Compulsões

OMS avisa que a Europa pode enfrentar uma segunda vaga letal de covid-19 a partir do Outono”

Hans Kluge recomendou que os países europeus que estão a começar a levantar as restrições de circulação e actividade económica olhem para os exemplos de Singapura e do Japão, queentenderam desde cedo que este não é o momento para celebrações, mas sim um momento para preparativos”.

Ninguém previu que esta segunda vaga surgisse tão cedo

Marcelo deu o exemplo e garante que há vacinas da gripe para todos

DGS garante que não há racionamento da vacina da gripe

DGS alerta que vacina da gripe não chegará para todos devido à elevada procura

 

É notória a tendência compulsiva que esta coligação Governo/PR tem pela mentira.

Claro está que se pode sempre contra-argumentar que todos os Governos mentem.

A questão é como essa mentira é lidada pelos instrumentos de controlo de poder e de contra-poder.

E aqui reside o maior perigo dos efeitos da mentira: a impunidade que a legitima.

Foi prometida uma vacina da gripe, que afinal não chegará sequer a todos os que fazem parte do grupo de risco. Repare-se que a DGS fala que chegará “à maioria as pessoas de grupos de risco”. Ou seja, nem sequer todos os que pertencem aos grupos de risco, serão vacinados.

E a desculpa é que houve um demanda por vacinas superior ao previsto.

Como se as mesmas, não fossem receitadas por indicações expressas da DGS e do Ministério da Saúde. Pois que não se compram vacinas, como quem compra máscaras no hiper.

Na Primavera e no Verão, não faltaram alertas sobre a necessidade de preparação para a segunda vaga que chegaria no Outono. Foi, inclusivamente pela voz de Hans Kluge que é nada mais nada menos do que o Director Regional para a Europa da OMS.

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Pior do que o cego…

Estamos, diariamente, a assistir à destruição de qualquer resquício de ética republicana que pudesse ainda existir. E, pior, as perspectivas de tal ser travado estão completamente fora de hipótese, a avaliar pela postura dos partidos com representação parlamentar que, em teoria, poderiam fazer algum tipo de diferença.

Desde logo, temos um Presidente da República (doravante PR, pois não merece mais do que uma sigla), que está transformado num autêntico porta-voz propagandista do Governo e da sua agenda. E que todos os dias nos aparece na televisão a vender a política do governo, seja de fato e gravata, seja de calção de banho.

Da mesma forma que cria, conjuntamente com o Governo, um conveniente princípio de não recondução nos cargos, com que justifica a não recondução da incómoda Procurador Geral da República, Joana Marques Vidal e, recentemente, do também incómodo Presidente do Tribunal de Contas, Vítor Caldeira.

Houvesse um mínimo de coerência, e o PR, para dar o exemplo da regra por si defendida, não se recandidatava.

Mas, há mais.

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Vírus para uns, amigo para outros

Neste fim-de-semana, apesar das regras mais rígidas, os portugueses começaram a ir à praia e fazer outras atividades. No entanto, as medidas continuam a ser pouco claras e das duas uma: ou não há coerência ou o vírus é muito seletivo. Este vírus, segundo a DGS, parece que escolheu horas para atacar e tem sítios preferidos. Por exemplo, este vírus detesta Fátima, mas tem um apreço especial por manifestações da CGTP. O vírus detesta pessoas na praia que não façam desporto, mas adora quem faz surf. O vírus detesta o português médio que quer ir ao centro comercial, mas adora membros do governo que se juntam em tascas. O vírus detesta música pop e festivais, menos se houver t-shirts do Che Guevara a cada tenda. O vírus, até há umas semanas, não via as máscaras como obstáculo. Agora, é das maiores barreiras que tem. O vírus detestava médicos, hipertensos e diabéticos. De repente, devem ter feito todos um jantar e já ficaram amigos outra vez.

