Aos professores portugueses


Quer eu queira quer não queira
Esta cidade
Há-de ser uma fronteira
E a verdade
Cada vez menos
Cada vez menos
Verdadeira
Quer eu queira
Quer não queira
No meio desta liberdade
Filhos da puta
Sem razão
E sem sentido
No meio da rua
Nua crua e bruta
Eu luto sempre do outro lado da luta

Perceberam? Eu estarei sempre do outro lado da luta. Sempre. E a minha luta não é a vossa!
E às vezes, quase que fico a pensar que a ordinária da Maria de Lurdes Rodrigues é que tinha razão ao querer pôr-vos na ordem!

Comments

  1. Mónica says:

    ??????

  2. motta says:

    ??????


  3. ??????

    (parece que o Ricardo Pinto chumbou nalgum exame…)
    (junta-te aos teus amigos estudantes e vai brincar com o libório e rezar junto à estátua do cónego Melo)
    (as generalizações são lixadas, não é?)

  4. orquidea neves says:

    são todos uns ordinários, não é verdade? E tu? és o único bom?
    Tiveste foi sorte em ter alguém que te ensinasse a ler. Se fosses analfabeto serias um marginal. ou estarei enganada? Se calhar já és…

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