Vamos então fingir tudo não passa de histeria

Façamos de conta que a história à volta de Paula Brito Costa, essa que acrescentou o “e”  ao nome, talvez para dar um toque de raridade, não é de nepotismo, vaidade e ambição desmedida. Ignoremos o salário chorudo, acrescido em 50% para ajudas de custo, o carro de gama alta e o pagamento de despesas pessoais, para optarmos pela explicação de tudo não passar de mais uma onda  do Facebook, apenas uma questão de curvas de indignação. E depois ouçamos Bruno Nogueira dizer umas quantas verdades na brincadeira.

Findo o ciclo das grandes obras públicas e das privatizações desenfreadas, confirma-se que os sectores da segurança social, saúde e educação são as presentes fontes para ida ao pote.