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Este Presidente da República não serve para nada

Ao contrário do habitual, a generalidade da classe política esteve bem, incluindo os partidos e o Governo, que decidiu o que tinha de decidir com maiores ou menores hesitações.
Mas no auge de uma crise social gravíssima como a que estamos a viver, onde se meteu o presidente da República?
Em casa. Fez o teste e, mesmo dando negativo, desapareceu de cena durante 15 dias. Escondendo-se do vírus. Ficando à espera que a pandemia termine. Confirmando que os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio.
Para andar pelo país fora a dar beijinhos; ou a atribuir mais de 300 condecorações em 4 anos; ou a telefonar à Cristina Ferreira, ao Manuel Luís Goucha ou a Araújo Pereira, não é preciso um presidente da República.
O que é preciso é um chefe de Estado que dê a cara e que se chegue à frente nos momentos da verdade. Não o fazendo, não serve rigorosamente para nada.

Mais um 5 de Outubro a sós

Depois do presidente que não esteve porque tinha mais que fazer, poderemos ter o presidente que não está porque foi ver o Papa.

Visita do chefe de Estado Marcelo Rebelo de Sousa à província de Cabo Verde


Aspecto da visita que Sua Excelência o Presidente da República está a efectuar à província de Cabo Verde em África. O digníssimo representante do império de Portugal, que era acompanhado pelo presidente do Conselho, o ilustre Dr. António Costa, foi recebido pelas autoridades locais.
De forma muito afectuosa, como é seu timbre, o senhor presidente da República estabeleceu contacto com a população cabo-verdiana, a quem transmitiu os votos mais sinceros em nome de toda a metrópole.

A questão do escroto

Um político que cruza a perna no confronto, mostra medo. Um homem que exibe o seu medo não está à altura da Soberania. César, que tem coragem, deve ser candidato a Presidente da República contra Marcelo.

A crise do Regime

Estará em crise um Regime no qual se admite que um presidente de Câmara exerça as suas funções em prisão domiciliária? Responda o senhor Presidente da República.

Marcelo tem o Tao

“É mais importante a aposta da divulgação da língua e cultura portuguesa, a aposta no mandarim e no ensino nas escolas portuguesas e intercâmbio cultural – porque tem efeito em várias gerações – do que os muito importantes acordos em matéria económica”.

Artigo completo no Hoje Macau.

A Democracia atacada de marcelite

No resumo das notícias de política nacional da RTP

A pegada ecológica do Presidente da República

Montagem a partir de fotografia de António Pedro santos/LUSA e imagem recolhida da internet.

 

A “Greve do Clima” foi gira. Temos que fazer mais.

Carta aberta a António Costa

Santana Castilho*

Senhor Primeiro-ministro:

Uma carta aberta é um recurso retórico. Uso-o para lhe dizer o que a verdade reclama. Errará se tomar esta carta por mais uma reivindicação de grémio. Não invoco qualquer argumento de autoridade por pertencer a uma classe a quem deve parte do que sabe. Escrevo-a do meu posto de observação da vida angustiada de milhares de professores, que o Senhor despreza. Com efeito, cada vez que o Senhor afirma que os professores são intransigentes, está antes a falar de si e do seu governo. Como pequeno manipulador que é, falta-lhe a humildade e a honestidade para reconhecer que falhou no relacionamento com os professores e recorre a uma narrativa que não resiste à confrontação com os factos. Façamo-la.

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Bacalhau

Um dos eixos principais da estratégia política do Presidente da República consiste na tentativa de contenção, no nosso país, daquilo a que se chama agora “nacionalismo populista”. Parece um paradoxo, mas não é. O Presidente da República fá-lo ocupando o espaço semiótico com acções coordenadas que não têm uma natureza estritamente política, mas psicopolítica, daí derivando o epíteto de “Presidente dos afectos”. Esses “afectos”, que se traduzem simultaneamente numa grande excentricidade do exercício das suas funções e numa proximidade simbólica ao “homem comum” exacerbada, pretendem captar e prender pela emoção primária, também ela populista, todos aqueles que, de outro modo, se poderiam mostrar receptivos à mensagem que varre com força uma boa parte do ocidente e que normalmente se identifica na radical oposição ao modelo de “democracia global” até agora vigente. A originalidade de Marcelo Rebelo de Sousa é o seu Populismo Católico, instrumento com que tenta travar a chegada, a este lado da península ibérica, dos exércitos de Bannon. Nada garante que Bannon não chegue cá, mas se não fosse Marcelo, talvez já cá estivesse.

