Na senda do Poema Azul
Cruzaram as portas correram os campos das árvores novas e os olhos de trabalhar não cederam ao sono nem triangularam o medo nem cavaram rugas no solo imponente das alamedas sombreadas de tílias.
Nesse dia demorou um pouco mais o beijo que ele habitualmente depunha na sua face sedosa e apertou-a levemente contra o peito era uma mulher cheia de ternura e singularmente bela uma daquelas belezas que roubam tudo o que se é no curto instante em que os olhos se cruzam. [Read more…]







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