Lembram-se de Miguel Vieira Duque, o génio que andou a pintar esculturas do séc. XIX e lhe chamou restauro? Voltou a atacar, desta vez descobrindo no depósito do museu onde é conservador 200 cópias oitocentistas de gravuras de Rembrandt (já objecto de um artigo científico publicado em 2007 mas investigar dá trabalho e é preciso saber fazê-lo), que proclamou ser a maior colecção de originais do mundo, coisa pouca.
Estamos entre o charlatão puro e duro a roçar o caso de polícia e o indigente mental (capaz de escrever proezas como “Para mim, creio no Belo, na Cultura, no que criamos, porque no fundo a nossa Pedra Filosofal existe em cada um de nós.”), e por aqui me fico para não me servir do que se sabe aqui na minha aldeia, onde viveu, e é mais do foro privado.
Ter disto acontece nas melhores profissões, mas que diabo, se me explicarem como é que alguém sem habilitações chega a, e permanece, conservador do Museu da Fundação Dionísio Pinheiro, em Águeda, agradeço. Depois dizem que os privados é que sabem, fazem melhor do que o estado, etc. etc.






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