Faz todo o sentido que Pedro Passos Coelho tenha nomeado Paulo Pereira Coelho, o sósia de Miguel Relvas, para
exercer funções na área da diplomacia económica no meu gabinete, especialmente concentrada nas comunidades empresariais portuguesas no estrangeiro e nas relações com os países lusófonos.
É óbvio que por países lusófonos estamos sobretudo a falar de Angola, onde esse grande empreendedor nasceu e se costuma exilar quando as coisas ficam pretas por estes lados.
Dificilmente se encontraria alguém mais competente, sobretudo na condição de arguido, para lidar com uma cleptocracia.







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