Ao contingente ministro Relvas; a todos a quem o desfile de Sábado, em Lisboa, das freguesias de Portugal provocou perturbações neurológicas, gastrointestinais e demais patologias causadoras de insónia e de males anatómicos e fisiológicos relacionados com o sexo; aos que odeiam o fado lisboeta, por ser lisboeta; aos que se espumaram de raiva quando viram e ouviram tambores e adufes, bandas e cantares do Portugal popular e rural desfilando nas ruas alfacinhas; a todos esses, e ainda àqueles que teimam em não entender que só na capital é possível aglutinar o protesto de dezenas de milhares de habitantes de freguesias do País inteiro, dedico, com fausto e júbilo, este fado do “Tio Alfredo”:
(Para esclarecimento geral, diga-se que o “Tio Alfredo” foi operário da CUF, com a profissão de marceneiro)






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