Aos professores portugueses


Quer eu queira quer não queira
Esta cidade
Há-de ser uma fronteira
E a verdade
Cada vez menos
Cada vez menos
Verdadeira
Quer eu queira
Quer não queira
No meio desta liberdade
Filhos da puta
Sem razão
E sem sentido
No meio da rua
Nua crua e bruta
Eu luto sempre do outro lado da luta

Perceberam? Eu estarei sempre do outro lado da luta. Sempre. E a minha luta não é a vossa!
E às vezes, quase que fico a pensar que a ordinária da Maria de Lurdes Rodrigues é que tinha razão ao querer pôr-vos na ordem!