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E Tancos?

Mais um Panama Papers? Artistas.

A FAPAG e o estacionamento para deficientes


A FAPAG – Federação das Associações de Pais de Gondomar – acabou de lançar uma petição pública para a existência de estacionamentos de deficientes em todas as escolas do país.
Não vale a pena. Já existem em muitas escolas e, a exemplo do que acontece por todo o lado, de hospitais a supermercados, estão quase sempre ocupados. Não por deficientes, mas por filhos da puta cidadãos cuja único problema é a nível da falta de escrúpulos, de valores de cidadania e de respeito pelo próximo.
Pois, não sei… A petição até é meritória, mas se calhar o melhor é perguntar a opinião do presidente da República.

Marcelo, o pastor

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Isaac Pereira

Em Oliveira do Hospital, Marcelo Rebelo de Sousa comprou uma ovelha, e negra, ainda por cima. Chamou-lhe Oliveirinha. Depois abraçou um pastor rosado que lhe disse do alto do bigode:
– Morreram-me vinte e cinco cabeças. A vida de pastor é dura.
O presidente dos afectos abraçou-o, como não poderia deixar-se ser, e disse, afagando-lhe o pêlo:
– Eu sei. Eu sei.
E foi nesse momento que fiquei a saber que Marcelo já foi pastor.

Presidente veta lei do financiamento dos partidos

O Presidente da República devolveu à Assembleia da República o Decreto 177/XIII, conhecido por Lei do financiamento dos partidos, “com base na ausência de fundamentação publicamente escrutinável”. Isto quer dizer que o processo legislativo que produziu este Decreto não foi, no entender do Presidente da República, transparente nem, por essa via, democrático.

O veto, e a respectiva fundamentação, do Presidente da República representam o sentimento de uma grande parte – para não dizer esmagadora maioria – da população portuguesa e é uma vergonha para os partidos envolvidos nesta tentativa de fraude legislativa .

 

Cristiano Ronaldo a Belém!

Ex-footballer George Weah to become Liberia’s president

Cartão de Natal ao Presidente da República

Querido Presidente da República,

este ano trouxeste-nos o presente de Natal muito cedo. Recebêmo-lo no dia 09.12.2017, com uma mensagem dizendo: „Embora suscitando algumas dúvidas específicas, a coerência com uma linha fundamental da política externa portuguesa explica que, após longa ponderação, o Presidente da República tenha assinado a ratificação do Acordo Económico e Comercial Global entre o Canadá, por um lado, e a União Europeia e os seus Estados Membros, por outro, assinado em Bruxelas em 30 de outubro de 2016 e aprovado pela Assembleia da República em 20 de setembro de 2017”.

Apesar de saberes que não queríamos receber este presente envenenado, já estávamos preparados para que o pusesses junto à árvore de Natal. Tínhamos-te pedido repetidamente para nos receberes, para falarmos sobre esse acordo que vai roubar-nos soberania e embrulhar-nos mais ainda nos liames das multinacionais, que adquirem direitos especiais para processarem estados. Uma vez, foi-nos respondido que a agenda não permitia. Continuámos a tentar, mas parece que aquela resposta era para sempre, pois nunca recebemos mais nenhuma. Para nós, nunca há agenda. Na última carta, éramos quinze organizações da sociedade civil – e sabemos que em Portugal não é fácil que as pessoas se empenhem voluntariamente por causas comuns de advocacia – solicitando uma audiência sobre o CETA; mas somos pouco mediáticos e o que queríamos não era compaixão, mas sim a defesa dos direitos dos portugueses. [Read more…]

A degradação das instituições públicas

Despacho do Presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues

 

O episódio recente ocorrido com a página oficial do Ministério da Administração Interna, que publicou uma ligação de acesso a um blogue que classifica o actual Presidente da República como “Jumento”, é um sinal muito preocupante da falta de urbanidade que se atingiu no seio das instituições públicas e do modo como elas se relacionam entre si.

