aceitar um governo socialista liderado por António Costa, com o apoio parlamentar do BE, PCP e Verdes, parece que reside apenas no aumento da sua reforma de presidente e na concessão de umas pequenas mordomias vitalícias.

Ainda todos nos lembramos quando Cavaco Silva queixou-se que a sua reforma não permitia fazer face às suas despesas.

Afinal Cavaco Silva apenas estar-se-á a fazer difícil de modo a que consiga que, a partir de Março de 2016, a sua reformazinha tenha um pequeno aumento ( pouco mais de 100%), e que para além das actuais mordomias concedidas aos antigos Chefes de Estado, acrescente-se a regalia vitalícia de um cozinheiro e de uma baby-sitter porque a Dra. Maria Cavaco com a sua provecta idade não estará para regressar à cozinha, nem para voltar a tomar conta dos seus netinhos.

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