Se pode aceitar-se o texto do blogue em causa, mantido por um cidadão, ou conjunto de cidadãos, que não se apresentam como estando investidos em funções, públicas ou privadas, que os obriguem a um outro nível de recato, já não se admite o mesmo a um órgão de soberania, no caso, o Governo da República, representado no Ministério da Administração Interna.

Este tipo de boçalidade institucional é totalmente incompatível com a gravidade – no sentido de gravitas – que se exige às instituições públicas, bem como aos seus transitórios representantes, pelo motivo evidente, não relevando nenhum dos outros, de ser neles, nos representantes e nas instituições, que o cidadão comum assimila o exemplo que vai fazer reflectir na sua própria civilidade e no seu exercício quotidiano da cidadania.

A verdade, porém, é que à pompa dos rituais protocolares do Estado e das grandes formalidades e construções cénicas com que esse Estado se apresenta aos cidadãos, nem sempre corresponde uma verdadeira consciência, por parte dos representantes do poder, do dever que lhes cabe de oferecer aos que representam o exemplo público da sobriedade e de serem dignos dos cargos que exercem.

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Somos inimputáveis

A estratégia adoptada pelo governo, pelo Presidente da República e por todos os partidos com representação parlamentar, sem excepção, na gestão política da tragédia de Pedrógão Grande, é a da afirmação da suprema inimputabilidade do poder.

Foi perceptível, no próprio dia dos acontecimentos, que o Estado tinha falhado o seu dever de protecção dos cidadãos e do território. Foi igualmente claro que esse fracasso não resultava de um episódio agudo, fortuito e extraordinário, mas de uma condição degenerativa e crónica do poder público e das suas estruturas fundamentais.

Ê claro que essa degeneração não começou ontem, nem teve início com este governo. Ela é um processo gradual de captura e diluição do interesse comum pelas redes dos interesses económicos privados. É o roubo quotidiano da soberania e dos instrumentos que a podem garantir.

Se uma tragédia desta magnitude não leva os responsáveis públicos nela implicados a um acto de brio cívico e dignidade política, nada levará. É essa a mensagem que o poder político quis fazer entendida pelo povo que ainda se ocupa em procurar entender: somos inimputáveis.

É preciso evitar falar em responsáveis

A verdade sobre o que aconteceu em Pedrógão é insuportável. É esse o motivo pelo qual os agentes políticos e os seus porta-vozes evitam, a todo o custo, falar em responsabilidades. Foi conhecendo já a verdade insuportável que o Presidente da República se apressou a dizer que “fez-se o máximo que se podia ter feito”. Mas não fez. E a própria declaração apressada do Presidente foi o primeiro sinal de que uma gravíssima negligência tinha ocorrido e que a estratégia de protecção mútua dos responsáveis políticos tinha começado.

Enquanto os bombeiros apagam o fogo e as televisões facturam, por detrás da cortina há reuniões permanentes de gabinetes, encontros assessorados por empresas especializadas na gestão da comunicação em ocasiões de crise, há snipers anónimos espalhados pelas redes sociais, cooptados nas juventudes ou entre dirigentes partidários arruaceiros contumazes, mais propensos à cacetada e ao vernáculo de taberna, cuja missão é insultar quem questione a palavra de ordem: é preciso proteger a imagem do governo. É preciso evitar que se fale em responsáveis. Daqui a uma semana já ninguém se lembra disto.

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O senhor Presidente da República está enganado

O senhor Presidente da República publicou uma nota na página oficial da presidência felicitando o actual Primeiro Ministro, António Costa, e o anterior, Pedro Passos Coelho, pelo “trabalho dos respectivos governos”, que permitiu a decisão tomada pela Comissão Europeia de retirar Portugal do Procedimento por Défice Excessivo.

Engana-se o senhor Presidente se acha que com esta declaração, discreta mas muito significativa, e que, curiosamente, omite o nome do seu antecessor no cargo, varre da memória dos portugueses a mais brutal legislatura da Democracia portuguesa, plena de intencionalidade e fulgor punitivo sobre quem “vivia acima das suas possibilidades” e haveria de empobrecer à força, além da Troika, custasse o que tivesse que custar. Essa injustiça com laivos de sadismo que, sob a batuta de Pedro Passos Coelho e Aníbal Cavaco Silva, se abateu sobre milhões de portugueses, custou um preço que a memória há-de preservar e transmitir às gerações futuras. E o senhor Presidente está enganado se pensa que pode reescrever a História com uma simples nota de rodapé onde, para mais, se esquece de felicitar também aqueles que, apoiando o actual governo, exerceram uma influência determinante na reversão de algumas das tremendas injustiças e malfeitorias herdadas e na obtenção deste resultado.

Faz hoje um ano…

Rui Naldinho


Que muitos de nós, já estávamos a contar as horas para vermos sair pela “porta dos fundos” do palácio de Belém, o mais polémico Presidente da República da democracia portuguesa. E não digo o pior, porque esse julgamento será sempre feito pela História e não por um qualquer escriba armado em dono da verdade, que se queira substituir a ela. O enfadado Aníbal Cavaco Silva acabava assim o seu estágio remunerado de político não profissional, depois de vinte e dois anos a bulir em prol do Regime.

O ar que respiramos desde esse dia, parece ter ficado mais Aventar(ado), despoluído, fruto da (des)crispação introduzida na atmosfera politica pelos dons afectuosos do professor Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

Um Santo Natal

Foram os votos do Presidente da República de Portugal ao Senhor Cardeal.
Isto está lindo.
marcelo

António Damásio é Conselheiro de Estado

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O Presidente da República designou António Damásio novo Conselheiro de Estado, na sequência da natural saída de António Guterres.
Confesso que foi a primeira decisão política, em muitos anos, que me emocionou genuinamente, interiormente. Porque Damásio é um dos portugueses mais brilhantes de sempre e porque temos um Presidente da República que soube vê-lo.
Parabéns a ambos. Parabéns a Portugal. É, realmente, a Hora!

Afecto não solicitado, aqui não, obrigado

Urge a criação de um Estatuto de Objector de Consciência dos Afectos para proteger o cidadão de manifestações indesejadas por parte do presidente da República.

Em defesa de Portugal

Fotografia: Miguel A. Lopes/Lusa

Fotografia: Miguel A. Lopes/Lusa

 

O ataque do PSD à Caixa Geral de Depósitos, o último pilar do sistema financeiro português, evidencia mais uma vez que os inimigos de Portugal vivem cá dentro e não olham a meios para destruir o que sobra do país e impedir qualquer tentativa de o reabilitar.

Se este não é um assunto sobre o qual o Conselho de Estado deva urgentemente pronunciar-se, em defesa do próprio Estado Português e em oposição aos seus inimigos internos, não ficará claro para que realmente serve o Conselho de Estado. E também ao Presidente da República, tão prolixo em considerações e comentários sobre tudo, cumpre defender o país da guerra suja contra ele travada pelos seus inimigos, mesmo que entre eles esteja, em lugar de destaque, o seu próprio partido.

O Presidente da República

O comportamento do Presidente da República vai mudar quando atingir o seu primeiro objectivo estratégico: mudar a liderança do PSD.

Respect

O gajo entrou no Cerco. Respect.